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Cargill lança Feeding Intelligence, plataforma de apoio aos produtores rurais

Novo programa oferece conteúdos e soluções para ajudar os produtores rurais a enfrentarem os desafios e aproveitarem as oportunidades com o objetivo comum de produzir alimentos nutritivos e responsáveis

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Foto: Divulgação

A Cargill lançou essa semana o Feeding Intelligence no Brasil, um programa desenvolvido para ajudar os produtores a inovar com o rápido avanço da indústria de nutrição e saúde animal, bem como com as tecnologias e imperativos de sustentabilidade, enquanto navegam pelas demandas dos consumidores. O lançamento da plataforma inclui um novo site desenvolvido para compartilhar histórias, apoiando a inovação e o avanço tecnológico dos produtores rurais.

“Em todo o mundo, os produtores têm a tarefa de inovar rapidamente enquanto navegam pelas demandas da indústria e dos consumidores”, disse Celso Mello, Diretor-Geral da Cargill Nutrição Animal. “Para apoiar os produtores rurais em seus esforços, é fundamental equipá-los com as informações que precisam para atender às demandas de um mundo em crescimento. O programa Feeding Intelligence foi criado para fazer exatamente isso – ajudar os produtores brasileiros a fornecerem alimentos para um mundo em crescimento por meio do uso das mais recentes tecnologias de ponta e práticas da indústria”.

Feeding Intelligence fornece aos produtores rurais informações sobre as mais recentes práticas inteligentes de produção animal a fim de ajudá-los a melhorar as operações com todas as espécies. No novo site, produtores podem encontrar conteúdos sobre uma variedade de tópicos relevantes, incluindo avanços tecnológicos, saúde e bem-estar animal, desempenho, sustentabilidade e muito mais.

A Cargill tem sido parceira e defensora dos produtores rurais há mais de um século. Feeding Intelligence é o mais recente compromisso da Cargill, criado para reconhecer os desafios que eles enfrentam, oferecer uma plataforma para promover o sucesso de seus negócios e ampliar a narrativa em torno dos seus esforços globais para alimentar o mundo.

“Os produtores rurais precisam de consultores de confiança que possam ajudar a avaliar as necessidades dos animais, aconselhar dentro do contexto de suas operações e compartilhar continuamente soluções e inovações”, acrescentou Celso. “Os funcionários da Cargill em todo o mundo trabalham arduamente em parceria com produtores para mantê-los na vanguarda das soluções e tecnologias inovadoras. Nossa prioridade é defender os produtores de todo o mundo e ajudá-los a serem mais produtivos, sustentáveis e bem-sucedidos”.

Um estudo recente da Cargill descobriu que 84% dos consumidores geralmente confiam nos produtores rurais para atender às demandas e alimentar as populações em crescimento, com mais da metade deles indicando que se sentem positivos e agradecidos pelos produtores. O estudo também descobriu que o uso da tecnologia na produção rural é desejado pelos consumidores, e que no Brasil, um quarto deles afirmam que fazendas que usam tecnologia de ponta com o objetivo de melhorar a eficiência, a sustentabilidade e/ou bem-estar animal são vistas como fonte preferencial de alimentos. Isso sugere o aumento do apoio e do interesse do consumidor na inovação e no avanço tecnológico dos produtores.

Como uma empresa global e importante participante da cadeia de valor alimentar, a Cargill tem uma perspectiva única sobre os complexos desafios enfrentados por produtores rurais e consumidores. Este ponto de vista posiciona a Cargill em apoio às conversas produtivas ao longo de toda cadeia de valor e em incentivo às mudanças positivas para produtores de todo o mundo.

“A Cargill está empenhada em fazer as operações dos produtores avançarem de uma forma que se alinhe às necessidades do consumidor – ajudando-os a se tornarem mais sustentáveis, inovadores e lucrativos para que o ciclo possa continuar”, observou Celso.

 

Fonte: Assessoria
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De Heus anuncia investimentos de R$ 75 mi no Brasil

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Presidente da De Heus no Brasil, Rinus Donkers

A De Heus, uma das maiores indústrias de nutrição animal do mundo, anuncia investimentos de R$ 75 milhões em dois anos para a modernização do seu parque fabril no país. A medida contempla as unidades de Rio Claro, no interior de São Paulo, além de Toledo, no Paraná, e Itaberaí, em Goiás. Deste valor, R$ 35 milhões foram anunciados no ano passado e incluem a inauguração da nova linha de produção para premixes na unidade de Rio Claro, que teve aporte de R$ 24 mi. Ainda para este ano, quando a empresa celebra nove anos de presença no mercado brasileiro, o presidente da De Heus no Brasil, Rinus Donkers, divulga mais R$ 40 milhões para melhorias nas unidades de Toledo e Itaberaí, que serão concluídas em 2022. “Este aporte vai aumentar a nossa capacidade de produção e armazenagem para suportar o crescimento robusto dos últimos anos. E, por fim, aumenta em várias vezes a capacidade das fábricas, o que permitirá a De Heus continuar na sua pujante trajetória de crescimento nos próximos anos”, afirmou o executivo.

