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Notícias PorkExpo 2022

Carne suína brasileira bate novo recorde de exportação e se prepara para marca inédita

Movimentação anima a participação de empresas e profissionais no mais tradicional encontro da Suinocultura Mundial, a PorkExpo 2022

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Arquivo/OP Rural

A cadeia produtiva de carne suína brasileira fez história em 2020, ao exportar mais de um milhão de toneladas da proteína. Mas o futuro oferece ainda mais em 2021. Nos três primeiros meses deste ano, o segmento embarcou outras 253 mil toneladas, volume 21,86% maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Somente em março, foram comercializadas 109,2 mil toneladas, o maior volume mensal já registrado pela suinocultura do país. “O resultado só reforça a expectativa de um novo recorde nas vendas totais para o exterior neste ano. Tudo isso sem desabastecer o mercado doméstico”, comemorou animado Ricardo Santin, Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo financeiro das vendas do trimestre alcançou US$ 594 milhões, 22,4% acima do primeiro trimestre de 2021. Valor sustentado por importantes importadores, como China, Hong Kong e Chile.

Esse panorama tão favorável vem na esteira de outros bons números, verificados no mercado interno brasileiro. O consumo saltou de 14,47 kg/hab./ano verificado em 2015 para quase 16,9kg/hab/ano em 2020. A procura pela carne suína cresceu 35,7% no atacado e varejo, por causa dos preços mais em conta na comparação com a carne bovina, a mais consumida historicamente no país. Tanto que a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) lançou no último dia 9 de abril uma nova campanha nacional para promover a carne e sua oportunidade de economia junto aos açougues, pequenos e médios varejos. A ação ‘Carne de porco: Bom de preço e bom de prato’.

A campanha irá atuar em diversas frentes midiáticas, com mais de 30 peças para pontos de vendas, redes sociais e diversas mídias digitais, com uma linguagem visual e popular em conjunto com textos leves e informativos, além de vídeos e um jingle que irão instigar a alternativa suína como a melhor opção para qualquer hora. A ABCS aproveita para associar a ‘carne de porco’ com a ‘carne suína’, trazendo os dois termos sempre juntos. E fazendo, assim, o trabalho de educação que é primordial para a Associação. “Esta é a primeira vez que lançamos uma campanha direcionada para açougues, pequenos e médios varejistas, que tem foco em atingir as classes C e D. Adaptamos a estratégia e a linguagem porque o momento é oportuno para ocuparmos esse espaço na mesa do brasileiro que ama comer carne e quer ter acesso a uma proteína que caiba no bolso. Inauguramos, assim, mais uma etapa dessa história de olhar para as necessidades do nosso consumidor de forma integrada junto à cadeia”, explicou o Presidente da ABCS, Marcelo Lopes.

A energia demonstrada por toda a cadeia produtiva, mesmo diante de uma situação gravíssima de mortes, infecções e internações por causa da Covid-19 que ainda permanece no Brasil, também vem atraindo as empresas do setor, que procuram intensamente garantir presença no maior evento de Suinocultura do país, a décima edição da ‘PorkExpo & Congresso Internacional de Suinocultura’. Uma adesão a um espaço conquistado em vinte anos de tradição acompanhando toda a trajetória de profissionalização do segmento no país e no mundo, que auxiliou o nosso país a conquistar a quarta posição entre os maiores produtores mundiais de carne suína. “Nosso planejamento tem um objetivo claro. Reunir todos os elos da cadeia produtiva em Foz do Iguaçu com máxima segurança sanitária, todos os profissionais vacinados duas vezes contra o vírus da Covid-19, celebrando uma nova era de alimento seguro, com qualidade, origem comprovada, produzido com Boas Práticas e garantidor de uma excelente nutrição, que é sinônimo de status sanitário, saúde e poder imunológico, tanto em humanos como nos rebanhos”, afirmou Flávia Roppa, Presidente da PorkExpo 2022.

A procura para garantir espaço e presença no evento com mais de um ano e meio de antecedência é surpreendente. O Espaço da Feira de Negócios está quase completo, com nomes e marcas que simbolizam as maiores corporações do setor. Exemplos de porte como Crystal, De Heus, Vaccinar, Suinorte, Fairtek, Forluz, Nutron, Trown Nutrition, GSI Agromarau, Sta, Microvet, Order Milk, NTC, Tonisity, Yes, Avioeste, Nooyen, Big Dutchman, OPP Group, Lero Fibras, Roboagro, Polinutri, Maxico, Vetanco e Farenzena. Sem falar na presença de parceiros importantes, como a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), ABCS, as mais importantes universidades brasileiras e do exterior, além de todas as associações estaduais de produtores dos estados mais representativos da cadeia produtiva.

