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Cadeia de ovos debate implantação da sexagem in ovo no Brasil

Encontro reunirá empresas, produtores, incubatórios e especialistas para discutir a adoção da tecnologia.

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Foto: Divulgação

São Paulo sediará, no dia 03 de agosto, o Encontro Nacional sobre Sexagem In Ovo no Brasil, iniciativa que reunirá representantes da cadeia produtiva de ovos para discutir a adoção da tecnologia no país.

A sexagem in ovo permite identificar o sexo dos embriões ainda durante o período de incubação. A tecnologia já vem sendo utilizada em diversos países e é apontada como uma inovação para a avicultura de postura, atendendo também às demandas relacionadas ao bem-estar animal, inovação e sustentabilidade.

O evento tem como objetivo promover um debate técnico entre empresas, produtores, incubatórios, setor público, instituições financeiras e organizações da sociedade civil sobre os desafios e as oportunidades para a implementação da tecnologia no contexto brasileiro.

A programação inclui painéis sobre as tecnologias atualmente disponíveis, os desafios técnicos e operacionais para sua adoção, o papel dos incubatórios, a visão dos produtores, mecanismos de financiamento, aspectos regulatórios e os próximos passos para ampliar o uso da sexagem in ovo no Brasil.

Segundo a coordenadora do evento, Liane Soares, a proposta é reunir, pela primeira vez no Brasil, os diferentes elos da cadeia produtiva para discutir, de forma colaborativa, os caminhos para a implementação da tecnologia no país. “O objetivo do encontro é reunir, pela primeira vez no Brasil, os diferentes elos da cadeia produtiva para promover um diálogo técnico e colaborativo sobre a sexagem in ovo. Acreditamos que a construção conjunta entre setor produtivo,
empresas de tecnologia, financiadores, governo e sociedade civil é fundamental para viabilizar a implementação dessa inovação no país”, destaca Liane Soares, coordenadora do Encontro Nacional sobre Sexagem in ovo no Brasil.

As inscrições são gratuitas e estão abertas a produtores, incubatórios, empresas de tecnologia, representantes do setor público, instituições financeiras, pesquisadores, organizações da sociedade civil e demais profissionais ligados à avicultura de postura. Clique aqui para se inscrever.

Programação

● Tecnologias de Sexagem In Ovo: Soluções e Perspectivas: apresentação das tecnologias disponíveis e experiências internacionais.

● O Papel dos Incubatórios na Adoção da Tecnologia: desafios operacionais, técnicos e estruturais para implementação.

● A Visão dos Produtores: Demanda, Viabilidade e Mercado: perspectivas do setor produtivo sobre competitividade, custos e oportunidades.

● Regulação e Financiamento: Caminhos para a Implementação: debate sobre políticas públicas, regulamentação e mecanismos de financiamento para a adoção da tecnologia.

● Construção de Caminhos para a Implementação da Sexagem In Ovo no Brasil: discussão colaborativa com os participantes para identificação de oportunidades e próximos passos.

Fonte: Assessoria

Avicultura

Cenário econômico e riscos ao comércio exterior levam avicultura gaúcha a reduzir produção

Setor cita retração do consumo, volatilidade internacional e preocupação com possíveis restrições às exportações brasileiras.

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Fotos: Shutterstock

Na esteira do movimento anunciado na semana passada pela indústria de ovos, o segmento gaúcho de carne de frango também avalia reduzir o ritmo de produção. A medida vem sendo discutida por representantes da cadeia avícola diante do cenário econômico e comercial, marcado por incertezas no mercado interno e no ambiente internacional.

Segundo a avaliação do setor, a instabilidade da economia brasileira tem influenciado o comportamento do consumidor, que adota uma postura mais cautelosa diante das oscilações econômicas, afetando a demanda por alimentos.

Foto: Rodrigo Felix Leal/AEN

Entre os fatores que pressionam o mercado, a indústria destaca o elevado nível de endividamento das famílias, agravado pelo crescimento das apostas online, que, segundo informações divulgadas recentemente pela mídia, vêm comprometendo uma parcela significativa da renda da população.

