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Suínos / Peixes

Canadenses sinalizam possibilidade de investir em Toledo

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Uma comitiva formada por empresários canadenses confirmou, na quarta-feira (24), a possibilidade de realizar investimentos futuros no município de Toledo. O grupo foi recebido em reunião pelo prefeito Beto Lunitti, secretários municipais e assessores. Compuseram a comitiva os empresários da Vacci-Vet Incorporation, Antoine Khoury e Marc Dallaire, o responsável pela Comunicação do Parque Tecnológico de Saint-Hyacinthe, Donovan St-Hilaire, o assessor de Relações Internacionais da Fomento Paraná, Domingos Portilho Filho e o consultor Mário Bracht. 
De acordo com o consultor que acompanhou os empresários, a Vacci-Vet é uma empresa do ramo de vacinas, situada em Saint-Hyacinthe, Quebec, no Canadá, e os seus representantes vieram a Toledo com o objetivo de conhecer a região e realizar estudos sobre a possibilidade de investimentos na cidade. Bracht comentou que a intenção em formular um roteiro, que percorreu propriedades rurais, associações de produtores de suínos e instituições governamentais, era mostrar aos canadenses as potencialidades do Oeste paranaense. “Nossa ideia é motivá-los a investir em Toledo e desenvolver tecnologias voltadas à região”, comentou. 
Proveitoso
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Edemar Rockenbach, este primeiro encontro foi muito proveitoso. “Os canadenses passaram dois dias visitando propriedades, perceberam a força da suinocultura e avicultura toledana e regional e nos deram sinais de que podem ocorrer investimentos em nossa cidade”, expôs. 
Edemar reforçou que este tipo de ação será incentivada pela administração municipal por se enquadrar nos projetos de crescimento e criação de novas matrizes econômicas incentivados pela atual gestão. Além de Edemar, os secretários municipais de Agropecuária e Abastecimento, José Augusto de Souza, de Meio Ambiente, Leoclides Bisognin, de Comunicação Social, Jair Scarpato, e Planejamento Estratégico, Jadyr Donin, e o assessor de Captação de Recursos e Relações Institucionais, Luiz Carlos Balcewicz, estiveram presentes na reunião que encerrou a visita.
Momento econômico 
Esta fase inicial de conversas, para o prefeito Beto Lunitti, já faz parte de um novo momento econômico em Toledo, onde a busca pelo desenvolvimento tecnológico foi colocado como uma das principais metas para o crescimento. “Devemos olhar as novas vertentes e nos adiantarmos”, disse. 
Beto lembrou que os empresários que estão em Toledo são produtores de vacinas, que, em vários casos, são importadas. “Vamos parar de buscar fora e incentivá-los a produzir aqui. Isso vai gerar emprego e renda para os toledanos”, frisou. 
O prefeito ressalta que Toledo hoje é um polo universitário e esta qualidade precisa ser mais bem explorada. “Queremos novas tecnologias. Existem muitas teses de mestrado e doutorado engavetadas e encaixotadas dentro das universidades. Isto tem que aflorar”, frisou.

Fonte: Assessoria

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Suínos / Peixes Segundo ABPA

Mercados Asiáticos e EUA fortalecem embarques de carne suína em 2020

Vendas para o mercado asiático foram principal destaque, representando 80% do total das exportações da suinocultura brasileira

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Arquivo/OP Rural

No ano em que as exportações brasileiras de carne suína registraram recorde histórico – com 1,02 milhão de toneladas (+36%), número já divulgado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) – as vendas para o mercado asiático foram o principal destaque, representando 80% do total das exportações da suinocultura brasileira.

Ao todo, a Ásia importou 800,2 mil toneladas em 2020, volume que superou em 66,9% o desempenho registrado ao longo de 2019. A China, líder entre os países importadores (com 50,7% de participação das exportações totais do Brasil) foi destino de 513,5 mil toneladas, volume 106% superior ao exportado em 2019. Vietnã, com 40,3 mil toneladas (+198%), Cingapura, com 52,1 mil toneladas (+50%) e Japão, com 11,5 mil toneladas (+91%) também apresentaram alta nas vendas no ano passado.