A 10ª edição da ‘PorkExpo e Congresso Internacional de Suinocultura’ vai ser realizada nos dias 26 e 27 de outubro de 2022, em Foz do Iguaçu (PR), no Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention. Uma edição especial, que vai reunir entidades representativas, investidores, parceiros, jornalistas, pesquisadores, profissionais e estudantes de mais de quarenta países, além de integrantes de toda a cadeia produtiva de carne suína do Brasil. Com máxima segurança do público, das equipes, dos palestrantes, das empresas participantes e de seus profissionais.

A PorkExpo reúne quinze mil participantes por edição há duas décadas. E em 2022 vai voltar concentrando as atividades em dois dias intensos, privilegiando um programa cientifico de qualidade, rodadas de negócios, feira de novas tecnologias e as marcas principais que sempre deram o tom ao evento: Ciência, Informação e Convívio. “A PorkExpo é mais do que um congresso de suinocultura. É o maior encontro sobre carne suína do Continente. É energia, informação atualizada, oportunidade única de comercialização e interação entre Indústria, Produtores, Associações, Universidades e Centros de Pesquisas. E em 2022 faremos o melhor”, afirmou Flávia Roppa, Presidente da ‘PorkExpo e X Congresso Internacional de Suinocultura’.

Todas as informações sobre datas, venda de ingressos e estandes, promoções, números e perspectivas de mercado podem ser acompanhadas por meio de nossas redes sociais, do site oficial do evento (www.wporkexpo.com.br), pelo e-mail flavia@porkexpo.com.br e telefone +1 (321) 987.0512.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Com seca e safra próxima do auge, oferta de boi gordo aumenta e preços caem

Mercado físico de boi registrou preços mais baixos ao longo da semana nas principais praças de produção e comercialização do país

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico de boi registrou preços mais baixos ao longo da semana nas principais praças de produção e comercialização do país. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, consequência do avanço da oferta de boiadas em grande parte do Centro-Sul. “A estiagem prolongada é um fator importante a ser considerado nesse processo, pois acelera o processo de degradação das pastagens reduz a capacidade de retenção entre os pecuaristas”, disse ele.

A safra de boi gordo está cada vez mais próxima do seu auge. “Então, nada mais natural que os preços assumam tendência de queda”, assinalou.

O volume de animais ofertados aumentou de maneira consistente no decorrer da semana, permitindo que os frigoríficos consigam uma posição bastante confortável em suas escalas de abate, que agora atendem entre cinco e sete dias úteis de consumo.

Mesmo a demanda de carne bovina aquecida durante o período do Dia das Mães parece insuficiente para mudar de maneira contundente a curva de preços. A exceção é o Rio Grande do Sul, estado em que o volume ofertado é menor.

“Para a entressafra a dinâmica de mercado tende a mudar completamente, avaliando a provável redução do confinamento de primeiro giro resultando em um ambiente pautado pela restrição de oferta. Ou seja, haverá espaço para retomada do movimento de alta”, apontou Iglesias.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 06 de maio:

  • São Paulo (Capital) – R$ 307,00 a arroba, contra R$ 312,00 a arroba na comparação com 29 de abril (-1,62%).
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 300,00 a arroba, ante R$ 305,00 (-1,64%).
  • Goiânia (Goiás) – R$ 290,00 a arroba, contra R$ 295,00 (-1,69%).
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 295,00 a arroba, contra R$ 300,00, caindo 1,67%.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 308,00 a arroba, contra R$ 310,00 a arroba (-0,65%).

Exportação

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 595,981 milhões em abril (20 dias úteis), com média diária de US$ 29,899 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 125,474 mil toneladas, com média diária de 6,273 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.765,80.

Em relação a abril de 2020, houve ganho de 17,61% no valor médio diário da exportação, alta de 7,89% na quantidade média diária exportada e valorização de 9,01% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Comercialização de soja perde ritmo no mercado brasileiro

Produtor segue retraído, aguardando por referenciais ainda melhores e centrando atenções no final da colheita no Brasil

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Apesar da alta nos preços, o mercado brasileiro de soja teve mais uma semana de poucos negócios nas principais praças do país. O produtor segue retraído, aguardando por referenciais ainda melhores e centrando atenções no final da colheita no Brasil.

A comercialização da safra 2020/21 de soja do Brasil envolve 71,4% da produção projetada, conforme relatório de SAFRAS & Mercado, com dados recolhidos até 7 de maio. No relatório anterior, com dados de 9 de abril, o número era de 67,4%.

