Conectado com
OP INSTAGRAM

Pet Congresso CBNA Pet

CBNA convida pesquisadores a enviar trabalhos científicos para Congresso

Prazo para envio vai até o dia 13 de março

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

O XIX Congresso CBNA Pet, promovido pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal entre os dias 13 e 14 de maio de 2020, na Expo D. Pedro em Campinas, SP, acontece logo depois do III Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (12 de maio). Uma oportunidade única de atualização para profissionais interessados em trocar experiências e participar das palestras sobre nutrição de cães e gatos, além da apresentação de novas pesquisas e jovens pesquisadores chegando ao mercado.

A programação do XIX Congresso CBNA Pet será dividida em blocos: NUTRIÇÃO (com foco em Gorduras e Ácidos Graxos), PROCESSO, SEGURANÇA e MERCADO. O Congresso será finalizado com a realização de MESA-REDONDA que abordará “Responsabilidade Ambiental e Uso dos Recursos Naturais”. Palestrantes de peso das mais importantes Universidades e Empresas do Brasil e Exterior garantirão os eficientes e imperdíveis debates. Veja o programa completo no site do evento.

Completando o evento há também o “café com ciência”, na qual os visitantes poderão observar os pôsteres selecionados. Parte importante do evento é também a apresentação oral de trabalhos científicos submetidos no Congresso e no Workshop. O prazo para envio vai até o dia 13/03.

O aluno apresentador do melhor trabalho submetido no Congresso receberá o Prêmio Waltham Petcare Science Institute e o aluno apresentador do melhor trabalho submetido no Workshop receberá o Prêmio PremieRpet®.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

2 + 6 =

Pet PET

Verão e gatos: uma combinação que exige cuidados especiais

Segundo Vanessa Zimbres, médica veterinária especializada em Medicina Felina, coisas que, normalmente, refrescam humanos, irão beneficiar também os gatos;
ambientes bem ventilados, gelo e toalha molhada são algumas dicas a serem adotadas

Publicado em

em

(Foto: Divulgação)

Engana-se quem pensa que os gatos não sentem calor e também não passam mal com as altas temperaturas, típicas desta época do ano. O verão, para eles, pode ser sinônimo de problemas de saúde, desidratação, insolação e até desmaios. É muito comum os tutores se perguntarem: “Gato sente calor?”. Sim, sentem e sentem muito, e é fundamental se atentar a determinados comportamentos, que podem indicar que algo não vai nada bem, e adotar cuidados especiais para manter os pets confortáveis – e saudáveis – durante os meses mais quentes.

“Os gatos se comportam de uma maneira mais sutil, diferente dos cães, mas também sofrem com o calor. Para aliviar, eles tendem a se lamber com mais frequência. Essa é uma tática dos felinos para ajudar a resfriar o corpo”, exemplifica Vanessa Zimbres, médica veterinária especializada em Medicina Felina, proprietária da clínica Gato É Gente Boa, a primeira do interior paulista a obter o selo Cat Friendly Practice Gold.

Inquietude, respiração acelerada e salivação intensa também são sinais claros, segundo a especialista, de que o calor já está incomodando e de que os gatinhos precisam de um ambiente mais fresco e arejado. “Tudo o que fazemos para nos refrescar, também irá beneficiar os gatos. É muito importante reconhecer estes sinais para não comprometer a saúde dos pets”, alerta a veterinária.

Pequenas mudanças para refrescar

Não basta, apenas, observar o comportamento, é preciso agir. E, para isso, Vanessa elenca algumas dicas para manter os gatos bem fresquinhos em climas muito quentes.

Hidratação: certifique-se de que o gato tem bastante água – e fresca. Vale colocar cubos de gelo nos bebedouros e disponibilizar vários potes pela casa.

