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Notícias Protesto

Caminhoneiros fazem protesto na entrada do Porto de Santos

Motoristas protestam, entre outras coisas, por uma redução no ICMS do diesel

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REUTERS/Paulo Whitaker

Caminhoneiros realizam desde o início da madrugada de segunda-feira (17) uma manifestação na entrada do porto de Santos, o maior do Brasil, mas não há bloqueio da via, informou a administração portuária. Alguns manifestantes estão no canteiro central de uma avenida de acesso ao porto, para quem chega pela Rodovia Anchieta.

Segundo a assessoria de imprensa do porto, a administração conseguiu uma liminar judicial para que os caminhoneiros não bloqueiem os acessos ao porto. O Sindicato dos Condutores Autônomos de Santos recebeu a ordem judicial, que está sendo cumprida, segundo a assessoria.

Todavia, de acordo a reportagem da Globonews, alguns motoristas que chegam ao porto estão sendo convencidos pelos manifestantes a dar meia volta, deixando de levar as mercadorias aos terminais.

Motoristas protestam, entre outras coisas, por uma redução no ICMS do diesel, como forma de baratear o combustível que responde pela maior parte dos custos da categoria.

O protesto acontece alguns dias depois de o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), adiar o julgamento de ações de inconstitucionalidade da tabela de frete mínimo, que estava marcado para esta semana. Uma audiência de conciliação foi marcada para março.

A manifestação ocorre em um momento importante para o escoamento da safra de soja do Brasil, que está em colheita. O porto, contudo, também recebe cargas por ferrovia.

Fonte: Reuters
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Notícias Ciclone em SC

Epagri providencia meios de recuperar perdas nas zonas rurais e pesqueiras

Segundo levantamento preliminar, mais da metade dos municípios catarinenses tiveram famílias rurais ou pesqueiras afetadas pelo ciclone, com perdas principalmente na pecuária, olericultura, fruticultura, tabaco, reflorestamentos e flores ornamentais

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Segundo levantamento preliminar, mais da metade dos municípios catarinenses tiveram famílias rurais ou pesqueiras afetadas pelo ciclone. - Foto: Divulgação

O governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural e da Epagri, já está providenciando meios de recuperar as perdas nos meios rural e pesqueiro causadas pelo temporal que atingiu Santa Catarina nesta terça-feira, 30.

Em São Pedro de Alcântara , na Grande Florianópolis, coberturas de cultivos protegidos foram arrancadas

Segundo levantamento preliminar, mais da metade dos municípios catarinenses tiveram famílias rurais ou pesqueiras afetadas pelo ciclone, com perdas principalmente na pecuária, olericultura, fruticultura, tabaco, reflorestamentos e flores ornamentais. O vendaval também provocou acamamento nas culturas de inverno e danos na infraestrutura geral, como destelhamentos de residências e galpões, além de bloqueio de estradas. A pesca teve afundamento de embarcações e danos aos cultivos de moluscos.

O levantamento foi feito pelos extensionistas da Epagri em parceria com as Defesas Civis municipais para embasar ações de reconstrução. A Epagri está orientado os produtores que têm cultivos financiados via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) a acessarem o Programa de Garantia de Atividade Agropecuária (Proagro), que é uma iniciativa do governo federal que garante o pagamento de financiamentos rurais de custeio agrícola quando a lavoura amparada tiver sua receita reduzida por causa de eventos climáticos ou pragas e doenças sem controle.

Humberto Bicca Neto, diretor de extensão da Epagri, acrescenta que também estão sendo estudadas formas de usar as políticas públicas existentes para a reabilitação da infraestrutura, aproveitando o Plano Safra 2020/21. Para produtores rurais que possuem seguro para a infraestrutura danificada, a orientação é procurar as instituições para comunicar o sinistro. “A Epagri já está providenciando os laudos meteorológico e de determinação de perdas na propriedade para embasar os resgates de seguros e acesso ao Proago”, esclarece Humberto.

 

Prejuízos

Com a passagem do vendaval, a bovinocultura de leite enfrentou problemas relacionados à falta de energia elétrica, entre eles dificuldade de resfriamento do produto e para realização da ordenha e captação de água. O setor também foi afetado com danos em estábulos, cercas e estruturas, e queda de árvores que impediram a coleta do leite.

Na bovinocultura de corte, os principais danos foram em estruturas, cercas, saleiros e estábulos. A suinocultura e a avicultura sofreram com destruição de estruturas e falta de energia para acionar os alimentadores, a captação de água e a ventilação. Na piscicultura, a falta de energia impediu acionamento de aeradores e alimentadores.

Na olericultura os produtores rurais sofreram danos em abrigos protegidos e nos cultivos em geral. A cultura do tabaco enfrentou tombamento de plantas em lavouras mais adiantadas e cobertura arrancada em canteiros protegidos. Nas áreas de reflorestamento os principais problemas foram com quebra ou tombamento de árvores nos cultivos.

