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Carne mais cara eleva preços ao produtor dos EUA

No período de doze meses até maio, o PPI recuou 0,8%, o que veio na esteira de um recuo de 1,2% em abril, a maior queda desde novembro de 2015

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Os preços aos produtores norte-americanos aumentaram mais do que o esperado em maio em meio a uma disparada do custo da carne, mas a tendência subjacente de inflação do produtor para o setor continuou branda. O Departamento do Trabalho disse na quinta-feira (11) que seu Índice de Preços ao Produtor (PPI) para demanda final reagiu 0,4% no mês passado, depois de cair 1,3% em abril, o maior decréscimo desde que a série foi reformulada em dezembro de 2009. No período de doze meses até maio, o PPI recuou 0,8%, o que veio na esteira de um recuo de 1,2% em abril, a maior queda desde novembro de 2015.

Economistas entrevistados pela Reuters haviam previsto que o PPI subiria 0,1% em maio e cairia 1,2% na comparação anual. O relatório se seguiu a dados de quarta-feira (10) que mostraram que os preços ao consumidor declinaram em maio pelo terceiro mês seguido. O Federal Reserve norte-americano também reduziu suas projeções de inflação para este ano, 2021 e 2022, à medida que a pandemia de Covid-19 coíbe a demanda.

Excluindo os componentes voláteis de alimentos, energia e serviços comerciais, os preços aos produtores subiram 0,1% em maio depois de caírem 0,9% em abril, a maior queda desde a adoção da série em setembro de 2013. O chamado PPI central caiu durante três meses seguidos.

Nos doze meses transcorridos até maio, o PPI central recuou 0,4%, o maior declínio ano a ano desde a adoção da série em agosto de 2013. O desempenho veio na sequência de uma queda de 0,3% em abril.

O Fed monitora o Índice de Preços Para Gastos de Consumo Pessoal (PCE) de olho em sua meta de inflação de 2%. O PCE central aumentou 1% na comparação anual em abril, o menor avanço desde dezembro de 2010. Os dados do PCE central de maio serão divulgados no final do mês.

Em maio, os preços de alimentos no atacado subiram 6,0%, respondendo por quase dois terços do salto de 1,6% nos preços das mercadorias, a maior elevação desde que a série foi reformulada em dezembro de 2009. Os preços de alimentos, que caíram 0,5% em abril, ganharam fôlego no mês passado com um aumento de 40,4% nos preços da carne. Os preços das mercadorias caíram 3,3% em abril.

Os preços da energia no atacado se recuperaram em 4,5% depois de caírem 19% em abril. Os preços da gasolina dispararam 43,9%, depois de despencarem 56,6% em abril, a maior queda desde que a série teve início em fevereiro de 1947.

Os preços de produtos essenciais não sofreram alteração no mês passado, depois de caírem 0,4% em abril. O custo dos serviços caiu 0,2% em maio, após um declínio semelhante no mês anterior, enquanto serviços de saúde aumentaram em 0,5%, depois de terem ficado estáveis em abril.

Fonte: Reuters
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Notícias Evento

É amanhã! Começa dia 12 o congresso de tecnologia do CBNA

O evento será 100% online

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Você já está preparado? Nos dias 12 e 13 de maio acontece o V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais, organizado pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA).

Realizado no ambiente virtual, para garantir que mesmo nesse momento em que não é possível realizar eventos, o CBNA continua disseminando conhecimento e inovações. Temas como análise de ração, inovações e análises na indústria de rações, peletização, NIRS, processos na fábrica de rações e software entre outros.

Participe do evento!!! Conheça o programa completo e outras informações em:  www.cbnatecnologia.com.br 

Patrocinadores

AB VISTA; AMANDUS KAHL: BIOCAMP; BRUKER DO BRASIL; BÜHLER; CPM BRASIL; EVONIK; FERRAZ MÁQUINAS; FOSS DO BRASIL; NUTRON, MARCA DE NUTRIÇÃO ANIMAL DA CARGILL; PANCOSMA BRASIL; SINDIRAÇÕES e TROUW NUTRITION.

