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Candidatos a chefe-geral da Embrapa Suínos e Aves participam de audiências públicas nesta quarta

As audiências serão transmitidas ao vivo pelo canal da Embrapa no YouTube.

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Fotos: Divulgação EMBRAPA

Os dois candidatos que concorrem ao cargo de chefe-geral da Embrapa Suínos e Aves participam de audiências públicas nesta quarta-feira, dia 28, quando apresentam seus planos de trabalho. As audiências serão transmitidas ao vivo pelo canal da Embrapa no YouTube.

O primeiro candidato a apresentar seu plano de trabalho será o pesquisador Arlei Coldebella, a partir das 13h30. Coldebella, de 47 anos, está na Embrapa Suínos e Aves desde 2002. Formado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Paraná – Campus Palotina, tem mestrado em Estatística e Experimentação Agronômica pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo (Esalq/USP) e doutorado em Ciência Animal e Pastagens pela mesma instituição. Sua principal área de atuação é em probabilidade e estatística aplicada, com ênfase no planejamento e análise de estudos e experimentos com suínos, frangos de corte e poedeiras.

 

O segundo candidato a apresentar seu plano de trabalho será o pesquisador Everton Krabbe, a partir das 15h30. Krabbe, de 50 anos, está na Embrapa Suínos e Aves desde 2011. Formado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria, tem mestrado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutorado em Zootecnia pela mesma instituição. Suas principais áreas de atuação são em produção animal, qualidade de alimentos, nutrição e meio ambiente.

Cada um dos candidatos terá 60 minutos para apresentar seu plano de trabalho, seguidos de 30 minutos para responder aos questionamentos do público. As audiências serão coordenadas pelo chefe do Gabinete da Presidência da Embrapa, Ruy Fontes, e acompanhadas pelo assessor da Presidência, Ramon Menezes. Conforme as normas, apenas empregados do quadro efetivo da Embrapa podem participar da seleção para chefe-geral. Para terem as candidaturas homologadas, os dois candidatos tiveram que apresentar, além do plano de trabalho contendo a proposta de ação para gerenciar a Embrapa Suínos e Aves, um memorial descritivo com intenções, experiência profissional e motivos da candidatura ao centro de pesquisa.

Foto Maikon Waskiewic

Após as audiências, os candidatos serão entrevistados pela Diretoria-Executiva da Embrapa até 19 de agosto. A divulgação da escolha do novo chefe-geral ocorre, no máximo, até 24 de agosto, e a designação do novo gestor pelo presidente da Embrapa será anunciada até o dia 27 de agosto.

Desde agosto de 2014, a Embrapa Suínos e Aves é chefiada pela pesquisadora Janice Zanella, com os chefes-adjuntos Airton Kunz (Pesquisa e Desenvolvimento), Marcelo Miele e Cassio Wilbert (Transferência de Tecnologia) e Armando Lopes do Amaral (Administração).

 

Serviço

Como acompanhar as audiências públicas da quarta-feira, dia 28 de julho:

Arlei Coldebella – Das 13h30 às 15h

Link de transmissão: https://youtu.be/n7ClNXGsw58

 

Everton Krabbe – Das 15h30 às 17h

Link de transmissão: https://youtu.be/NQMjpYAIARY

 

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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