
Tecnologias nacionais ampliam eficiência nutricional e entram no manejo para reduzir dependência externa e custos no campo.

Redução tarifária imediata amplia concorrência e exige adaptação a regras ambientais e fiscais para acesso ao mercado europeu.

Resistência a herbicidas, falhas no manejo e risco de rejeição na exportação colocam produtor sob pressão técnica e comercial.

Alta do diesel chega a 7,7% no país e fertilizantes nitrogenados sobem até 60%, com risco de impacto na produção de alimentos entre 2026 e 2027.

Receitas crescem 15,8%, desempenho três vezes superior ao PIB nacional.

Obrigação vale para todas as espécies e é exigida para manter regularidade sanitária e permitir transporte de animais.

Encontro marcou a continuidade das tratativas retomadas em outubro do ano passado, com foco na ampliação das relações econômicas e comerciais. Próxima rodada está marcada para...

Parceria inclui cooperação técnica em sanidade animal e abre espaço para negócios em proteínas, insumos e máquinas.

Embarques superam 2025, com avanço de 5,92% na soja e 15,25% no milho, enquanto custos logísticos sobem até 35% em rotas do Centro-Oeste.

Limite cresce cerca de 20% em 2026, com distribuição por modalidade de pesca e monitoramento em tempo real nas regiões Sul e Sudeste.