Toalhas úmidas: barriga, ponta das patas e axilas são três das várias partes quentes do corpo do gato. Embora a maioria não goste de se molhar, a médica veterinária sugere umedecer uma toalha e acariciá-lo suavemente da cabeça até as costas. “Isso vai ajudar não só a refrescar, mas a relaxar o gato. Se ele se sentir incomodado, tente escovar os pelos”, orienta.

Ambientes: abra as janelas, mas feche as cortinas para evitar a entrada direta do sol. Ligue o ventilador ou o ar condicionado em uma temperatura razoável. Nas áreas externas, se não tiver partes com sombra, vale fazer cabanas com pano ou caixas de papelão.

Banho de sol: os gatos amam esse momento, mas não sabem a hora de sair. “O ideal é que eles não se exponham entre 10 e 16 horas, que é quando o sol está mais forte e a temperatura mais alta. Se isso acontecer, restrinja a área neste período”, conclui Vanessa Zimbres.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo

Pet Pet

Fogos de artifício: o vilão dos Pets nas festas de fim de ano

A sensibilidade auditiva dos bichinhos sofre com o barulho e pode causar transtornos. Veja 10 dicas para tranquilizá-los no momento da virada

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Todo o ano, com os preparativos das festas de fim de ano, vem àquela preocupação o que fazer com o pet no momento da queima dos fogos de artifício. Esse importante integrante das famílias brasileiras sofre com o excesso de barulho por ter maior sensibilidade auditiva. O grito rascante das labaredas que iluminam a chegada do novo ano é o vilão dos peludinhos e causa transtornos que podem deixá-lo agressivo, além da eliminação de fezes/urina, salivação excessiva, vômito, hiperatividade, hipervigilância, busca de atenção, fuga, postura abaixada/encolhida, vocalização e tremores.

Para lidar com o problema, a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz, orienta a realizar um trabalho de ‘força tarefa’ para habituar os bichinhos aos diversos barulhos, de uma maneira que se adaptem e não sintam medo nem estresse. “Com a audição muito mais sensível que a dos humanos, os pets sofrem com o estampido dos fogos. No caso dos cães, coração acelerado, salivação excessiva e tremores são indicativos de que algo não está bem. Em pânico, os bichinhos podem ter reações inesperadas e se machucar. No caso de pacientes doentes, o quadro de saúde pode se agravar”, explica a Dra. Karina.

Ela também conta que muitos tentam fugir nessas ocasiões e, por muitas vezes, podem ficar presos em portas, portões ou janelas; quebrar objetos ou até mesmo vidraças e se cortar ou ferir. “Há risco de atropelamento, pois o animal pode escapar e ir para a rua. Se o artefato explodir muito próximo ao animal, pode lesionar o tímpano e, como consequência, comprometer a audição”, acrescenta a veterinária.

Para uma virada de ano tranquila, a PETZ elaborou uma lista com 10 dicas muito especiais para tranquilizar você e seu pet no momento que estourarem os fogos.

10 dicas para driblar o medo

• Utilizar sons com barulhos de fogos e trovões, ou barulhos de TV ou som alto no momento em que tem alguém em casa para acompanhar, desviar o foco, interagir com o pet, assim ele não associa o medo com algo negativo e sim com uma atividade divertida;

• Utilizar protetores auriculares próprios para pets;

• Deixar disponível na residência feromônios sintéticos (liberados por meio de um difusor elétrico) que auxiliam na adaptação;

• Para alguns pets que preferem se esconder, restringir o espaço e ficar quietinho num local. Exemplo: caixa de transporte “porto seguro”;

• Deixar roupas, toalhas e ou cobertores com o cheiro dos tutores para que os pets se sintam protegidos;

• Não punir, mostrar indiferença ao comportamento de medo, mas sempre se manter perto;

• Usar recompensas positivas (petiscos, brinquedos);

• Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isso é importante deixá-los livres, não prender na coleira e manter em espaço livre para que não se machuquem;

• No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento forem seguros, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite ficar chamando para não estressá-lo mais;

• Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo

Pet Pet

Festa de fim de ano: 5 cuidados básicos com seu gato

Vanessa Zimbres, médica veterinária especializada em medicina felina, elenca os principais sinais de alerta típicos desta época do ano

Publicado em

em

Divulgação

Todo dezembro é a mesma coisa: férias, festas, visitas, rotina atípica. Para os humanos, é um dos momentos mais aguardados, mas nem sempre os gatos estão preparados para tanta mudança. Para eles, os excessos causam estresse e são desafiadores, afinal, os peludos têm seus costumes e são sensíveis às alterações radicais em seu ambiente. O ideal é garantir que eles fiquem em um local seguro, sem que as pessoas os incomodem.

“Este é o momento de ficar de olho em tudo: decoração de Natal, alimentos que caem no chão, muito movimento na casa, fogos de artifício, coisas deixadas sobre a mesa, embrulhos de presentes e afins. Todo cuidado é pouco”, orienta a médica veterinária especializada medicina felina, Vanessa Zimbres.

Para garantir que os felinos fiquem seguros durante as festas de fim de ano, a profissional elenca cinco cuidados básicos para evitar alguns perigos específicos deste período do ano.

Árvores de Natal

Luzes, enfeites de todos os tipos e tamanhos. Estes são, inegavelmente, os maiores atrativos para os gatos, que acabam subindo nelas e derrubando tudo. Para evitar acidentes, experimente deixá-la presa a algo ou colocá-la em um ponto alto onde ele não costuma subir. “A atenção aos objetos de decoração é fundamental. Alguns podem se quebrar e machucar os gatinhos ou mesmo ser ingerido por eles e causar problemas ainda maiores”, orienta Vanessa.

Comidas

Há alimentos humanos que são extremamente perigosos para os gatos. Chocolate e uva-passa, por exemplo, podem causar intoxicação, diarreia e danos aos rins. O ideal é não deixar nada ao alcance dos felinos, seja sobre a mesa ou quando caem no chão. “Uma boa dica é deixá-los em um ambiente separado com tudo o que eles precisam: caixa de areia, comida, água, lugar para dormir e brinquedos”, aconselha.

Papel de presente, laços e fitas

Esses materiais, geralmente, coloridos e cheios de brilho, podem até ser atrações divertidas, mas são extremamente perigosas. “Ao abrir um pacote de presente, ou mesmo para os enfeites da árvore, o tutor precisa logo jogar em uma lata de lixo para evitar que os gatos cheguem perto e possam ingerir algum material. Portanto, o tutor precisar considerar a possibilidade de dispensar laços e fitas para manter os gatos seguros”, pontua a veterinária.

Plantas venenosas

Os gatinhos, simplesmente, não resistem em morder as plantas. A maioria delas, no entanto, são seguras. Mas há algumas, tradicionais nas festas de Natal e Réveillon que, se ingeridas, podem causar dor de estômago nos peludos. “Os lírios, por exemplo, são extremamente venenosos para os gatos. Para quem tem em casa, a dica é deixá-los fora do alcance dos gatos, em um ambiente onde eles não vão de forma alguma”, indica Vanessa, que completa: “Se o tutor notar algum comportamento diferente, deve levar o gato, imediatamente, ao veterinário”.

Fogos de artifício

Para nós, pode ser lindo assistir à queima de fogos, mas para os peludos, pode ser uma experiência altamente assustadora. E gatos assustados podem fugir, se perder e se envolver em acidentes. Neste momento, é fundamental certificar-se de que eles estão em total segurança. “Se o seu gato é daqueles que gosta de se esconder, deixe algumas caixas de papelão espalhadas, estrategicamente, pela casa, e evite abraçá-los, tratando-os normalmente e acariciando-os, apenas, se ele for até você. Seu gato se sentirá mais seguro, se puder se esconder”, finaliza a veterinária.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.