Os pomares de maçã tiveram suas coberturas de tele antigranizo arrancadas pelo vento, além de destelhamentos e danos em câmaras frigoríficas de armazenagem de frutas e de mudas. Os bananais tiveram plantas tombadas e desfolhadas, principalmente aquelas com cachos bem formados, além de galpões de classificação destelhados e danificados. O levantamento da Epagri identificou perdas de 20 a 100% nos cultivos de banana e palmito no Litoral Norte do Estado. As culturas de inverno foram prejudicadas com acamamento.

Além de prejuízos nos cultivos, o levantamento da Epagri também aponta perdas na infraestrutura e residências do meio rural. Foram identificados danos, às vezes totais, outras vezes parciais, de casas, galpões para maquinários, depósitos temporários e galpões de classificação de frutas e olerícolas. Destelhamentos, quedas de árvores, bloqueios de estradas e danos à rede elétrica também aparecem no relatório da Epagri.

 

Solidariedade

Edilene Steinwandter, presidente da Epagri, lembra que estruturas da Empresa, como escritórios municipais, Estações Experimentais, Centros de Treinamento e Gerências Regionais sofreram prejuízos materiais, principalmente destelhamentos e quedas de árvores. Em alguns casos, os estragos podem prejudicar os atendimentos ao público, portanto é importante que, antes de se deslocar a qualquer unidade da Epagri, o interessado procure se certificar das condições do local. Os contatos das unidades podem ser conferidos aqui.

A presidente destaca que este levantamento é preliminar e segue sendo atualizado, já que algumas comunidades rurais ainda estão com acesso dificultado e unidades pontuais da Empresa estão ainda com problemas de comunicação. Ela reforça o conteúdo da nota distribuída pela Epagri na quarta-feira, se solidarizando com o sofrimento dos catarinenses atingidos pelo temporal, especialmente aqueles que tiveram perdas de entes queridos, e lembra que o momento é de força e união para reconstrução do Estado.

 

 

Fonte: MB Comunicação
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Notícias Rio Grande do Sul

Estado reestrutura serviço de defesa agropecuária

Nesta nova estruturação, os municípios gaúchos serão classificados de acordo com uma análise multicritério que atribuirá pontuação numa escala de um a dez.

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Reestruturação deve ser concluída até final deste mês - Foto: Fernando Dias

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) está encaminhando todos os procedimentos necessários para concluir a reestruturação do serviço de defesa agropecuária do Rio Grande do Sul, feita a partir de estudo do departamento de defesa agropecuária da Seapdr que levou em consideração auditoria realizada pelo Ministério da Agricultura. A reestruturação foi estipulada pela Instrução Normativa 11/2020 e deve entrar em vigor no final deste mês.

“A reestruturação atende a uma recomendação do Ministério da Agricultura para a retirada da vacina da aftosa. Ela passa por uma mudança de nomenclatura de algumas inspetorias veterinárias, mas garante a continuidade de todos os serviços que hoje são oferecidos nos municípios, sem qualquer prejuízo ao produtor”, destaca o secretário Covatti Filho.

Nesta nova estruturação, os municípios gaúchos serão classificados de acordo com uma análise multicritério que atribuirá pontuação numa escala de um a dez. Os critérios técnicos para mensuração da pontuação são área territorial; distanciamento da linha de fronteira internacional; número de propriedades rurais; quantitativo de populacional de animais de interesse do Serviço Veterinário Oficial; movimentação animal; e análise de risco de ocorrência de doenças.

Cada inspetoria de defesa agropecuária será constituída pelos municípios cuja soma de pontuação atinja, no mínimo, dois e, no máximo, 20 pontos. A definição dos municípios abrangidos pela inspetoria e qual deles será sua sede se baseará em critérios estruturais, administrativos e de defesa sanitária animal. A inspetoria será classificada, pela soma da pontuação de seus municípios, em três classes: classe I, unidade com pontuação entre dois e três; classe II, unidade com pontuação entre quatro e nove; classe III, unidade com pontuação entre dez e 20.

Estas pontuações servirão de referência para definir quantidades mínimas e máximas de médicos veterinários, técnicos agropecuários e auxiliares administrativos que devem ser alocados nas inspetorias. O atendimento aos municípios continuará ocorrendo sem qualquer prejuízo logístico para o produtor.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

A força da cooperação no combate a Covid-19 no Paraná

26º Dia Internacional das Cooperativas da ONU

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Foto: Divulgação

José Roberto Ricken – Presidente do Sistema Ocepar

Todo primeiro sábado do mês de julho comemoramos o Dia Internacional do Cooperativismo, desta vez, neste sábado (04/07). Nosso movimento está presente em 150 países ao redor do mundo, com 3 milhões de cooperativas, 1,2 bilhão de cooperados e 280 milhões de colaboradores. No Brasil, os dados mais recentes do Sistema OCB revelam que o país soma 6.828 cooperativas, aproximadamente 15 milhões de cooperados e 425.318 colaboradores. E, no Paraná, temos atualmente 220 cooperativas registradas no Sistema Ocepar, 2,1 milhões de cooperados, empregando diretamente mais de 107 mil trabalhadores.

