
Infraestrutura, certificação sanitária e agregação de valor abrem portas para mercados internacionais em expansão.

Resultado coloca o estado na 10ª posição entre os maiores produtores do país, conforme o Anuário de Piscicultura Brasileiro PeixeBR 2026.

Dados do Anuário de Piscicultura Brasileiro PeixeBR 2026 indicam crescimento da atividade e demanda aquecida por pescado.

Espécie segue como principal base produtiva, enquanto cultivo de peixes nativos ainda tem participação limitada.

Proposta prevê restrições em portos para embarcações suspeitas e tenta fechar portas ao comércio de captura irregular.

Primeiro estudo do país tenta entender se o público aceitaria pescado produzido a partir de células e quais fatores influenciam a intenção de compra.

Peixes nativos lideram a piscicultura estadual com 78,5% da produção, enquanto a tilápia registra crescimento superior a 17%, segundo o Anuário PeixeBR 2026.

Apesar da leve retração, estado mantém condições favoráveis para expansão da piscicultura e fortalecimento da cadeia do tambaqui.

Agentes do IAT abordaram 150 embarcações em cinco municípios do Noroeste após o término da Piracema.

Produção de 42,7 mil toneladas mostra força do setor, que também inclui tilápia e outras espécies.