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Notícias Mercado interno

Cautela de frigoríficos limita reajustes no preço do suíno ao produtor

Frigoríficos atuaram com cautela nas negociações, aguardando maior fluidez no escoamento da carne

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Arquivo/OP Rural

Os suinocultores encontraram dificuldades para obtenção de reajustes no preço do quilo vivo ao longo da primeira semana de agosto. O analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, destaca que os frigoríficos atuaram com cautela nas negociações, aguardando maior fluidez no escoamento da carne. “A oferta de animais se mostra ajustada frente à demanda, o que garantiu a sustentação das cotações do quilo vivo”, explica.

Maia salienta que há expectativa em torno de um avanço na reposição entre atacado e varejo nos próximos dias, com a maior capitalização das famílias e o alto preço da carne bovina. Por outro lado, os suinocultores seguem preocupados com o custo do arraçoamento animal cada vez maior, deixando as margens operacionais bastante apertadas nesse momento.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 0,57%, de R$ 6,30 para R$ 6,34. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado avançou 0,12%, de R$ 11,60 para R$ 11,61. A carcaça registrou um valor médio de R$ 9,93, aumento de 0,13% frente ao valor registrado no começo do mês, de R$ 9,91.

Maia sinaliza que as exportações da carne suína em julho foram positivas. As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 231,885 milhões em julho (22 dias úteis), com média diária de US$ 10,540 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 92,844 mil toneladas, com média diária de 4,220 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.497,60.

Em relação a julho de 2020, houve alta de 26,55% no valor médio diário da exportação, ganho de 7,55% na quantidade média diária exportada e valorização de 17,66% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo passou de R$ 133,00 para R$ 135,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 5,70. No interior do estado a cotação mudou de R$ 6,50 para R$ 6,60.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração seguiu em R$ 5,90. No interior catarinense, a cotação prosseguiu em R$ 6,60. No Paraná o quilo vivo mudou de R$ 6,45 para R$ 6,55 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo permaneceu em R$ 5,70.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande continuou em R$ 5,80, enquanto na integração o preço seguiu em R$ 5,70. Em Goiânia, o preço se manteve em R$ 6,90. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno permaneceu em R$ 7,00. No mercado independente mineiro, o preço continuou em R$ 7,20. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis foi mantido em R$ 5,70. Já na integração do estado o quilo vivo seguiu em R$ 5,70.

Fonte: Agência Safras
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Notícias Análise do Cepea

Com desvalorização dos ovos, relação de troca por milho é a pior da história

Na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

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Arquivo OP Rural

Com os ovos desvalorizados e os preços do milho e do farelo de soja em alta, o poder de compra do avicultor de postura recuou na parcial deste mês (até o dia 20).

Considerando-se o milho, especificamente, a relação de troca em janeiro é a mais desfavorável ao avicultor em toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2013 – na média parcial do mês, foi possível ao produtor de Bastos (SP) a compra de 65,9 quilos do cereal com a venda de uma caixa de 30 dúzias de ovos brancos tipo extra, considerando-se o preço do milho na região de Campinas (SP) – Indicador ESALQ/BM&FBovespa.

Esse volume é o menor da série e ainda 14,9% inferior ao registrado em dezembro.

Segundo pesquisadores do Cepea, as cotações do milho estão em forte alta neste mês, impulsionadas pela restrição de vendedores – devido às incertezas quanto à produtividade das lavouras – e pela demanda elevada.

Quanto ao farelo de soja, após o recuo dos preços na maior parte do segundo semestre de 2021, os valores passaram a subir em dezembro, principalmente por conta do alto valor da matéria-prima e da firme procura.

Assim, na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

Fonte: Cepea
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Notícias Incertezas da produção nacional

Diferença entre preços pedidos e ofertados limita comercialização da soja no Brasil 

Agentes do Cepea indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

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Arquivo OP Rural

Incertezas quanto à produção nacional de soja, expectativas de maior demanda e a recente desvalorização cambial (US$/R$) ampliaram a disparidade entre os preços pedidos e ofertados pela oleaginosa, limitando a liquidez no mercado brasileiro.

De um lado, produtores, especialmente os da região Sul, relatam grandes perdas na produção devido à escassez hídrica no principal período de desenvolvimento das lavouras.

De outro, agentes consultados pelo Cepea apontam que as produções nas demais regiões do Brasil devem ser volumosas, compensando boa parte das perdas no Sul.

Agentes também indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

Consumidores também estiveram cautelosos nos últimos dias, diante da desvalorização do dólar e da expectativa da entrada da nova safra.

No spot nacional, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 1,5% entre 14 e 21 de janeiro, a R$ 177,33/sc de 60 kg na sexta-feira (21).

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) registrou alta de 2%, no mesmo comparativo, a R$ 180,15/sc de 60 kg no dia 21.

Dentre as regiões brasileiras, entretanto, os preços registraram direções distintas.

O dólar registrou queda de 1,17% entre as duas últimas sextas-feiras, a R$ 5,457 no dia 21.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Ritmo de negócios é lento, mas cotações do milho seguem em alta

As consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

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Arquivo OP Rural

Os preços do milho continuam em alta no mercado físico nacional, mesmo com o início da colheita da primeira safra no Sul.

Segundo colaboradores do Cepea, as consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

No Estado de São Paulo, especificamente, mesmo com o aumento da oferta do Centro-Oeste, demandantes têm preferido comprar o cereal paulista, que estava nos armazéns desde a colheita da segunda safra.

Porém, menores volumes – a preços mais altos – têm sido adquiridos, mas com entrega rápida.

Entre 14 e 21 de janeiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), subiu 1,6%, fechando a R$ 98,33/saca de 60 kg na sexta-feira (21), acumulando 15 dias consecutivos de alta e voltando aos patamares de agosto de 2021.

Fonte: Cepea
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ANPARIO 2021

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