Conectado com
VOZ DO COOP

Notícias

Carne suína se tornou a queridinha dos lares brasileiros

Reportagem veiculada no Jornal Hoje, da Rede Globo, falou sobre o aumento de consumo e como a proteína tem ganhado a preferência dos consumidores.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O Jornal Hoje, noticiário do almoço da TV Globo, veiculou uma reportagem na última segunda-feira (03) sobre o aumento de consumo da carne suína nos lares brasileiros. A jornalista destacou o aumento de 21% de consumo de kg por habitante nos últimos 10 anos — 14,9 kg para 18 kg — e também abordou o crescimento da produção e exportação da proteína, que bateu recorde no último trimestre de 2023. A ABCS se sente parte desta conquista, visto que por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento de Suínos (FNDS) investe em ações nacionais, como a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), para promover o aumento desse consumo.

A reportagem também explicou o contexto atual das proteínas suína e bovina, que o brasileiro conseguiu fazer a substituição da carne de boi pela carne de porco devido aos altos preços da carne vermelha. Além disso, ressaltou a versatilidade que a carne suína tem e como isso oportunizou essa substituição, caindo no gosto da população brasileira. Outro destaque da matéria foi o recorde no abate de suínos no 1° trimestre do ano, que foi de 14,16 milhões de cabeças suínas, maior número desde 1997. E ressaltou que as exportações cresceram 15,1% comparado ao mesmo período em 2022.

Para a diretora de Marketing e Projetos da ABCS, Lívia Machado, essa reportagem demonstra o resultado efetivo do trabalho como cadeia de valor. “A ABCS coloca o consumidor no centro, e olhar para as suas dores, desejos e dúvidas em relação à carne suína mudou o patamar da proteína na rotina dos brasileiros. Do restaurante, à saúde, ao varejo, aos açougues e diversos elos, construímos canais de comunicação! Fizemos a adaptação para o digital e, mesmo com a pandemia, nosso trabalho não foi impactado. Vender é reciprocidade. Exercer isso é criar elos fortes, como ao longo desses 11 anos com a SNCS, para atingir o objetivo demonstrado na reportagem na maior emissora de TV do país. Dados recentes mostram que a carne suína não ocupa somente o espaço de substituição, mas também de opção do consumidor, e trabalharemos para que essa escolha seja permanente”, afirma.

Fonte: Assessoria ABCS

Notícias

Supremo vai julgar marco temporal em sessão presencial

Pela tese do marco temporal, os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 05 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

Publicado em

em

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir em sessão presencial do plenário a validade da decisão do ministro Gilmar Mendes que determinou a instauração de processo de conciliação e suspendeu as ações envolvendo o marco temporal para demarcação de terras indígenas.

Na última sexta-feira (03), os ministros iniciaram a votação no plenário virtual para decidir se a liminar do ministro será referendada. No entanto, a votação foi suspensa por um pedido de destaque do ministro presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, medida que leva o caso para julgamento presencial. A data da análise do caso ainda não foi definida.

Gilmar Mendes é relator das ações protocoladas pelo PL, o PP e o Republicanos para manter a validade do projeto de lei que reconheceu o marco e de processos nos quais entidades que representam os indígenas e partidos governistas contestam a constitucionalidade da tese.

No entendimento do ministro, questões de grande relevância devem ser debatidas antes da decisão final da Corte. “Qualquer resposta advinda dos métodos tradicionais não porá fim à disputa político-jurídica subjacente, merecendo outro enfoque: o da pacificação dos conflitos, na tentativa de superar as dificuldades de comunicação e entendimentos em prol da construção da solução por meio de um debate construído sob premissas colaborativas e propositivas voltadas a resolver os impasses institucionais e jurídicos advindos da Lei 14.701/2023”, justificou Gilmar Mendes.

Pela tese do marco temporal, os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 05 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

Em dezembro do ano passado, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que validou o marco. Em setembro, antes da decisão dos parlamentares, o Supremo decidiu contra o marco. A decisão da Corte foi levada em conta pela equipe jurídica do Palácio do Planalto para justificar o veto presidencial.

Na semana passada, indígenas que participaram do Acampamento Terra Livre (ATL) defenderam o julgamento presencial do caso.

Fonte: Agência Brasil
Continue Lendo

Notícias

Valorização do farelo de soja e clima adverso mantêm preços do grão em alta

Além disso, as fortes chuvas no Rio Grande do Sul – segundo maior estado produtor da oleaginosa – vêm retardando as atividades de campo e gerando preocupações sobre a qualidade das lavouras e o volume ofertado tanto do grão quanto dos derivados.

Publicado em

em

Foto: Cláudio Neves

Os preços da soja seguem em alta no mercado brasileiro. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem principalmente da valorização do farelo.

Além disso, as fortes chuvas no Rio Grande do Sul – segundo maior estado produtor da oleaginosa – vêm retardando as atividades de campo e gerando preocupações sobre a qualidade das lavouras e o volume ofertado tanto do grão quanto dos derivados.

Em abril, os Indicadores Esalq/BM&FBovespa – Paranaguá e Cepea/Esalq – Paraná atingiram as maiores médias do ano, em termos reais (calculado por meio do IGP-DI, de março/24), de R$ 129,79/sc e de R$ 122,66/sc de 60 kg, respectivas altas de 4% e de 4,6% frente às de março.

Fonte: Assessoria Cepea
Continue Lendo

Notícias

Poder de compra dos avicultores cai no mês, mas avança em um ano

No comparativo com o mesmo período do ano passado se observa-se melhora na situação dos avicultores, visto que os insumos se desvalorizaram de forma mais intensa que os ovos, ainda conforme pesquisas do Cepea.

Publicado em

em

Foto: Rodrigo Felix Leal

Levantamentos do Cepea mostram que as fortes quedas nos preços dos ovos comerciais em abril, devido à menor demanda, reduziram o poder de compra de avicultores paulistas frente aos principais insumos utilizados na atividade (milho e farelo de soja), em relação ao mês anterior.

No comparativo com o mesmo período do ano passado (abril de 2023), porém, observa-se melhora na situação dos avicultores, visto que os insumos se desvalorizaram de forma mais intensa que os ovos, ainda conforme pesquisas do Cepea.

Quanto aos impactos das fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul, colaboradores consultados pelo Cepea informam que as negociações de ovos têm sido prejudicadas.

Com rodovias e pontes interditadas, o transporte do produto para atender à demanda em parte das regiões gaúchas e também de fora do estado vem sendo comprometido.

Além disso, produtores relatam dificuldade em adquirir insumos, como embalagens, caixas e rações.

Fonte: Assessoria Cepea
Continue Lendo
CBNA – Cong. Tec.

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.