No cenário externo, as preocupações envolvem o agravamento das tensões geopolíticas, o aumento de tarifas e a criação de novas barreiras comerciais, fatores que elevam a insegurança para as empresas exportadoras.

Outro ponto de atenção é a retomada dos conflitos no Oriente Médio, que provocou oscilações na cotação internacional do petróleo. De acordo com o setor, esse movimento pode aumentar os custos de produção, especialmente nas indústrias de embalagens, plásticos e combustíveis.

Também preocupa a possibilidade de restrições da União Europeia às exportações brasileiras de proteína animal, previstas para entrar em vigor em 3 de setembro de 2026. Na avaliação da indústria, a medida representa um risco relevante para a avicultura nacional.

Diante desse cenário, representantes da cadeia afirmam que o setor enfrenta um momento de elevada complexidade e defendem uma análise estratégica por parte de produtores e indústrias para preservar a sustentabilidade econômica das atividades.

Uma das alternativas em discussão é a desaceleração temporária da produção até que o ambiente econômico e comercial apresente maior estabilidade.

Apesar das dificuldades, o setor ressalta que a competitividade entre as empresas continua sendo um fator inerente à atividade e reforça a busca por eficiência. “A competitividade entre as empresas é inerente ao setor, impulsionando a busca por resultados e a valorização de cada empreendimento. O entendimento de que todos buscam excelência e têm capacidade para superar adversidades está presente no contexto diário das organizações.”

A indústria também avalia que o contexto atual exige planejamento e decisões criteriosas. “Em meio às mudanças globais e às oscilações da economia, agravadas por taxas de juros elevadas e incertezas, o momento exige esforços concentrados e decisões assertivas para enfrentar este período de desafios.”

Fonte: O Presente Rural com ASGAV/SIPARGS
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Frango congelado acumula estabilidade após alta de 0,97% no dia

Cotação paulista encerrou a semana em R$ 7,26/kg, conforme o Indicador Cepea/Esalq.

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Foto: Mapa

O preço do frango congelado em São Paulo apresentou alta na sexta-feira (10), conforme o Indicador do Frango Congelado Cepea/Esalq. O produto foi negociado a R$ 7,26/kg, com valorização diária de 0,97% e estabilidade no acumulado do mês.

Na quinta-feira (09), a cotação ficou em R$ 7,19/kg, sem alteração no dia e com recuo de 0,96% no mês. Na quarta-feira (08), o preço também foi de R$ 7,19/kg, com leve alta diária de 0,14% e queda mensal de 0,96%.

No início da semana, o mercado registrou poucas oscilações. Na terça-feira (07), o frango congelado foi cotado a R$ 7,18/kg, estável no dia e com retração mensal de 1,10%. Na segunda-feira (06), a cotação também ficou em R$ 7,18/kg, com variação diária negativa de 0,28% e recuo de 1,10% no acumulado do mês.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Chile impulsiona alta nas exportações brasileiras de ovos

Maior demanda do mercado chileno fortalece os embarques brasileiros, embora o volume permaneça abaixo do registrado um ano antes.

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Foto: Rodrigo Felix Leal/AEN

As exportações brasileiras de ovos voltaram a crescer em junho, impulsionadas principalmente pelo aumento das compras do Chile. É o que mostram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados e analisados por pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Ao todo, o Brasil embarcou 2,59 mil toneladas de ovos in natura e processados no mês. O volume representa um crescimento de 19% em relação a maio. Na comparação com junho de 2025, no entanto, houve queda de 60%.

O Chile permaneceu como o principal destino dos ovos brasileiros pelo quinto mês consecutivo. Em junho, o país importou 1,87 mil toneladas do produto, volume 41% superior ao registrado em maio.

Segundo pesquisadores do Cepea, o aumento das compras chilenas está relacionado ao primeiro foco de gripe aviária registrado em uma granja comercial do país, confirmado em abril deste ano. Desde então, o Chile intensificou as importações de ovos do Brasil.

Fonte: Assessoria Cepea
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