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Avicultura

CBNA debate sustentabilidade na produção de aves e suínos

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Expandir a quantidade e qualidade dos produtos cárneos, ao mesmo tempo em que se minimiza o impacto ambiental da produção animal, é um dos desafios constantes dos profissionais envolvidos na produção intensiva de proteína animal. Um dos métodos utilizados para alcançar tal meta é a utilização de aditivos alimentares, que aumentam a eficiência das matérias-primas usadas para compor a ração animal. 
Os interessados em participar dessa discussão devem se inscrever na 29ª Reunião Anual do CBNA, que ocorrerá de 2 a 4 de dezembro no Hotel Fonte Colina Verde, em São Pedro (SP). O tema será um dos assuntos a ser apresentada na sessão conjunta da programação desenvolvida pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), entidade científica sem fins lucrativos que comemorará seu aniversário de 30 anos durante o evento.   
O público terá a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre como o uso de aminoácidos sintéticos, enzimas e microminerais orgânicos, por exemplo, acrescentados à alimentação de aves e suínos, têm permitido aumentar a conversão alimentar concomitantemente à redução dos impactos ambientais ocasionados pela excreção de dejetos animais. 
Nesse sentido, a palestra “Sustentabilidade na produção de aves e suínos – relação da nutrição animal e possíveis impactos positivos dos aditivos” deverá destacar as inovações que já estão ao alcance das agroindústrias. E, além disso, as diversas pesquisas que apontam os ganhos ambientais advindos do uso de aditivos na alimentação animal.  
As sessões conjuntas elaboradas para a primeira parte do evento, na qual está inserida a palestra que acaba de ser descrita, integram as 23 palestras e quatro apresentações promocionais da 29ª Reunião Anual do CBNA. No decorrer da programação, as palestras serão divididas com foco em duas salas, voltadas ao público especializado em aves e em suínos. 
As inscrições para participar da programação ainda podem ser realizadas com preços diferenciados e diversas formas de pagamento, como boleto, cartão de crédito ou débito pelos sistemas PagSeguro ou PayPal. 
A 29ª Reunião Anual do CBNA já conta com o patrocínio da Ajinomoto, Basf e Technofeed; com a colaboração da ICC, Fatec, Ferraz Máquinas e da AB Vista; e com os espaços promocionais da APC, DSM, Evonik Degussa e Phileo Lesaffre. Para obter mais informações e inscrever-se no evento consulte o site http://cbna.com.br.

Fonte: CBNA

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Avicultura

Alta da carne de frango na primeira quinzena de fevereiro garante avanço na média mensal

Levantamento do Cepea mostra que a carne de frango resfriada é negociada no atacado da Grande São Paulo à média de R$ 7,22/kg em fevereiro (até o dia 21), com alta de 2,7% frente à de janeiro.

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Foto: Jonathan Campos

Apesar das recentes desvalorizações da carne de frango nesta segunda quinzena de fevereiro -, quando geralmente as vendas se enfraquecem no atacado, devido ao menor poder aquisitivo da população brasileira -, o incremento da demanda na primeira metade do mês vem garantindo um aumento no valor médio mensal da proteína.

Levantamento do Cepea mostra que a carne de frango resfriada é negociada no atacado da Grande São Paulo à média de R$ 7,22/kg em fevereiro (até o dia 21), com alta de 2,7% frente à de janeiro.

Fonte: Assessoria Cepea
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Avicultura Neste início de ano

Ovos registram menor disponibilidade nas gôndolas dos supermercados brasileiros

Oferta chegou a ser 20,6% menor entre o fim de 2023 e o início de 2024, ante uma média de 14% em dezembro de 2022 e janeiro de 2023.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O Índice de Ruptura da Neogrid, indicador que mede a ausência de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros, chegou a 13,8% em dezembro de 2023 e 15,3% em janeiro de 2024. O número segue a média do mesmo período dos anos anteriores.

De acordo com o diretor de Customer Success da Neogrid, Robson Munhoz, a ruptura que costuma acontecer em janeiro é um movimento natural por conta das festas de final de ano e o período de férias coletivas na indústria: “A indústria volta das férias de final de ano no começo de janeiro e daí o ciclo de pedidos, faturamento e entrega começam a acontecer, fazendo com que a ruptura seja maior em janeiro, comparada a outros meses”, pontua.

Munhoz também destaca que há um comportamento, em especial nas capitais brasileiras, de êxodo em janeiro para o litoral e, por isso, os supermercados dessas cidades não investem tanto em estoque, ao passo que os estabelecimentos das localidades que recebem esses turistas aumentam a dinâmica de reposição.

De acordo com a consultoria, o produto com menor disponibilidade nas gôndolas no período foi o ovo, com 20,6% de ruptura nos dois meses, ante uma média de 14% em dezembro de 2022 e janeiro de 2023. A falta do item nas prateleiras ocorreu mesmo com o aumento de 3,7% no preço do produto em janeiro ante dezembro, conforme levantamento feito pela Horus.

Apesar do aumento de preço registrado em janeiro, desde agosto de 2023 o preço dos ovos vem caindo, contribuindo para a ruptura ao longo dos últimos seis meses.

Altas temperaturas influenciam os hábitos de consumo

O ano de 2023 foi considerado mais quente da série histórica no Brasil, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). A temperatura ficou 0,69°C acima da média entre os anos de 1991/2020. Para 2024, a perspectiva é de que permaneça alta pelo menos até abril em razão do fenômeno climático El Niño.

Fonte: Assessoria Neogrid
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Avicultura Rio Grande do Sul

Seapi conclui vigilância em propriedades no raio de 5 km do foco de gripe aviária em Rio Pardo

Além da checagem de medidas de biosseguridade nas granjas e ações de educação sanitária, que chegaram a 1.245 pessoas, as equipes da Secretaria da Agricultura também estão coletando amostras em casos suspeitos

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Foto: Fernando Dias/Seapi

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul concluiu, na última segunda-feira (19), as ações de vigilância às propriedades localizadas em um raio de cinco quilômetros a partir do último foco confirmado de influenza aviária de alta patogenicidade, a H5N1, em Rio Pardo.

A vigilância na zona 1, referente ao raio de cinco quilômetros, ocorreu de forma simultânea às vistorias nas propriedades localizadas na zona 2, que compreende um raio de 10 quilômetros a partir do foco. Totalizando ambas as regiões, 616 propriedades foram vistoriadas até o momento, e a previsão é de que as ações na zona 2 se encerrem nesta semana. O número total é de 699 propriedades a serem visitadas.

Além da checagem de medidas de biosseguridade nas granjas e ações de educação sanitária, que chegaram a 1.245 pessoas, as equipes da Secretaria da Agricultura também estão coletando amostras em casos suspeitos. Após a observação de 1.029 aves, foram realizadas cinco coletas em criações de subsistência, com três laudos negativos e dois ainda à espera do resultado. “As visitações estão sendo muito boas. Estamos conseguindo explicar o nosso trabalho aos produtores, que têm nos recebido muito bem, entendendo a importância da atuação”, destaca o diretor adjunto do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal, Francisco Lopes.

Fonte: Assessoria Seapi
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