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Notícias Cooperativismo

Castrolanda apresenta resultados recordes durante primeira AGO digital em 70 anos

Castrolanda completou o último ano com faturamento total de R$ 4,5 bilhões, resultado 26% superior ao ano de 2019

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A quinta-feira (11) foi marcada pela realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Castrolanda. No ano em que a Cooperativa completa seu 70° aniversário, o período começou com fatos históricos, afinal, em sete décadas de história esta é a primeira vez que o encontro acontece de forma on-line.

A reunião que todos os anos consegue preencher o Memorial da Imigração Holandesa, desta vez, deu lugar a câmeras e equipamentos para a transmissão digital. Por conta dos cuidados com a propagação da Covid-19, diretores, cooperados e convidados especiais acompanharam o evento pelas telas de seus celulares e computadores.

“É de fato uma inovação em nossa história, demos o ponta pé inicial em junho do ano passado, com a primeira Pré-Assembleia de Balanço. Conseguimos absorver os erros, acertos e agora passa a ser também uma mudança de conceito. É um desafio e um aprendizado para todos”, afirma o Diretor Presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman.

“A AGO Digital é também uma necessidade. Nossa Cooperativa está crescendo, esta é uma forma também para dar a oportunidade de todos os cooperados participarem. É um modo de trabalho que precisamos adaptar cada vez mais a nossa rotina, temos de proporcionar os canais presenciais e on-line”, completa o Diretor Executivo, Seung Lee.

Resultados recordes

A Castrolanda completou o último ano com faturamento total de R$ 4,5 bilhões, resultado 26% superior ao ano de 2019, e R$ 185 milhões de sobras totais. Os números recordes mostram a força do trabalho realizado e a solidez da Cooperativa, que conta com sedes no Paraná e São Paulo.

No encontro foram apresentados os resultados obtidos no exercício de 2020 e todas as pautas foram aprovadas pelos cooperados participantes.

“Podemos atribuir este crescimento a vários fatores, em primeiro lugar aos nossos cooperados que cumpriram o papel no campo com excelência. Internamente, diminuímos nossas despesas e descontinuamos negócios que não estavam mais tão favoráveis para nós”, explica o Presidente.

Apesar das dificuldades impostas pela pandemia e do impacto negativo em diversos setores da economia, alguns pontos permaneceram favoráveis para o agronegócio, como a alta do dólar, preço das commodities e o aumento das exportações. Além disso, o Seung atribui os resultados a história sólida que a Cooperativa tem construído ao longo dos anos.

“Os motivos que nos levaram a um ótimo desfecho em 2020 vêm de ações já implantadas em gestões anteriores também, nossa tarefa foi dar seguimento a esse trabalho. No momento, é muito difícil prever qualquer número para este ano, entretanto todos podem esperar a melhoria contínua dos nossos processos controles para evitar surpresas e dessa forma termos bases para o crescimento”, relata o Diretor.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Competitividade da carne de frango favorece vendas internas

Procura por carne de frango se elevou neste início de março no mercado interno, favorecida pela alta competitividade da proteína frente às principais concorrentes

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Jonas Oliveira

A procura por carne de frango se elevou neste início de março no mercado interno, favorecida pela alta competitividade da proteína frente às principais concorrentes.

Apesar da melhora das vendas na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, as recentes limitações às atividades não essenciais preocupam o setor.

Com o retorno das restrições ao funcionamento de restaurantes e demais food services, colaboradores do Cepea apontam que os negócios de carne de frango, principalmente no atacado, devem diminuir.

As exportações da proteína também tiveram boa performance em fevereiro, o que ajudou a manter a liquidez no mercado doméstico e diminuir os estoques.

Além do aumento da média diária de embarques, a alta no preço dos produtos exportados – que esteve reduzido ao longo de 2020, principalmente no segundo semestre – e o dólar forte favoreceram o incremento na renda gerada pelos envios ao exterior.

Fonte: Cepea
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Notícias Meio Ambiente

Fórum online debate potencial da produção, aponta soluções e proporciona negócios para o biogás e biometano

O 3º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano será realizado de 29 de março a 1º de abril, de forma online e gratuita

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De acordo com a Nota Técnica Panorama do Biogás no Brasil em 2019, na classificação por substrato, o segmento abriga o maior número de plantas de biogás com fins energéticos no País. Na sequência, aparecem a Indústria, e, após, Resíduo Sólido Urbano (RSU) e Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). O estudo também aponta que a energia elétrica é a aplicação energética mais representativa do cenário nacional, com 84% das plantas, consumindo 86% do volume de biogás produzido.

Embora focado na realidade e em demandas da região Sul, o Fórum também abre as portas para participantes de outros lugares, inclusive, internacionais. O painel programado para o dia 31 de março, por exemplo, vai propor o debate sobre a sinergia entre Brasil e Reino Unido para o setor.

