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Campanha Eu Que Vacino aumenta em quase 20% índices de eficiência de vacinação nos incubatórios

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A Campanha Eu Que Vacino, da Merial Saúde Animal, está presente no Brasil há 14 anos, e promoveu uma notável evolução em se tratando de eficiência no processo de vacinação em incubatórios nas principais regiões produtoras no País. Em 1999, ano de lançamento da campanha, os índices de eficiência de vacinação subcutânea registrados eram em torno de 80%. Hoje, os mesmos índices são registrados em 99,1%, o que se traduz em maior uniformidade no processo e, consequentemente, imunização mais consistente das aves.  
 
De acordo com Luiz Fernando Cantarelli, diretor da Unidade de Negócios Avicultura da Merial, a empresa evidencia com o concurso a importância do trabalho do vacinador na imunização, e, por consequência, na saúde das aves. 
 
“A avicultura é um segmento de característica dinâmica. Os processos mudaram e hoje existe a necessidade de envolver um público maior e mais diversificado na campanha. Este será nosso grande desafio para 2014”, afirma Luiz Cantarelli, diretor da área.
 
A edição 2013 do “Eu Que Vacino” finaliza sua atividades premiando em duas fases o melhor vacinador e o responsável de cada um dos 48 incubatórios participantes. A campanha ainda contou com um concurso de desenhos destinado às crianças das famílias dos vacinadores. Os desenhos ilustraram o calendário comemorativo da Merial em 2014.
 
“Observar o envolvimento da família na Campanha Eu Que Vacino foi muito gratificante! Os desenhos mostram o quanto as crianças conhecem o dia a dia dos familiares, além de proporcionar belas ilustrações para o nosso calendário”, comenta Eva Hunka, coordenadora de Marketing da unidade de negócios Avicultura da Merial.
 
A ‘Eu Que Vacino’ tornou-se marca registrada dos serviços prestados pela empresa no segmento de vacinas para administração no incubatório, como a Vaxxitek HVT+IBD, a vacina vetorial contra Marek e Gumboro mais vendida no mundo. O concurso ajuda a melhorar os índices de eficiência e implementar processos de Boas Práticas de Vacinação.
 
Sobre a Merial – Merial é uma empresa líder mundial em saúde animal voltada para a inovação, fornecendo uma gama completa de produtos para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de várias espécies de animais. Merial emprega aproximadamente 6.000 pessoas e opera em mais de 150 países ao redor do mundo. Seu faturamento em 2012 ultrapassou US$ 2,8 bilhões. Merial é uma empresa Sanofi

Fonte: Ass. Imprensa da Merial

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Conab trouxe R$ 18,4 bilhões em retorno social para o País nos últimos três anos

Distribuição de cestas, fortalecimento da agricultura familiar e programas como o PAA beneficiam milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade.

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Foto: AEN

O retorno social da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nos últimos 3 anos foi de R$ 18,4 bilhões para o País. Em entrevista na quarta-feira (25), o presidente da empresa pública, Edegar Pretto, destacou o retorno que os programas e ações da Conab ofereceram à população. “Para cada R$ 1 investido, a Conab devolve R$ 8,78 para a sociedade brasileira”, apontou. “Tiramos o Brasil do mapa da fome e esse também é um custo social que a Conab participou diretamente, mas ele também quer garantir para o povo brasileiro que os produtos básicos estejam com um preço justo, um preço acessível. Feijão, arroz, e é isso que nós conseguimos garantir”, destacou Edegar Pretto.

Um balanço apresentado nesta quarta-feira (25), trouxe as ações realizadas pela estatal entre 2023 e 2025, período marcado pela retomada e ampliação de políticas públicas voltadas ao abastecimento alimentar, à regulação de mercados agrícolas e ao fortalecimento da agricultura familiar.

Ao falar sobre lucro social e o retorno das ações, Edegar Pretto lembrou da entrega de um milhão de cestas de alimentos pela Conab a populações vulneráveis de todo o País. Desde 2023, foram investidos R$ 245 milhões na aquisição das cestas, com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), operacionalizados pela Conab. “A gente consegue oferecer qual o retorno para a sociedade brasileira? Por exemplo, um milhão de cestas de alimentos que a Conab distribuiu em conjunto com o MDS e com o MDA. O que significa um cidadão, uma cidadã, fazer três refeições por dia com todos os nutrientes necessários. Quanto é que o SUS brasileiro economiza com menos remédio, com menos exames, com menos consulta?”, destacou.

Nestes quase três anos, as cestas vêm sendo destinadas a diversos grupos em situação de vulnerabilidade, como indígenas, pescadores, extrativistas, quilombolas, povos de terreiro, comunidades ciganas, catadores de recicláveis, assentados, acampados e atingidos por barragens, estiagens e enchentes. As entregas também abastecem cozinhas emergenciais, defesas civis e prefeituras. Cada cesta atende uma família de quatro pessoas, o que totaliza aproximadamente 4 milhões de atendimentos no período ou 9,4 milhões de refeições.