A empresa familiar de origem holandesa viu seu faturamento no Brasil quintuplicar desde que chegou ao país, em 2012. Neste ano, a companhia projeta uma receita de R$ 750 milhões, o que a coloca entre as oito maiores empresas de nutrição animal do Brasil. No mundo, o grupo fatura mais de € 3 bilhões. A produção também expandiu e atualmente tem uma capacidade de fabricação de 320 mil toneladas por ano, disse o diretor de Operações da De Heus no Brasil, Henrique Fernandes, destacando a expectativa de crescimento ainda maior. “Estamos em franca ascensão e com objetivos desafiadores para os próximos dez anos. Nossos investimentos atendem as demandas das unidades de negócios de ruminantes, aves, suínos, aquacultura, pet food e revenda de matérias-primas”.

Os executivos destacam a estratégia de expansão no país. “A De Heus acredita no Brasil e tem planos audaciosos de investimentos em novas aquisições, além de planos muito bem estruturados de crescimento orgânico através de maior participação nos mercados em que atuamos”, salientou Donkers lembrando que a aposta está nos conceitos técnicos inovadores adotados “o que tem permitido, nestes nove anos de Brasil, ampliar significativamente o market share nos mercados em que atuamos”. Atualmente, entre premixes, núcleos, concentrados, rações e especialidades, a produção da empresa representa 750 mil toneladas convertidas de ração. “Contribuímos para a disponibilidade e acessibilidade de alimentos seguros e saudáveis em todo o mundo, e precisamos fazer isso com o maior cuidado com o clima, o meio ambiente e bem-estar animal.”.

Todo o crescimento projetado tem forte apelo na sustentabilidade. O Grupo Royal De Heus firmou uma parceria com a Fundação Black Jaguar para preservar e restaurar uma parte importante da Amazônia e do Cerrado às margens do rio Araguaia. “Para o Brasil, como grande produtor agrícola, este tipo de ações, vai reforçar o caminho verde da Agro produção que já existe por aqui”, disse Donkers ressaltando que além da sustentabilidade a empresa também vem investindo fortemente em seus recursos humanos, atualmente ultrapassa 450 colaboradores no Brasil. “Prova desse avanço foi a recente conquista um dos mais importantes selos de reconhecimento às empresas que valorizam as pessoas, o Great Place To Work (GPTW), com índice de satisfação de 92%”.

Fernandes reforça o foco de atuação da empresa em tecnologia, desenvolvimento de capital humano, pesquisa e expansão. Hoje, a companhia tem seis unidades industriais, sendo duas em Rio Claro, além das unidades de Apucarana (PR), Toledo (PR), Guararapes (SP) e Itaberaí (GO). A De Heus tem ainda uma unidade administrativa em Campinas (SP) e dois centros de distribuição, em Caruaru (PE) e Contagem (MG). Seu portfólio de produtos nutricionais vai de premixes e núcleos a concentrados e rações completas para os principais setores de produção animal e animais de estimação do país. “Atender as demandas de mercado é o nosso foco e o Brasil é um país em grande expansão em todos os setores. Assim buscamos apoiar através do conhecimento adquirido e aplicando conceitos e ferramentas desenvolvidas nos mais de 100 anos de história, buscando precisão e otimização dos recursos empregados na atividade, além de fábricas de ração próximas ao produtor, buscando competitividade, agilidade no atendimento e redução dos impactos ambientais gerados pela logística das nossas operações”.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Streptococcosis é uma das mais importantes infecções bacterianas que afetam a produção de tilápia

Gestão sanitária é o melhor protocolo contra a bactéria

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Divulgação Sanphar

A chegada dos meses mais quentes do ano acende alerta para os piscicultores em relação à proliferação do Streptococcus spp. Esse gênero de bactérias se propaga com mais facilidade em temperaturas acima dos 28oC e é potencialmente patogênica  para a produção de peixes de cultivo, como a tilápia. Se não tratada corretamente, pode proporcionar perda maior que 50% da população dos peixes infectados. Se diagnosticada rapidamente e tratada, a mortalidade cai significativamente reduzindo os prejuízos financeiros dos produtores.

Um desafio adicional para os piscicultores é a identificação da espécie da bactéria. Apesar de a bactéria Streptococcus agalactiae ser a mais comum na tilapicultura brasileira, Streptococcus iniae e Streptococcus dysgalactiae também são recorrentes, e o atraso na identificação, pode comprometer a eficácia do tratamento e provocar prejuízos ainda maiores.

“O Streptococcus pode estar presente em peixes mortos, moribundos e até mesmo com aparência sadia. Sendo liberado na água, pode colonizar outros peixes causando infecções e acarretando elevada mortalidade. Os sinais clínicos na maioria dos casos podem ser muito semelhantes em infecções causadas pelas três principais espécies de Streptococcus que afetam as tilápias”, explica Paulo Ceccarelli Jr, coordenador técnico comercial Aqua SANPHAR/IPEVE.

