Suínos
Carnes suína e de frango do Brasil agradam ao público japonês
Terminou nesta segunda-feira (15), em Tóquio, a Festa do Brasil, ação temática organizada pelo Sunshine City Tokyo. Famílias japonesas, que compareceram ao evento, relataram ter apreciado a experiência gastronômica. A degustação à base de carne de frango e suína agradou muito ao público presente. O Brasil já é fornecedor tradicional de carne de aves para o Japão. Desde 2013, passou a exportar carne suína para aquele mercado, após a certificação, pelo governo japonês, de indústrias brasileiras.
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), participou do evento e, por meio da degustação de carne de frango e suína e distribuição de material informativo, como livro de receitas, buscou valorizar a marca-país junto aos públicos consumidor e importador japoneses.
Famílias japonesas, que compareceram ao evento, relataram ter apreciado a experiência gastronômica. A degustação à base de carne de frango e suína agradou muito ao público presente. As crianças amaram. Um garoto disse: Oishii (gostoso), disse Francine Harumi, representante da empresa de relações públicas Suriana. Os aperitivos foram elaborados com carnes de frigoríficos brasileiros,
O evento em Tóquio, realizado de 11 a 15 de setembro, teve por objetivo divulgar o Brasil como centro de produtos de alta qualidade e destino de negócios importante. O Sunshine City é um complexo empresarial em Tóquio com shoppings, escritórios e outras instalações comerciais. É um tradicional ponto de compras das famílias japonesas.
Satisfeito com os resultados obtidos na Festa do Brasil, o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra, destacou a importância do Japão como um mercado estratégico para as carnes de frango e suína: O Japão é um dos maiores importadores de carne de frango do Brasil e, recentemente, abriu suas portas para a carne suína produzida aqui. Temos tido muito boa recepção aos nossos produtos. Como o mercado japonês é exigente, do ponto de vista sanitário e de qualidade, eventos que coloquem em destaque a nossa proteína animal são importantes, pois servem como cartão de visita para o mundo todo, explicou Francisco Turra.
O Sunshine City Tokyo convidou para a Festa do Brasil Hidetoshi Nakata, um dos mais famosos jogadores de futebol do Japão, com passagem por clubes da Itália, Inglaterra e do próprio Japão.
Fonte: Ass. Imprensa da ABPA

Suínos
Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões
Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.
Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock
A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.
Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.
Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello
produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.
Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.
Suínos
Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho
Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.
Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.