O presidente da Conab falou também sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). “Nós já chegamos, ao longo de 2023 até aqui, com valor já pago ou estão empenhados de  R$ 1,8 bilhão, para os nossos ouvintes terem uma ideia”, pontuou. “Nós conseguimos organizar uma rede de cooperativas e associações que hoje chegou a 5.730 entidades como essas. Essas cooperativas e associações da agricultura familiar, indígenas, quilombolas, pescadores, satiristas, ribeirinhos, eles mobilizam 133 mil famílias do campo, que estão organizados, produzindo e vendendo a um preço melhor para essas compras públicas”, completou.

O PAA Realiza a compra direta de alimentos de agricultores familiares, sem necessidade de licitação e os destina a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, bem como à rede socioassistencial, equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e à rede pública e filantrópica de ensino. O PAA tem tem como objetivo fortalecer a agricultura familiar, gerando emprego, renda e desenvolvendo a economia local, e de promover o acesso aos alimentos, contribuindo para reduzir a insegurança alimentar e nutricional.

Fonte: Agência Gov
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Paraná e México discutem expansão do comércio e investimentos

Encontro no Palácio Iguaçu destacou oportunidades nos setores agroindustrial, industrial, de comércio e turismo, com intercâmbio bilateral de US$ 1,3 bilhão em 2025.

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Fotos: Igor Jacinto/Vice Governadoria

O vice-governador Darci Piana recebeu nesta quarta-feira (25), no Palácio Iguaçu, o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba. O encontro abordou oportunidades de aproximação entre o Paraná e o país nas áreas de comércio, inovação, desenvolvimento sustentável e intercâmbio acadêmico.

Durante a conversa, o vice-governador apresentou o cenário econômico do estado e reafirmou o interesse do Paraná em ampliar suas relações com mercados internacionais estratégicos, como o México. “Vamos sentar para conversar, discutir novas parcerias para fazer intercâmbio de importação e exportação. Eu costumo dizer que a indústria quer exportar e o comércio faz exportar”, comentou o vice-governador, que pretende colocar na mesa os setores industrial, de comércio e de turismo para uma roda de negócios. “Há muito potencial que podemos explorar para os dois lados”, complementou.

Em 2025, o intercâmbio comercial entre Paraná e México alcançou aproximadamente US$ 1,3 bilhão. Desse total, US$ 889,6 milhões correspondem a exportações paranaenses e US$ 442,8 milhões a importações oriundas do país mexicano. “Aproximadamente 10% do que o México intercambia com o Brasil é com o Paraná. São cifras respeitáveis. Queremos, sem dúvida, estreitar mais esses vínculos”, destacou o embaixador Carlos García de Alba.

Esses números refletem a relevância do Paraná como fornecedor de produtos estratégicos ao mercado mexicano – uma posição viabilizada pelo Porto de Paranaguá, responsável por 13,7% de toda a transação alfandegária entre os países, movimentando pouco mais de US$ 1 bilhão. Desse modo, surge como segunda maior porta de saída dos produtos paranaenses para o mercado mexicano.

As carnes e miudezas comestíveis lideram as exportações paranaenses (US$ 294 milhões), seguidas por veículos e autopeças (US$ 147,7 milhões), papel e cartão (US$ 136,7 milhões) e madeira e derivados (US$ 97,5 milhões). Do lado das importações, Paraná recebe principalmente veículos e autopeças mexicanas (US$ 257,9 milhões), além de máquinas e aparelhos elétricos (US$ 71,4 milhões).

A relação entre Paraná e México é construída de forma progressiva e estratégica desde 2021, evoluindo de missões institucionais para ações comerciais concretas e, mais recentemente, para instrumentos formais de cooperação.

A Invest Paraná – agência de promoção e atração de investimentos do Governo do Paraná – tem sido o ator principal nesse processo. Um dos marcos dessa relação ocorreu em 2022, quando uma missão paranaense visitou a ANTAD (Associação Nacional de Tiendas de Autoservicio y Departamentales), entidade que reúne grandes redes varejistas responsáveis por parcela significativa do PIB mexicano. Além de apresentar o potencial produtivo do Paraná, especialmente no setor de alimentos, a reunião permitiu identificar oportunidades concretas de inserção de produtos paranaenses no mercado mexicano.

A agência também contribuiu participando de feiras comerciais como a Expo ANTAD (maior evento de varejo e alimentos da América Latina) e estabelecendo parcerias com entidades como a BRAMEXCAM (Câmara Empresarial Brasil-México), organização privada sem fins lucrativos que atua no desenvolvimento de negócios entre Brasil e México.