As cooperativas existem para viabilizar economicamente os negócios de um grupo de pessoas. Foi assim que esse modelo começou, em 1844, na Inglaterra, quando alguns tecelões se uniram e criaram a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale, com 28 associados, em Rochdale, que, em 1852, deu origem à Cooperativa de Rochdale, considerada historicamente a primeira cooperativa formal no mundo.

E, dessa forma, o cooperativismo vem evoluindo em sua trajetória, contribuindo para gerar riqueza, empregos e prosperidade nas regiões em que atua. Mas, além do aspecto econômico, as cooperativas pautam a sua atuação em princípios e valores que as distinguem de outros segmentos. E um deles, muito importante e que está cada vez mais em evidência, especialmente nesse momento difícil de pandemia que vivemos, é o nosso sétimo princípio: o interesse pela comunidade.

Para nós, as pessoas estão no centro de nossas preocupações. E cooperar é algo que já faz parte do nosso DNA, seja para impulsionar nossas atividades comerciais, seja para nos ajudar para que todos possamos crescer juntos, também como seres humanos.

Quem imaginaria, no início deste ano, que estaríamos vivenciando tempos tão adversos como os atuais? O novo coronavírus modificou completamente nossa rotina. Estamos tendo que nos reinventar a cada dia. E o que tem nos proporcionado um grande alento é justamente a cooperação, a empatia demonstrada por pessoas e empresas, que estão dispendendo suas energias para amenizar o impacto da pandemia.

Não poderíamos deixar de externar nosso mais profundo sentimento a todas as famílias que perderam seus entes queridos neste momento tão difícil. O país soma 1.502.424 diagnósticos confirmados e 62.045 mortes por Covid-19. Mas com fé, união, trabalho e muita cooperação vamos superar este difícil momento.

Nós acreditamos que, com atitudes simples, movemos e transformamos o mundo. Esse é o lema do Dia C – Dia de Cooperar, uma iniciativa do cooperativismo brasileiro de responsabilidade social e de estímulo ao voluntariado e ao bem comum. E neste sábado, no Dia do Cooperativismo, também estaremos celebrando o Dia C. Para nós, é um momento muito especial para dar visibilidade a todas as atividades que executamos em benefício da comunidade e que fazem parte da nossa rotina porque, para nós, todo dia é dia de cooperar. E, desta vez, o nosso Dia C também tem como foco o combate ao novo coronavírus e o isolamento social não nos impediu de continuar contribuindo com a sociedade naquilo que ela necessita.

Nossas cooperativas, que sempre praticaram a cooperação, também se uniram, por meio do movimento nacional do Dia de Cooperar, à mais esta causa e se mobilizaram para fabricar e distribuir máscaras e álcool em gel, repassar recursos para a aquisição de equipamentos hospitalares, arrecadar doações para entidades beneficentes e famílias mais carentes, entre tantas outras ações. Ao todo, o sistema cooperativista paranaense já disponibilizou no combate à Covid-19 cerca de R$ 7 milhões em doações, por intermédio de 174 cooperativas de sete ramos, com 511 inciativas, 768.442 beneficiados, reunindo 36.202 voluntários.

Esse aspecto social do cooperativismo tem sido relevante nesse momento e acreditamos que a força do movimento também será imprescindível na retomada da economia, seja em âmbito estadual e nacional.

Gostaria de lembrar também que a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) e a Organização das Nações Unidas (ONU) definiram para este ano o tema “As cooperativas e a ação contra as mudanças climáticas” para marcar a passagem do 98º Dia Internacional do Cooperativismo da ACI e do 26º Dia Internacional das Cooperativas celebrado pela ONU. Desde 2016, os temas escolhidos fazem referência aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Este ano, o ODS selecionado foi o 13, Ação Contra a Mudança Global do Clima. Dessa forma, a ACI convida as cooperativas do mundo todo a continuar promovendo ações para combater as mudanças climáticas, para preservar os ecossistemas, tão vitais para os seres humanos e para o planeta.

O Dia C também é vinculado aos ODS. Isso demonstra, mais uma vez, a nossa conexão com a promoção do bem comum. Vamos sempre nos empenhar para tornar nosso mundo melhor e mais fraterno. Assim é o cooperativismo que, ao longo de sua história, vem se consolidando cada vez mais como uma opção equilibrada de progresso econômico, social e sustentável.

Aproveito para convidar todos para comemorar o Dia Internacional e o Dia de Cooperar. O Sistema Ocepar preparou uma programação especial, com eventos virtuais, que serão transmitidos neste sábado, das 13h às 15h, e a longo da semana que vem, a partir das 14h, por meio da TV Paraná Cooperativo. Vamos celebrar juntos essas importantes datas.

 

Fonte: Ocepar
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