Os países da África também se destacaram entre os destinos, com 60,9 mil toneladas (+5,3%). O mercado angolano é o maior destino da região, com 28,4 mil toneladas (+5,6%).

Para os destinos das Américas foram exportadas 128,1 mil toneladas (-5,9%). Os Estados Unidos importaram, no período, 7,9 mil toneladas (+30,4%).

“Os impactos da Peste Suína Africana na Ásia, que determinaram o ritmo das vendas de 2020, devem continuar a influenciar as vendas dos exportadores brasileiros no mercado internacional em 2021”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Conforme os levantamentos da ABPA, foram habilitadas 15 novas plantas exportadoras de carne suína, para destinos como Chile, Filipinas, Singapura, Vietnã e África do Sul.

Fonte: Assessoria ABPA
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Suínos / Peixes Segundo Cepea

Setor suinícola pode registrar mais um ano favorável

Para 2021, a expectativa é de que, mesmo com o custo de produção elevado, o balanço positivo se repita

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Arquivo/OP Rural

Apesar das dificuldades provocadas pela pandemia de covid-19, a suinocultura brasileira encerrou o ano de 2020 com preços, abate e embarques recordes. Para 2021, a expectativa é de que, mesmo com o custo de produção elevado, o balanço positivo se repita.

De acordo com pesquisadores do Cepea, a demanda externa por carne suína deve continuar firme, sustentada pelas compras chinesas, ao passo que a procura interna deve ser favorecida pela possível retomada econômica.

Os custos de produção, contudo, devem continuar sendo um grande gargalo ao setor em 2021. Isso porque os valores dos dois principais componentes da ração, o milho e o farelo de soja, devem se manter altos neste ano, tendo em vista as aquecidas demandas interna e externa por esses grãos.

Esse cenário tende a pressionar, por mais um ano, o poder de compra dos suinocultores.

Fonte: Cepea
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Suínos / Peixes Segundo ABPA

Exportações de carne suína confirmam recorde em 2020

Vendas internacionais de carne suína totalizaram 1,021 milhão de toneladas

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Arquivo/OP Rural

O resultado consolidado das exportações brasileiras de carne suína e de carne de frango confirmam as previsões feitas pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) para 2020.

As vendas internacionais de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,021 milhão de toneladas nos 12 meses, número 36,1% superior ao registrado em 2019, quando foram exportadas 750,3 mil toneladas.

A receita cambial das vendas chegou a US$ 2,270 bilhões, resultado 42,2% maior que o alcançado em 2019, com US$ 1,597 bilhão.

Em carne de frango, as vendas de 2020 alcançaram 4,230 milhões de toneladas, superando em 0,4% o total embarcado em 2019, com 4,214 milhões de toneladas.

A receita das exportações do ano chegou a US$ 6,123 bilhões, desempenho 12,5% menor em relação aos 12 meses de 2019, com 6,994 bilhões.

“Seja pelo recorde de exportações de suínos, superando 1 milhão de toneladas pela primeira vez na história, como pela alta nos embarques de aves, as projeções setoriais estabelecidas pela ABPA e confirmadas nas vendas finais reforçam o bom momento para o Brasil no mercado internacional, a despeito de um ano desafiador em todos os sentidos. A perspectiva é que o ritmo positivo se mantenha em 2021, com a esperada retomada econômica internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Embarques de dezembro

As exportações de carne suína totalizaram 80,3 mil toneladas em dezembro, volume 5,6% maior em relação às 76 mil toneladas embarcadas no mesmo período de 2019.

Em receita, a alta é de 4,1%, com US$ 191,2 milhões no último mês de 2020, contra US$ 183,6 milhões em dezembro de 2019.

No mesmo período comparativo, as vendas de carne de frango chegaram a 380,8 mil toneladas, volume 2,8% menor em relação ao mesmo período de 2019, com 391,9 mil toneladas. A receita das exportações de dezembro chegou a US$ 579,6 milhões, número 8,9% menor em relação ao saldo do último mês de 2019, com US$ 636,1 milhões.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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