O primeiro caminhão movido a biometano, fruto da parceria firmada em março de 2023 entre a Primato Cooperativa Agroindustrial e a MWM Tupi, está circulando normalmente em Toledo (PR) abrindo um novo ciclo da economia circular prevista no planejamento da cooperativa. O processo passa pelo carregamento e o transporte da ração até o cooperado, que alimenta o plantel de suínos, que geram dejetos utilizados na produção de biometano.
E o abastecimento está sendo feito na propriedade da Família Angst. “Que é cooperada da Primato, que tem a suinocultura conosco e agora conseguiu agregar uma nova renda”, comenta o presidente da cooperativa Anderson Leo Sabadin, ao lembrar que é uma produtora que está com a unidade de biometano pronta e está abastecendo esse primeiro caminhão da cooperativa.
Na visão do presidente, a abertura de um novo ciclo de oportunidades acontece porque, no futuro, através desse abastecimento, a Primato projeta a produção de biofertilizantes e bioinsumos, “uma demanda cada vez da sociedade para que façamos a produção de alimentos de maneira sustentável e estratégica frente ao social, ao ambiental e com uma boa governança”, resume Sabadin.
Futuro
Na unidade em Ouro Verde do Oeste está sendo construída uma usina para produção energia a partir do dejeto de suínos na granja da cooperativa localizada em Ouro Verde do Oeste. Um projeto piloto que poderá ser levado aos mais de 10 mil cooperados da Primato que tem produção de suínos, de frango, de tilápia, de bovino de leite, e de bovino de corte também, oferecendo matéria-prima em abundância para o projeto que prevê um ciclo completo de economia circular e regenerativa: o Suíno Verde.
Equilíbrio
Investir em energias renováveis, debater ESG, desenvolver tecnologias limpas, produzir mais e melhor com respeito ao meio ambiente. Estes são apenas alguns dos desafios que o setor do agronegócio vem procurando resolver ao longo dos últimos anos, quando a pressão sobre a sustentabilidade aumentou e os mercados ficaram mais exigentes. Neste sentido a Primato Cooperativa Agroindustrial tem procurado parceiros que agreguem soluções, tragam rentabilidade ao cooperado e permitam entregar produtos de qualidade ao consumidor final respeitando o tripé de desenvolvimento através do arranjo econômico, social e ambiental.
“É fundamental para nós essa economia circular, de onde o nosso cooperado terá um novo momento de geração de renda, visto que o dejeto da pecuária passa a gerar energia consumida nas propriedades”, comenta o presidente da Primato Anderson Léo Sabadin. Segundo ele, o dejeto produzido no campo está sendo gerador de energia que vai atender, no futuro, toda frota de caminhões da cooperativa Primato, a qual está sendo adaptada com os motores desenvolvidos pela MWM Tupi.
Desafios
“Isso é transformador para a região, gera renda, gera riqueza, melhora a qualidade de vida e também produz um alimento que eu diria que é verde, um alimento limpo, transformando a região e melhorando o nosso IDH. É isso que assumimos um compromisso”, acrescenta o presidente da Primato.
Anderson Léo Sabadin frisa que a Primato é constantemente desafiada a produzir mais e melhor de uma forma mais sustentável e através da parceria com a MWM Tupi isso já se transformou em realidade.
Além desse aspecto do pioneirismo, Sabadin destaca ainda a visão de ESG, ou seja, a governança ambiental, social e corporativa, na qual a Primato vem investindo nos últimos anos.
“Os princípios do cooperativismo já trazem esse escopo de preocupação com a preservação ambiental, de questões sociais”, finaliza Sabadin.










Foram quase 90 pessoas presentes no encontro realizado na Capital paulista e outras 200 acompanhando pela internet, atentos a quatro palestras, aos debates e à apresentação dos números de comercialização de suplementos minerais no Brasil neste ano. “Estamos muitos felizes, as palestras foram ótimas, todos os convidados muito entrosados e felizes. Nesta casa, todos se dão bem. Todos conversam e eu até pareço a mãe deles. 2025 não foi um período fácil. Teve tarifaço dos EUA, impostos, insegurança, mas fizemos um ano com um resultado positivo face ao que passamos. Também porque a base de comparação, principalmente com o segundo semestre do ano passado, que foi ‘fora da curva’. Trabalhei muito tempo com fertilizantes e sonhava com a soja na ponta das exportações. E conseguimos. E agora é a carne bovina, liderando o mundo em produção e exportação. Estamos no caminho certo, ajudando o Brasil a consolidar-se como o maior fornecedor e embarcador da nossa proteína no planeta”, comentou Beth Chagas.