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Notícias Carapatos

Calor exige manejo adequado para combater carrapatos

Criadores também devem evitar aplicação de antiparasitários durante o dia devido às altas temperaturas

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Foto: Conexão Delta G Divulgação

A chegada do verão traz desafios para a manutenção da sanidade dos rebanhos e garantia de qualidade na atividade pecuária, pois o período é fundamental no ciclo de produção. O estágio é de término da estação de nascimentos e início da estação reprodutiva. Por isso, neste momento de cuidados com o rebanho de cria, algumas atitudes de manejos adequados precisam ser tomadas para evitar um dos maiores inimigos dos criadores de animais de corte: o carrapato.

Segundo o presidente do Conselho Técnico da Conexão Delta G, Bernardo Pötter, a recomendação para esta época é observar atentamente a incidência de carrapatos, que estão atualmente na segunda geração. Explica que no Rio Grande do Sul há  três gerações de carrapatos bem reconhecidas, com pequenas variações nas diferentes regiões do Estado. Na primavera, principalmente, há o aumento das temperaturas e da umidade e todos os ovos e larvas que estão no ambiente eclodem e passam a parasitar os bovinos. E este é o momento para ações que evitem uma superpopulação dos parasitas na terceira geração, que ocorre no início do outono.

Uma das principais recomendações, de acordo com o especialista, é a aplicação do Amitraz, medicamento antiparasitário que combate o carrapato, ao final do dia, para que o rebanho não seja prejudicado com o problema do calor. “O Amitraz é muito abrasivo, se banhar de manhã o animal vai passar o dia todo com isto no corpo, com o calor o animal não consegue dissipar o calor direito”, observa.

Entre outros cuidados, Pötter salienta também que nesta época quente, sombra e água fresca fazem diferença para os animais, principalmente por se tratar de uma época de cria. “Vai facilitar muito o trabalho do pecuarista juntar o gado bem cedo quando ainda não está muito quente. Além disso, é preciso cuidar o estado dos touros para ver se algum não precisa descanso, utilizando touros mais descansados. Tudo influencia nos resultados de taxa de prenhez e peso ao desmame”, salienta.

Pötter afirma que o melhoramento genético atual já pode auxiliar no controle do carrapato bovino através da seleção genômica, uma área nova dentro da genética que vem surtindo resultados animadores no Rio Grande do Sul e fora dele. Há dez anos, a Conexão Delta G desenvolve juntamente com a Embrapa Pecuária Sul, de Bagé (RS), e o Gensys Consultores Associados, com apoio da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), projeto de seleção genômica para identificar animais mais resistentes ao carrapato, e que vem trazendo resultados positivos aos que adquirem a genética provinda destes exemplares.

Fonte: Assessoria
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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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