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Caminho do Boi na Agrishow permitirá aos consumidores conhecerem como funciona cada etapa do processo de produção de carne

Iniciativa será uma das atrações do evento, que ocorre em Ribeirão Preto (SP), de 1º a 5 de maio

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Os visitantes da Agrishow 2017, uma das três principais feiras de tecnologia agrícola do mundo e a maior e mais importante na América Latina, terão a oportunidade de conhecerem como funciona o processo de produção da carne de qualidade que chega à mesa do consumidor. O Caminho do Boi será uma das atrações do evento, que será realizado de 1º a 5 de maio, em Ribeirão Preto, e poderá ser percorrido pelo público para conhecer cada etapa do trajeto do animal de corte, da fazenda ao varejo. A iniciativa é promovida pela Agrishow e Terraviva Eventos, com projeto da Beckhauser, fabricante de equipamentos para contenção e pesagem.

Instalado em uma área de 900 m², o Caminho do Boi terá estações que vão mostrar de forma didática e interativa cada etapa do processo de produção de uma carne de qualidade. O Caminho começa pela Genética, onde inicia a aplicação de avançadas tecnologias que refletem nos padrões de qualidade no produto final carne; passa pela Sustentabilidade com olhar para o equilíbrio ambiental, social e econômico da atividade através da aplicação de tecnologia para produzir mais com menos recursos; Sistemas Produtivos com exemplos de técnicas para aumentar a produtividade em @ por hectare; Bem-Estar com respeito ao animal, às pessoas e ao ambiente; novidades tecnológicas em Infraestrutura e Manejo no curral, local por onde passa @ por @ da fazenda; Pesquisa, Inovação e Conhecimento para mostrar a importância de promover a capacitação no campo; Gestão onde serão mostradas ferramentas para auxiliar o produtor na administração do seu negócio, além de dar mais segurança em informações que podem chegar ao consumidor; a importância da Sanidade para uma carne de qualidade; os cuidados no processamento e os rígidos padrões sanitários na Indústria tanto em bem-estar animal como em qualidade do alimento, que fazem do Brasil uma referência mundial, e Associativismo para reforçar a importância da união de forças do setor. Por fim, nas estações Carne e Mercado serão mostrados os resultados de todo esse trabalho da cadeia produtiva que se traduzem em produtos marcados pelo sabor, maciez e suculência na mesa do consumidor.

Uma das atrações do Caminho estará na estação Pesquisa, Inovação e Conhecimento: uma carreta que vem percorrendo o Brasil para levar capacitação aos produtores no campo. No Caminho do Boi essa estrutura do “Caminhão da Inovação Kemin” será aproveitada para a exibição de um filme do manifesto #SomosdaCarne, um movimento que nasceu em 2016 em favor da carne bovina para ajudar a melhorar a visão que se tem do setor tanto por quem produz como por quem consome, integrando os diversos elos da cadeia produtiva.

“Queremos mostrar ao consumidor quanta tecnologia existe por trás do alimento que ele consome. O Caminho do Boi é uma excelente oportunidade de demonstrar a importância da integração dos diversos elos da cadeia produtiva e como investimentos feitos pelo setor são responsáveis por fazer chegar à mesa do consumidor um alimento saboroso, de qualidade, confiável, produzido com tecnologia e de forma sustentável”, destaca Mariana Beckheuser, vice-presidente executiva da Beckhauser, empresa responsável pelo projeto, que foi inspirado nos estudos da professora e pesquisadora da Universidade do Estado do Colorado (EUA) Temple Grandin, uma das maiores referências em pesquisas sobre bem-estar animal do mundo e que foi pioneira no desenho de currais antiestresse, criados a partir do exercício de percorrer o curral colocando-se no lugar do bovino.

“Estamos muito satisfeitos com essa parceria para trazer novamente o Caminho do Boi para o evento. Sem dúvida, será mais uma atração somada às Arenas do Campo e do Conhecimento que trarão mais conteúdo para a Agrishow. Temos certeza de que esta parceria será duradoura e a cada ano poderemos trazer mais novidades, consolidando o evento como o maior e mais completo do agronegócio da América Latina”, ressalta o diretor da Agrishow, José Danghesi.

Já confirmaram participação nesta edição do Caminho do Boi a Abiec – Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes, Allflex, Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol, Beckhauser, Belgo, Casale, DeltaGen, GTPS – Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável, Guarania, IMAC – Instituto Mato-grossense da Carne, Instituto de Zootecnia (IZ), Kemin, MultiBovinos, Nova Assocon, Núcleo Feminino do Agronegócio, Panucci Pré Moldados, Prodap, Rede de Fomento ILPF, Rubber Tank e Villa Beef

 

Sobre o Caminho do Boi

A primeira edição do Caminho do Boi foi apresentada durante a Feicorte, em São Paulo. Posteriormente, o projeto foi realizado na Agrishow, em 2015. Em 2016, o Caminho do Boi foi montado na InterCorte em São Paulo, na Bienal do Ibirapuera, estendendo o foco ao consumidor final, com uma linguagem mais didática. Em todas as suas edições, mais de 10 mil pessoas já fizeram o trajeto do Caminho do Boi.
 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel

Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.

Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.

Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.

Benefícios

Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.

Fonte: Assessoria Coopavel
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