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Cargill identifica hábitos de sucesso em estudo com mais de 230 pecuaristas
Benchmarking Confinamento Probeef bate recorde com análise de 2,34 milhões de animais para confirmar melhores práticas dos produtores.

Com o objetivo de levar informação de qualidade e reforçar o compromisso com a pecuária de corte brasileira, a Cargill acaba de lançar a 9ª edição do Benchmarking Confinamento Probeef. Este ano, o levantamento contou com o maior universo já analisado desde sua criação.
Foram avaliados dados detalhados sobre um rebanho superior a 2 milhões e 348 mil cabeças em confinamento, provenientes de 233 clientes. De acordo com estimativas da Scot Consultoria, o Brasil teve cerca de 5,7 milhões de cabeças confinadas em 2023. Isso significa que o estudo analisou aproximadamente 30% do mercado nacional.
Realizado desde 2016, o Benchmarking Confinamento Probeef já avaliou mais de 9,14 milhões de cabeças ao longo dos anos. Este é o maior levantamento nacional no setor e oferece informações valiosas de resultados zootécnicos e econômicos do mercado para produtores.
Análise abrangente do mercado
Trazendo mais uma vez uma análise única e profunda do setor, o estudo permite aos produtores comparar seus resultados com as médias gerais do setor. Além disso, em parceria com consultores especializados da Cargill, os pecuaristas podem definir planos estratégicos para melhorar índices produtivos e tomar decisões mais assertivas.
“O Benchmarking Confinamento Probeef tem se tornado uma referência no mercado ao trazer insights valiosos para todos os perfis de pecuaristas. Ele contribui diretamente para uma produção mais eficiente, rentável e sustentável”, afirma André Brichi, gerente nacional de bovinos de corte da Cargill.
Os rebanhos analisados no estudo estão localizados no Brasil, Bolívia e no Paraguai. Com uma quantidade total bastante representativa, a grande maioria dos animais está localizada no Centro-Oeste brasileiro (mais de 977 mil machos), seguido da região Sudeste (576 mil machos), contemplando de forma significativa todas as faixas de peso.
Do total analisado pela nova edição do Benchmarking Confinamento Probeef, 89,75% dos animais são machos, com peso de entrada médio de 374 quilos, permanência média no cocho de 108 dias e rendimento de carcaça de 55,6%. A produção apresentou uma conversão alimentar média de 6,63 kg. As principais raças analisadas foram Nelore (64,27%) e Anelorado (14,20).
Refletindo a heterogeneidade da produção brasileira, o banco de dados do estudo está cada vez mais democrático, abrangendo diferentes faixas de tamanho de confinamentos. Nessa edição, a maioria dos participantes possui entre 1.000 e 3.000 cabeças de gado, seguida daqueles que possuem de 3.000 a 10.000 animais. O estudo também engloba confinamentos maiores, com rebanhos entre 10.000 e 40.000 cabeças.
O segredo para o sucesso
A edição deste ano mostra algumas práticas como chave para o sucesso no confinamento, com a adoção de tecnologias se mostrando cada vez mais como diferencial do negócio. Entre os participantes:
- 81,5% utilizam software específico para gestão do confinamento;
- 50% contam com análise avançada dos dados;
- 49% adotam sistemas individuais de rastreabilidade;
- 37% utilizam automação no trato;
- 35% fazem uso integrado do software ERP
Em cenários econômicos desafiadores, práticas como manejo eficiente do cocho e automação tornam-se fundamentais para decisões diárias mais assertivas.
O Benchmarking Confinamento Probeef reafirma o compromisso da Cargill em oferecer soluções inovadoras ao mercado pecuário brasileiro. “Muitos produtores têm utilizado essas informações como ferramenta estratégica para direcionar investimentos dentro do confinamento”, conclui Brichi.

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Show Rural 2026 discute como atravessar períodos de crise na cadeia leiteira
Necessidade de informação, planejamento e resiliência para enfrentar os momentos de instabilidade da cadeia leiteira foi o centro de um debate.

A necessidade de informação, planejamento e resiliência para enfrentar os momentos de instabilidade da cadeia leiteira foi o centro de um debate realizado durante a 38ª edição do Show Rural Coopavel, entre os dias 9 e 13 de fevereiro de 2026, em Cascavel (PR).
Para a zootecnista Josiane Mangoni, coordenadora de Pecuária da Coopavel, o atual momento do leite exige diálogo e troca de experiências. Segundo ela, apesar do cenário delicado, o produtor está habituado a lidar com desafios.
“O leite vai muito além de uma atividade econômica. Ele é paixão, é amor pelas nossas mimosas. Somos uma cadeia acostumada à resiliência, e esse tipo de conversa é fundamental para ajudar o produtor a se manter na atividade”, afirma.

