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Carne suína brasileira garante espaço na feira mais importante da Ásia

Sial China 2018 deve receber mais de quatro mil expositores, entre eles a paranaense Alegra Foods

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Nesta quarta-feira (16) inicia em Xangai, na China, um dos principais eventos mundiais do setor de alimentos: a Sial China 2018. Voltada para negócios e investimentos, a Feira reúne, até o dia 18 de maio, produtores, fornecedores e consumidores de mais de 70 países.

O evento é uma oportunidade para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), realizar uma promoção de negócios. Por isso, a ação conta com uma área de mais de 140 m² e a participação de dez empresas exportadoras, entre elas a Alegra Foods, que busca representatividade na Ásia. Para divulgar o trabalho e prospectar novos negócios, a marca paranaense contará com a participação de três representantes no local, dois de Hong Kong e um de Dubai.

Segundo o superintendente da marca, Ivonei Durigon, participar da SIAL é a oportunidade de divulgar a linha de produtos suínos e realizar uma aproximação com produtores, varejistas e consumidores do mundo todo. “Estar presente na feira mais importante da Ásia é enriquecedor para a marca e para nossos representantes. A troca de informações, a busca por tendências e a chance de novos negócios são os principais objetivos da presença da Alegra no evento”, analisa.

De acordo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em 2017, a Sial China contou com 3.200 expositores de 67 países participantes e contou com mais de 100 mil visitantes. Neste ano a área reservada ao Brasil será dividida em dois pavilhões: 200m² para segmentos diversos e 50m² para proteína animal. Ambos os espaços oferecerão áreas individuais com estrutura completa para realização de negócios, catálogo institucional e apoio de equipe bilíngue.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Vetanco é patrocinadora do Congresso IPVS 2022

O IPVS 2022 acontece de 21 a 24 de junho, no Rio de Janeiro, em uma realização da Associação Brasileira dos Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves)

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Foto: Divulgação

Considerado o mais importante evento científico da suinocultura mundial, o 26º Congresso IPVS 2022 tem o patrocínio da Vetanco, laboratório veterinário internacional que há 35 anos desenvolve, fabrica e comercializa produtos inovadores para a saúde e produção animal.

“O IPVS é um dos eventos de maior relevância para o setor de suinocultura e não poderia ser diferente para a Vetanco, pois somos uma empresa com participação ativa e importante neste mercado. Para nós é fundamental estarmos presentes nesse evento, reforçando a nossa marca e podendo reencontrarmos nossos clientes”, comenta o Diretor Técnico/Comercial da Vetanco, Tiago Urbano.

O IPVS 2022 acontece de 21 a 24 de junho, no Rio de Janeiro, em uma realização da Associação Brasileira dos Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves). O Congresso reunirá os maiores especialistas mundiais em sanidade, bem-estar animal, nutrição e reprodução, criando um ambiente para troca de conhecimentos e experiências.

“Além de oferecer a estrutura de uma feira de negócios através dos estandes, onde as empresas têm a oportunidade de apresentar novidades, tendências e atualizações, o IPVS conta com um congresso extremamente técnico, que oferece e agrega muito conhecimento e informação técnica atualizada para o setor como um todo”, complementa Urbano sobre o Congresso IPVS.

O Gerente Comercial – Suínos da Vetanco, Lucas Piroca, menciona a participação da Vetanco no IPVS 2022 em parceria com a Dr. Bata, que juntas deram origem à BV Science. “Vamos mostrar a nova planta industrial para produção de aditivos que teremos em Chapecó e, sem dúvida, será um momento de encontro, de troca de informações, de realização de negócios e momento da Vetanco poder mostrar todo o seu valor tanto para a suinocultura brasileira quanto para a suinocultura global”, frisa Lucas.

Fonte: Assessoria
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Executiva da Boehringer Ingelheim fala sobre a detecção precoce de doenças respiratórias em suínos por meio de ferramentas inovadoras

A ferramenta SoundTalks® monitora e analisa os sons das tosses dos suínos na propriedade para detectar doenças respiratórias e intervir de maneira precoce, resultando em redução de custos com tratamentos e maior produtividade

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FOTOS: JULIO VILELA e O Presente Rural

Durante o Sinsui 2022, realizado em Porto Alegre (RS), a Consultora de Novos Negócios para a área de Suínos da Boehringer Ingelheim no Brasil, Elisa De Conti, promoveu um painel com o tema “Tecnologia de precisão no combate de doenças respiratórias”, onde apresentou dados relevantes sobre a importância da detecção precoce de doenças respiratórias em suínos e os meios e ferramentas para atingir este objetivo.