Em igual período do ano passado, a negociação envolvia 85,2% e a média para o período é de 64%. Levando-se em conta uma safra estimada em 134,09 milhões de toneladas, o total de soja já negociado é de 95,8 milhões de toneladas.

No período, a comercialização evoluiu pouco e, com isso, o total negociado da safra 20/21 ficou abaixo do percentual de igual período do ano passado. Mas seguem acima da média para o período, devido à elevação consistente dos preços.

As vendas antecipadas da safra 2021/22 estão atrasadas na comparação com o ano passado e com a média do período. Levando-se em conta uma safra hipotética mínima para a temporada – igual a do ano anterior -, SAFRAS estima uma comercialização antecipada de 16,7%, envolvendo 22,36 milhões de toneladas.

Em igual período do ano passado, o número era de 32% e a média dos últimos cinco anos é de 20%. A primeira estimativa para a safra brasileira 2021/22 será divulgada em julho por SAFRAS & Mercado.

Chicago

A semana foi de forte recuperação nos contratos futuros na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Na manhã da sexta, 7, os contratos com vencimento em julho bateram na casa de US$ 15,80 por bushel, o melhor patamar desde outubro de 2021. Na semana, a posição acumula valorização de cerca de 3%.

O mercado encontra sustentação em fatores fundamentais e técnicos. O aperto nos estoques globais encontra uma demanda aquecida nos Estados Unidos. O ótimo desempenho dos subprodutos – farelo e óleo – impulsiona o grão.

Os analistas seguem atentos ao clima nos Estados Unidos, com previsões de poucas chuvas e temperaturas elevadas, o que poderia prejudicar a evolução inicial das lavouras. Na semana que vem, atenções especiais para o relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na quarta, 12.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Suinocultura

Ambiente de negócios no mercado suíno se mostra mais truncado no Brasil

Houve dificuldade para avanços mais efetivos nas cotações, em meio a um ambiente de negócios mais truncado

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O mercado brasileiro de suínos apresentou pequenas variações de preços ao longo dos últimos dias, tanto no vivo como os cortes negociados no atacado. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado Allan Maia, houve dificuldade para avanços mais efetivos nas cotações, em meio a um ambiente de negócios mais truncado.

Maia ressalta que o escoamento da carne evoluiu aquém do esperado neste início de mês, fator que levou os frigoríficos a atuarem com cautela na aquisição de animais para abate. “A busca pelos cortes tende a apresentar alguma melhora no curto prazo devido ao Dia das Mães e à entrada da massa salarial na economia”, pontua.

Além disso, Maia comenta que os produtores seguem na busca por reajustes nos preços, avaliando o custo de produção com tendência de alta. “Contudo, a demanda interna precisa avançar para ajudar o ambiente de negócios”, alerta.

Levantamento semanal de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil caiu 1,54% ao longo de abril, de R$ 6,89 para R$ 6,79. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado recuou 0,45% ao longo da semana, de R$ 12,63 para R$ 12,57. A carcaça registrou um valor médio de R$ 11,11, recuo de 1,28% frente à semana passada, quando era cotada a R$ 11,25.

O analista destaca ainda que a exportação brasileira de carne suína foi forte em abril. “Com os dados do industrializado, que deve ser divulgado nos próximos dias, o volume deve ficar entre 95 e 100 mil toneladas”, sinaliza.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 217,457 milhões em abril (20 dias úteis), com média diária de US$ 10,872 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 87,314 mil toneladas, com média diária de 4,365 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.490,50.

Em relação a abril de 2020, houve alta de 41,24% no valor médio diário da exportação, ganho de 38,81% na quantidade média diária exportada e valorização de 1,75% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo baixou de R$ 160,00 para R$ 145,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$ 5,65 para R$ 5,70. No interior do estado a cotação mudou de R$ 7,40 para R$ 7,30.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração subiu de R$ 5,80 para R$ 5,90. No interior catarinense, a cotação caiu de R$ 7,40 para R$ 7,30. No Paraná o quilo vivo teve baixa de R$ 7,70 para R$ 7,30 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo seguiu em R$ 5,60.

No Mato Grosso do Sul a cotação em Campo Grande mudou de R$ 6,20 para R$ 6,10, enquanto na integração o preço subiu de R$ 5,60 para R$ 5,70. Em Goiânia, o preço passou de R$ 7,70 para R$ 7,60. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno continuou em R$ 7,90. No mercado independente mineiro, o preço permaneceu em R$ 8,00. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis retrocedeu de R$ 6,10 para R$ 5,95. Já na integração do estado o quilo vivo mudou de R$ 5,60 para R$ 5,70.

Fonte: Agência SAFRAS
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