Da esquerda para a direita: Cristian Iothi, Gilson Dias, Josiane Mangoni, Lúcio Drehmer e Marcos Pereira Neves
Josiane destaca ainda que o Show Rural tem como missão levar inovação, tecnologia e ferramentas práticas ao campo. “O evento existe para que o produtor consiga produzir mais e melhor. E, mesmo em períodos de crise, já enxergamos sinais de reação do mercado, o que nos permite acreditar em um novo momento para a cadeia leiteira”, completa.
O debate reuniu diferentes visões da atividade, trazendo para a conversa produtores e especialistas com realidades distintas. Participaram Marcos Pereira Neves, professor da Universidade Federal de Lavras e produtor de leite; Cristian Iothi, engenheiro agrônomo, produtor e cooperado da Coopavel; e Lúcio Drehmer, zootecnista, consultor técnico e produtor de leite em Santa Catarina.
O debate foi conduzido por Gilson Dias, gerente Técnico de bovinos de Leite da Agroceres Multimix. A conversa foi registrada em formato de podcast e integra uma edição especial do agCast. O episódio será disponibilizado em breve nas plataformas digitais da Agroceres Multimix, que esteve presente no Show Rural 2026 com um novo estande, ampliado e voltado ao atendimento de produtores, cooperados e parceiros.
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Ceva Saúde Animal anuncia Nivaldo Grando como novo Vice-Presidente de Operações Comerciais no Brasil
Executivo assume a liderança com foco em crescimento sustentável, fortalecimento comercial e integração das equipes no país.

A Ceva Saúde Animal anuncia a nomeação de Nivaldo Grando como Vice-Presidente Brasil. O executivo chega à companhia com ampla experiência no agronegócio e no setor de saúde animal, trazendo uma trajetória consolidada em liderança estratégica e gestão de negócios em mercados nacionais e internacionais.
Com formação em Engenharia Agronômica, Nivaldo construiu sua carreira em empresas de relevância global, com passagens em empresas como Monsanto Brasil e Boehringer Ingelheim, onde ocupou posições em áreas de vendas, Marketing e Gerência Geral no Brasil, em países da américa do sul e Europa.
Sua experiência internacional proporcionou uma visão global dos negócios, profundo conhecimento dos mercados regionais e sólida atuação junto a parceiros e stakeholders na América Latina e na Europa.
Na Ceva, Nivaldo terá a missão de fortalecer o desempenho do negócio, impulsionar talentos e o crescimento sustentável, além de consolidar a sinergia entre as equipes locais. Sua atuação será fundamental para assegurar a solidez da operação e o alcance dos objetivos estratégicos da companhia focado na proximidade com produtores e clientes em um momento relevante para o mercado brasileiro.
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Jyga Technologies anuncia a abertura de uma quarta filial, agora no Brasil

A Jyga Technologies amplia sua presença global com a abertura da Jyga Tech Brasil, nova subsidiária na região do Paraná. Impulsionada pela forte demanda de produtores brasileiros, a empresa decidiu estabelecer uma presença local que permitirá a nacionalização de seus produtos e fortalecerá sua posição em um dos principais mercados para a suinocultura mundial.
Nos últimos dez anos, os sistemas de alimentação eletrônicos de precisão GESTAL foram adotados por operações brasileiras focadas em desempenho e bem-estar animal. Ampliando a estratégia, iniciada em 2025, com a adição de um novo Gerente de Desenvolvimento de Negócios para o Brasil, Vinicius Espeschit de Morais, a Jyga consolida agora mais uma etapa nesta estratégia de expansão, reforçando o compromisso da empresa com as pessoas, com a proximidade do mercado e com as parcerias de longo prazo.
Maior acesso às soluções Gestal
A criação da Jyga Tech Brasil permitirá que produtores brasileiros adquiram produtos GESTAL fabricado no Brasil, aumentando sua acessibilidade financeira e possibilitando o acesso a linhas de financiamento locais. A nova entidade também oferecerá suporte técnico e pós-venda local, alinhado às realidades das granjas brasileiras. A operação deverá atingir plena capacidade antes do final do terceiro trimestre de 2026.
Investindo em pessoas, investindo no Brasil
A Jyga Technologies tem orgulho de investir em talentos locais, contribuindo para o desenvolvimento econômico regional e reforçando seu compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro.
“A abertura da Jyga Tech Brasil é mais do que uma expansão; ela reflete nosso compromisso de estar presente, ouvir de perto e construir parcerias duradouras com aqueles que confiam em nossas soluções”, afirmou Natalia Rimi Heisterkamp, Vice-Presidente Executiva da Jyga Technologies e brasileira nata.