Relação nacional

No contexto bilateral Brasil-México, o volume é ainda mais expressivo: o comércio entre os dois países atingiu US$ 17 bilhões em 2025, com US$ 4,6 bilhões em exportações mexicanas para o Brasil e US$ 11,3 bilhões em importações brasileiras. O Brasil consolidou-se como o sétimo principal parceiro comercial do México no mundo e o primeiro na América Latina e no Caribe.

Potencial paranaense

Ao apresentar o Paraná aos visitantes, Piana destacou indicadores econômicos robustos, investimentos em infraestrutura, avanços na área de energia renovável e ações voltadas à ampliação da competitividade estadual. Enfatizou, por exemplo, o Fiagro, que garante recursos a juros baixos aos produtores rurais.

Também destacou o Fundo Estratégico do Paraná, que é um fundo soberano que vai atuar como uma espécie de substituto das isenções fiscais, vedadas pela Reforma Tributária a partir de 2028. Ele será usado para incentivar investimentos privados no Estado.

O vice-governador também enfatizou o ambiente favorável à atração de investimentos privados e a capacidade logística paranaense, com destaque para as melhorias recentes no Porto de Paranaguá. Lembrou ainda que o Paraná é o Estado mais sustentável do Brasil, segundo o Ranking de Competitividade, pelo quinto ano seguido.

Fonte: AEN-PR
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Brasil aprova Plano Clima Adaptação e Mitigação com metas para 2035

Estratégia nacional envolve 16 planos setoriais e prevê redução de até 67% das emissões de gases de efeito estufa em relação a 2005.

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Foto: José Fernando Ogura

O Governo do Brasil aprovou o Plano Clima Adaptação e Mitigação e a autorização da submissão do Plano à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima como Plano Nacional de Adaptação do Brasil (PNA). A Resolução CIM/CC/PR Nº 9, que oficializa as decisões, foi assinada pelo ministro da Casa Civil e presidente do Comitê Interministerial Sobre Mudança do Clima (CIM), Rui Costa, e publicada na terça-feira (24), no Diário Oficial da União.

Por abrigar biomas fundamentais para a regulação do clima, o Brasil ocupa uma posição estratégica em relação aos temas ligados à emergência climática, um desafio urgente que exige ações integradas, baseadas em evidências e coordenadas entre diferentes setores. Para responder a esse cenário, o Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima coordenou a elaboração do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima 2024-2035), principal instrumento para orientar a resposta do Brasil à crise climática até 2035.

Foto: Fernando Dias/Seapi

Fundamentado na Constituição Federal de 1988 e na Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), o Plano Clima estabelece metas e diretrizes de curto, médio e longo prazo que visam à transição para uma economia com emissões líquidas zero de gases de efeito estufa até 2050 e à adaptação de sistemas humanos e naturais à mudança do clima.

Sua elaboração contou com amplo processo participativo que envolveu diferentes níveis de governo, sociedade civil, academia e o setor privado. O processo reuniu mais de 24 mil pessoas e milhares de contribuições e propostas oriundas de plenárias territoriais, da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente e de consultas públicas por meio da plataforma Brasil Participativo, garantindo o envolvimento ativo da sociedade na definição das estratégias climáticas do país.

O Plano Clima subsidiou a elaboração da nova Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês), que define as metas de mitigação e adaptação do Brasil para 2035 sob o Acordo de Paris. O compromisso prevê a redução de 59% a 67% das emissões líquidas de gases de efeito estufa em relação a 2005, o que corresponde a um corte de emissões entre 850 milhões e 1,05 bilhão de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO₂e). A nova NDC reflete, no plano internacional, os objetivos da política climática nacional.

Plano clima adaptação

A resolução publicada nesta terça-feira determina a aprovação do Plano Clima Adaptação, que compreende sua Estratégia Nacional de Adaptação e seus 16 Planos Setoriais e Temáticos:

I – Plano Setorial de Agricultura e Pecuária;

II – Plano Setorial de Agricultura Familiar;

III – Plano Temático de Biodiversidade;

IV – Plano Setorial de Cidades;

V – Plano Setorial de Energia;

VI – Plano Setorial de Indústria e Mineração;

VII – Plano Temático de Igualdade Racial e Combate ao Racismo;

VIII – Plano Temático de Oceano e Zona Costeira;

IX – Plano Temático de Povos e Comunidades Tradicionais;

X – Plano Temático de Povos Indígenas;

XI – Plano Setorial de Redução e Gestão de Riscos e de Desastres;

XII – Plano Temático de Recursos Hídricos;

XIII – Plano Setorial de Saúde;

XIV – Plano Setorial de Segurança Alimentar e Nutricional;

XV – Plano Setorial de Transportes; e

XVI – Plano Setorial de Turismo.

Fonte: Agência Gov
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