Uma opção é a tecnologia SoundTalks®, da Boehringer Ingelheim. Ele é composto por dois equipamentos: um monitor que capta os sons do ambiente na granja e um aparelho que faz a filtragem dessa captação, separando apenas os sons respiratórios emitidos pelos suínos, que, por meio de inteligência artificial e machine learning, detecta possíveis doenças respiratórias nos animais antes de apresentarem sintomas clínicos. Esses alertas precoces são fundamentais para que o suinocultor interfira com antecedência, evitando a propagação da doença, infecções secundárias e grandes perdas econômicas. Além disso, evita uma intervenção mais incisiva por meio de antimicrobianos, garantindo o bem-estar dos animais.

Elisa explica que o SoundTalks® vai muito além de uma contagem de tosse nos suínos. “A ferramenta trabalha com sintomas clínicos respiratórios, fazendo uma métrica deles, trazendo um valor que vai de 0 a 100, indicando o status respiratório da granja de forma contínua, em tempo real”. E finaliza: “Esses dados ficam disponíveis ao produtor por meio de um aplicativo, favorecendo a rapidez de ação em casos de possíveis surtos”.

Já o diretor da área de Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim, Abílio Alessandri, enfatiza o DNA de inovação da empresa: “Nós temos um compromisso com a cadeia de produção de proteína animal no Brasil. Por isso, procuramos sempre trazer novas vacinas, soluções e tecnologias para garantir proteína animal segura e nutritiva na mesa dos brasileiros”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Cuidados redobrados

Meses mais frios do ano e confinamento são ideais para aumento das doenças infecciosas em bovinos

O médico veterinário Thales Vechiato, esclarece o quanto se perde com esses problemas

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Divulgação Syntec

Com a chegada do período mais frio do ano, as infecções respiratórias tornam-se mais frequentes em bovinos de todas as idades e podem causar queda de desempenho tanto no gado de corte quanto no de leite, aumentando os custos com a sanidade nas propriedades. O médico veterinário Thales Vechiato, gerente de produtos para grandes animais da Syntec do Brasil, esclarece o quanto se perde com esses problemas. “Estima-se que um bovino com pneumonia pode perder de 50 a 200g/dia de peso, ou seja, no final do período de confinamento de 90 dias o impacto negativo pode atingir 1,2 arroba por animal. Esse desafio é ainda maior devido à incidência da doença subclínica nos animais. Basta fazer a conta para ter noção clara das perdas em produtividade”.

Além dos problemas, como a pneumonia, o veterinário da Syntec alerta que as doenças respiratórias não são as únicas que merecem atenção nesse período. “Os pecuaristas também devem ficar atentos aos processos infecciosos gastrointestinais, no gênito urinário e em decorrência de feridas, além do controle parasitário condizente com a época do ano”, diz. Ele complementa que os bovinos são acometidos por inúmeras infecções, ocasionando doenças respiratórias, locomotoras, reprodutivas e digestivas. “É o caso das diarreias em bezerros, que representam um problema recorrente e importante”, assinala o especialista.

Vechiato explica que as infecções respiratórias decorrem da contaminação por agentes microbianos, vírus ou bactérias, que invadem e colonizam o trato respiratório dos animais. “As portas de entrada podem ser o contato entre animais ou a queda de imunidade, predispondo o acesso de bactérias presentes na cavidade oro nasal dos bovinos”.

Para evitar processos infecciosos em bovinos, o gerente de produtos da Syntec recomenda que é preciso realizar rondas diárias nos lotes para identificar rapidamente bovinos doentes e proceder com tratamento imediato, minimizando perdas. “Para identificar animais com possíveis infecções, é preciso estar atento, primeiramente, à queda de desempenho produtivo (redução no ganho de peso e menor produção de leite). Esse é um indicativo de que algum quadro infeccioso pode estar ativo. Para descobrir a origem do problema, é fundamental a presença e o acompanhamento do médico veterinário”.

A Syntec do Brasil oferece Oxitetraciclina L.A. 20%, antibiótico injetável de amplo espectro de ação e que oferece ação prolongada em uma única aplicação. O medicamento tem a vantagem de atingir concentrações séricas em curto espaço de tempo e apresentar meia-vida por um período mais estendido quando comparado a formulações convencionais. Para efeito mais eficaz, Oxitetraciclina pode ser utilizado com Maxitec, anti-inflamatório à base de Meloxicam 3% que possui propriedades antipirética e analgésica, sendo indicado para o tratamento de inflamação, febre e dor associados às injúrias musculoesqueléticas, teciduais ou viscerais. E, para contribuir com o rápido retorno a produtividade, os medicamentos podem ser administrados com ADE, solução injetável à base de Vitamina A, Vitamina D3 e Vitamina E, indicada para animais que possuem deficiência clínica ou subclínica dessas vitaminas e auxiliam na recuperação animal.

Fonte: Assessoria
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