V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais 

12 e 13 de maio

100% online

Atendimento

Fone: 19-3232-7518 cbna@cbna.com.br e cbna@lexxa.com.br

Fonte: Assessoria
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Notícias Certificação

BRF conquista selo Certified Humane de bem-estar animal

Produtores parceiros receberam reconhecimento internacional concedido pela ONG Humane Farm Animal Care

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Produtores rurais integrados, que fornecem aves de corte à BRF para a linha Sadia Bio, acabam de recebera recertificação do selo internacional Certified Humane.O reconhecimento, da ONG Humane Farm Animal Care, é concedido àqueles que aplicam boas práticas de bem-estar animal e, para obtê-lo, as granjas precisam prover um ambiente que estimule o comportamento natural das aves, tais como, ciscar, espojar e bater asas. Ao todo, os 14 produtores integrados obtiveram a recertificação, em 24 núcleos de produção, em 192 aviários, o que beneficia cerca de 26 milhões de aves ao ano.

As aves que vivem nas granjas certificadas são alimentadas com ração vegetal, apenas com cereais, minerais e vitaminas e não recebem nenhum tipo de substância promotora de crescimento, antibióticos preventivos ou mesmo terapêuticos. Desde 2020, a certificação foi ampliada, triplicando o volume de produtos adequados ao protocolo da Certified Humane, endossando o compromisso de evolução do tema na Companhia.

“O conforto e o enriquecimento ambiental são princípios básicos do ambiente de criação das aves. Os produtores parceiros possuem em suas propriedades planos de emergência para direcioná-los em relação ao que fazer em caso de sinistros e recebem treinamentos constantes para assegurar o melhor cuidado com os animais”, explica Mariana Modesto, diretora de Sustentabilidade da BRF. “Além disso, os estoques mínimos de água e ração de qualidade são garantidos. Para água, o estoque é suficiente para 24 horas e, para ração, a capacidade mínima de armazenamento garante um dia de consumo na semana que antecede o abate em 100% das propriedades. Somado aos demais procedimentos, a Companhia está garantindo o atendimento das necessidades das aves de forma constante”, finaliza.

Além do selo Certified Humane, a BRF possui ainda outras certificações que atestam as boas práticas de bem-estar animal, entre elas, Global G.A.Pe National Chicken Council, onde os padrões são avaliados por auditores certificados PAACO (Professional Animal Auditor Certification Organization).

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Exportações de carne suína crescem 35,1% em abril

Setor amplia vendas para nações da Ásia, África e América

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Arquivo/OP Rural

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,3 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 35,1% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 71,8 mil toneladas.

O resultado das exportações de abril chegou a US$ 232,3 milhões, número 40,6% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram obtidos US$ 165,2 milhões.

No acumulado do ano (janeiro-abril), as exportações de carne suína alcançaram 351,8 mil toneladas, volume 25,29% maior em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, quando foram exportadas 280,8 mil toneladas.

A receita acumulada no mesmo período chegou a US$ 826,4 milhões, índice 27,1% superior ao efetivado entre janeiro e abril do ano passado, com US$ 650,3 milhões.

Na análise por país, a China, carro-chefe das exportações brasileiras, importou 51,5 mil toneladas em abril (+50,5% em relação ao mesmo período de 2020). Outros destaques foram Hong Kong, com 14,6 mil toneladas (+4,9%), Chile, com 5,4 mil toneladas (+130,9%), Angola, com 3,4 mil toneladas (+3,8%), Filipinas, com 2,4 mil toneladas (+623,4%) e Argentina, com 2,2 mil toneladas (+84,3%).

Também em abril, Santa Catarina, principal estado exportador, exportou 50,1 mil toneladas (+41,73% em relação ao mesmo período de 2020). Em seguida vieram Rio Grande do Sul, com 26,3 mil toneladas (+45,33%) e Paraná, com 12,4 mil toneladas (+11,34%).

“Além das expressivas vendas para o mercado chinês, temos observado o aumento das exportações para outras regiões do planeta, incluindo mercados vizinhos ao Brasil. Em meio à forte pressão gerada pelos custos internos de produção, o bom desempenho destas exportações diminuem perdas e melhoram o quadro para as indústrias  que atuam no mercado internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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