Em relação aos sinais clínicos da doença, o especialista da SANPHAR/IPEVE os divide em dois grupos: externo e interno. No primeiro, surgem letargia, anorexia, escurecimento da pele, hemorragias, necroses na pele e tecido muscular, exoftalmia e opacidade de córnea. Como característica, os peixes em processo de infecção mais avançados apresentam natação errática. Já nos sinais clínicos internos estão: tamanho do baço aumentado e com coloração escurecida, fígado pálido e aumento de fluído com presença de sangue na cavidade abdominal.

Os sinais clínicos entre as espécies são semelhantes, o que leva à necessidade de análise laboratorial para a definição correta do tratamento. Ceccarelli Jr. relata que em muitos casos, por ser mais comum, o produtor tende a cuidar do problema com soluções voltadas para a bactéria Streptococcus agalactiae, o que não garante a eficácia do tratamento e pode até atrasar a adoção dos cuidados sanitários adequados, elevando a taxa de mortalidade.

Para evitar este cenário, é necessário que o produtor adote um protocolo de gestão sanitária, fazendo testes regularmente, para identificar o surgimento dessa e outras patologias antes de sua propagação. No caso da bactéria Streptococcus spp, o coordenador técnico comercial Aqua SANPHAR/IPEVE enfatiza que o seu avanço é rápido e que, se descoberta antes de apresentar sinais clínicos, a mortalidade tende a ficar baixa minimizando o impacto negativo sobre a produção.

“A adoção de programas de gestão sanitária é importante porque envolve diagnósticos frequentes para identificação precisa dos agentes causadores das doenças – o que facilita o tratamento correto e efetivo e envolve a utilização de vacinas autógenas, como tratamento profilático – elas são produzidas a partir de bactérias isoladas dos peixes de cada piscicultura, o que permite a utilização de um ou mais antígenos em sua composição, garantindo mais eficiência na imunização dos peixes”, completa Ceccarelli.

O IPEVE, laboratório de diagnósticos da SANPHAR Saúde Animal, produz vacinas autógenas e oferece uma série de serviços, entre os quais programa de gestão sanitária completo, que acompanha o desempenho dos animais, produção e demais índices zootécnicos, com monitoria periódica, conforme as necessidades de cada propriedade. Através da gestão, a avaliação de iniciativas profiláticas ou terapêuticas ou ainda de manejo podem ser melhor exploradas para garantir o melhor rendimento do plantel.

Fonte: Ass. de imprensa
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Elanco quer contribuir no debate de suinocultura de alto desempenho no Festival do Leitão 2021

A empresa é patrocinadora ouro do evento e líder global em soluções de saúde animal

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Marketing Manager Nutritional Health LATAM da Elanco, Juliano Vittori

O Festival do Leitão de Rio Verde – Suinocultura de alto desempenho conta com o apoio da Elanco, patrocinadora ouro que fará parte da programação no dia 27 de outubro, a partir das 14h, no Youtube. Com 66 anos de história, a empresa é líder global em soluções de saúde animal para produtores e veterinários e enxerga na iniciativa da Associação dos Granjeiros Integrados do Estado de Goiás (Agigo) uma oportunidade de contribuir com os temas centrais do evento: gestação e maternidade, creche e terminação, recursos humanos e instalações.

De acordo com  Marketing Manager Nutritional Health LATAM da Elanco, Juliano Vittori, o festival se afirma em 2021 como um evento importante para o setor. “Nos sentimos lisonjeados em poder discutir e contribuir sobre os diferentes temas envolvendo a produção de suínos em um cenário cada vez mais desafiante, porém entendendo da disponibilidade de altas tecnologias a disposição do produtor para chegar à excelência em produtividade.”.

Com a missão de ajudar produtores e veterinários a criarem animais de forma responsável, para que os consumidores possam colocar carne, leite e ovos de forma segura e acessível em suas mesas, a Elanco também atua com protagonismo no ramo da suinocultura.

Entre seu extenso portfólio de produtos e soluções para o setor, destaca-se o Hemicell HT, que direciona o potencial intestinal do animal para a máxima produtividade. Se trata de uma enzima poupadora de energia para proporcionar produtividade e redução dos custos alimentares por meio da maximização da integridade intestinal. O produto desdobra/rompe os β-mananos presentes em alimentos de origem vegetal minimizando a resposta induzida pelos alimentos. A energia e nutrientes originalmente perdidos por essa resposta imune agora são direcionados para o crescimento e desempenho dos animais.

 

Festival do Leitão – Suinocultura de Alto desempenho

Realizado pela Associação dos Granjeiros Integrados do Estado de Goiás (Agigo), o Festival do Leitão em 2021 tem como objetivo apresentar e debater fatores que interferem no desempenho em todas as fases de produção, determinando excelência nos índices zootécnicos e maior competitividade nas granjas. Pelo segundo ano consecutivo, o evento será 100% online e realizado no Youtube.

As inscrições gratuitas estão abertas e dão direito à certificado de participação e concorrer a brindes.

Acesse: https://www.sympla.com.br/festival-do-leitao-2021—suinocultura-de-alto-desempenho__1301516

Fonte: Assessoria
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ABPA – PSA

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