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Cargill Nutrição Animal  é parceira estratégica do projeto Becker 36

Com foco em entregar 36 leitões desmamados por femêa por ano, a  Nutron, em parceria com outras empresas fornecedoras, formaram um time especializado no Paraná para desenvolvimento do Projeto Becker 36

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Fotos: Divulgação

A Nutron, marca de nutrição animal da Cargill, em conjunto com a Granja Becker e outras empresas parceiras, lançam oficialmente o programa Becker 36 no Paraná. Desde 2019, a Cargill vem trabalhando em parceria com a Granja para que os objetivos determinados em conjunto com o proprietário Sr. Milton Becker, fossem alcançados ano a ano, melhorando os resultados da Granja que já era referência há muito tempo. “Em 2018, foram alcançados resultados de 33 leitões desmamados/fêmea/ano, com peso 201,55 kg/desmamados/fêmea/ano; Em 2019, iniciamos o projeto Becker 35, que tinha objetivo de, em 2 anos, alcançarmos a marca de 35 leitões/fêmea/ano. O resultado alcançado em 2020 foi de 35,42 leitões/fêmea/ano, com um peso de leitegada desmamada de 220,75 kg/desmamados/fêmea/ano; sendo assim, em dois anos de projeto, os índices melhoraram 2,42 leitões a mais por matriz/ano, além do significativo aumento na qualidade dos leitões desmamados”, conta Diana Vivian, Consultora Técnica Regional em Nutrição de Suínos da Cargill/Nutron.

Com o sucesso dos anos anteriores, hoje estamos lançando o Projeto Becker 36, que tem como principal objetivo alcançar a marca de 36 leitões desmamados por fêmea por ano, o que significa entregar mais de 180 mil leitões produzidos no ano, sendo esse indicador  8,3% a mais da média produzida no país. É importante salientar que para melhorar a produtividade e manter a qualidade, é necessário muito mais que estrutura, é fundamental o suporte dos parceiros de nutrição, sanidade e genética, e que estes trabalhem em conjunto e engajados com a direção e funcionários da Granja. “Percebemos que o projeto seria possível com o comprometimento de todos da equipe. E aqui encontramos esse engajamento. Todos estão muito preocupados com o resultado, e sem dúvida, o  Sr. Milton Becker, que é um visionário, um empresário que pensa sempre a frente, possibilitou que os resultados fossem acontecendo para que hoje pudéssemos lançar mais este desafio”, explica Melissa Valentim – Assistente Técnico Comercial da Cargill/Nutron.

Atenção redobrada, quando o assunto é nutrição, os programas estratégicos nutricionais são traçados para cada fase dos suínos de acordo com os objetivos de produtividade. E os cuidados com a nutrição das matrizes, vão desde uma avaliação constante da condição corporal, produtividade e consumo, para adequar e suprir toda a demanda para o máximo desempenho. “No caso da fase de Reprodução, à medida que temos um plantel estável em termos de genética e idade média, a nutrição é ajustada para atendimento do peso reprodutivo do animal. Temos que suprir a matriz da sua demanda para a produção de leitões, anexos reprodutivos e desenvolvimento de glândula mamária. O objetivo é que a fêmea permaneça o maior tempo possível no plantel e com alta produtividade”, conta Diana. Ao mesmo tempo, questões de sanidade também são acompanhadas nesse processo, como explica Tiago Mores – Consultor Técnico Nacional de Manejo e Sanidade da Cargill/Nutron, a relação entre sanidade e nutrição são diretamente proporcionais. “Animais que são bem nutridos e com todas as exigências nutricionais atendidas, conseguimos ter uma imunidade diferenciada, saúde melhor e maior produtividade”, explica.

Além disso, vale lembrar que um bom programa de vacinação é imprescindível para a sanidade a longo prazo, sendo realizada nas matrizes e nos leitões. “Essa aplicação é importante ser realizada ainda na fêmea gestante para que ela repasse esses anticorpos pro leitão no momento que eles nascem e têm acesso ao colostro. O manejo correto de ingestão de colostro ajudará no desenvolvimento da imunidade destes leitões”.

Para o Projeto Becker 36 os resultados são avaliados por um equipe de estatísticos com mais aprofundamento, buscando as oportunidades de melhorias nos indicadores. Uma granja de alto desempenho produtivo precisa de uma boa gestão de dados, pois cada detalhe pode fazer grande diferença nos resultados. “Daqui pra frente é realmente ir mais a fundo nos detalhes, estratégias de nutrição e sanidade que podem ter impacto grande na produtividade das matrizes. Nós desenvolvemos uma nutrição de precisão para as fêmeas da granja Becker, pois são animais de alto potencial genético e estamos indo para a terceira onda de planejamento de fórmulas, olhando para o plantel, sua imunidade, e dando suporte para fêmea ser ainda mais produtiva. Mas, nosso grande aprendizado é que só conseguimos isso com o envolvimento de sanidade, genética e nutrição, uma equipe multidisciplinar que olha 100% do tempo para isso”, conta Melissa.

“Temos hoje aqui na Granja o melhor da melhor assistência técnica, melhor sistema de controle, o melhor trabalho genético e melhor nutrição. A nível Brasil não tenho dúvida que temos algo diferenciado aqui. E isso se dá pela equipe que temos aqui!”, comenta Milton Becker durante o lançamento do projeto

Além da Granja Becker, outras granjas também têm recebido o mesmo formato de trabalho. Equipe dedicada, somada aos profissionais da granja engajados, abordagem técnica e analítica com personalização de nutrição, segundo Diana é a chave para resultados alcançados e ela complementa: “este formato de trabalho é muito assertivo, replicamos para outras granjas, obviamente com metas diferentes, mas nas quais também estamos tendo resultados bem expressivos”, finaliza.

O modelo de trabalho em forma de projeto adotado na Granja Becker baseia-se no entendimento das metas e objetivos do cliente, a partir daí é feito um diagnóstico da granja e uma criteriosa análise dos dados atuais buscando oportunidades de melhoria. A partir disso, é estabelecido um plano de trabalho e entra em campo um time de especialistas em nutrição, sanidade e manejo que, junto com a equipe da granja, estabelecem ações a serem executadas e acompanham toda a implementação. Os resultados são monitorados constantemente e, sempre que necessário, os desvios são corrigidos. Isso faz com que metas sejam alcançadas.

Fonte: Assessoria

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Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs

Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

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Divulgação Jefo

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.

Os benefícios da nutrição de precisão

Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.

Jefo e a tecnologia de microencapsulação

Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.

Destaques no SIAVS 2026

Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:

• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;

• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;

• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;

• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;

• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.

“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.

No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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 Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

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Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.

O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico

O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.

Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos

Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).

No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.

Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.

Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico

Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos

Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.

As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico

Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2.  A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.

 Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!

Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.

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Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

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Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!

 

 

Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1

1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac

 

Fonte: Ass. de Imprensa Laboratoires Phodé
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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira

Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

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Divulgação Topigs Norsvin

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.

A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.

“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.

Tecnologia global direto na fonte

O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.

“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.

Distribuição estratégica pelo território nacional

A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.

“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.

Fonte: Ass. de Imprensa
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