As vantagens do evento virtual também beneficiam o Espaço Biogás de Negócios. Na plataforma EventMobi, onde irá ocorrer o Fórum, os participantes poderão conhecer os estandes virtuais das empresas, promover reuniões e propor parcerias. Até o produtivo momento de coffee break, mais informal e tradicionalmente uma boa oportunidade de networking, será contemplado pela plataforma, em chats temáticos abertos a todos os participantes. Durante o evento, será mantida a apresentação das práticas que os debates propõem: a visita técnica a plantas de biogás ganhará tour virtual.

O 3º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano será gratuito e terá vagas limitadas. Os participantes que já haviam se inscrito para o evento presencial foram ressarcidos. A reabertura das inscrições para todos os públicos – empresas, profissionais e estudantes – será divulgada pelo site do evento: biogasebiometano.com.br

O Fórum é realizado pelo CIBiogás, Embrapa e Universidade de Caxias do Sul, e tem organização da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (SBERA).

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Financiamento

Contratação do crédito rural alcança mais de R$ 147 bilhões em oito meses

Valor é 18% maior em relação a igual período da safra anterior; bom desempenho tem como destaque os financiamentos contratados por produtores de maior porte e cooperativas

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Jonas Oliveira

De julho/2020 a fevereiro/2021 o valor das contratações de crédito rural somou R$ 147,57 bilhões, o que representa uma alta de 18%, em relação a igual período da safra anterior.

De acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, os recursos para investimento somaram R$ 47,33 bilhões (40%), R$ 78,64 bilhões (14%) para custeio, R$ 8,24 bilhões (1%) para industrialização e R$ 13,34 bilhões para comercialização, que teve redução de 3%.

A menor demanda de crédito para comercialização é explicada, principalmente, pela elevação dos preços agrícolas, que torna desnecessária a formação de estoques. As maiores reduções por financiamentos dessa natureza foram observadas, principalmente, para os produtos relacionados à cesta básica, como leite (-36%), arroz (-26%), café (-7%), milho (-9%), trigo (-6%), bovinos (-6%) e suínos (-42%)

O bom desempenho do crédito rural tem como destaque os financiamentos contratados pelos produtores de maior porte e cooperativas, classificados na categoria de “Demais”, que se situaram em R$ 49,14 bilhões (16%) para custeio e R$ 35,22 bilhões (56%) para investimento. Essa categoria respondeu por 62% do crédito de custeio e 74% do crédito de investimento.

No âmbito do Pronaf, as contratações de custeio somaram R$ 12,11 bilhões e no Pronamp R$ 17,38 bilhões, com crescimento de 19% e 6%, respectivamente. Já para investimento foram contratados R$ 10,23 bilhões pelo Pronaf e R$ 1,88 bilhões ao amparo do Pronamp, crescimento de 8% e 3%, respectivamente.

Os médios produtores, amparados pelo Pronamp, também podem financiar seus investimentos por meio dos programas específicos de investimento (Moderfrota, Inovagro, Moderinfra, ModeragroPCA, ABC).

O fato de as contratações de custeio, realizadas pelos “Demais” produtores, ter crescido 16% em valor e reduzido 23% em número de contratos, elevando, assim, o ticket médio dessas operações, é explicado, principalmente, pelo aumento na utilização de recursos livres, que não têm limite de financiamento.

Fontes

Dentre as contratações de crédito rural, realizadas com recursos controlados, no total de R$ 100,15 bilhões, destaca-se a redução de 25% na utilização de Recursos Obrigatórios, se situando em R$ 27,19 bilhões, ao mesmo tempo em que a utilização de recursos da Poupança Rural Controlada aumentou 78%, atingindo R$ 42,45 bilhões.

O aumento na utilização de recursos das fontes não controladas (22%) foi superior ao das fontes controladas (17%). Na avaliação do diretor do Departamento de Crédito e Informação, Wilson Vaz de Araújo, isso confirma o acerto da política de diversificação das fontes de financiamento, com destaque para o aumento de 72% em recursos livres (de tesouraria ou próprios dos bancos), num total de R$ 12,16 bilhões, e de 15% nas contratações com recursos da fonte LCA, que ficaram em R$ 20,79 bilhões.

Em relação aos financiamentos realizados no âmbito dos programas de investimento, com recursos da fonte BNDES, administrados pelo Mapa, os programas que se destacaram, pelo valor contratado e respectivo aumento, foram o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota): R$ 7 bilhões (33%), o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro): R$ 1,56 bilhão (29%), o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA): R$ 1,66 bilhão (60%) e o Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra): R$ 714 milhões (106%).

Fonte: MAPA
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