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Cadastro Ambiental Rural: o que fazer?

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O novo Cadastro Ambiental Rural (CAR) vem gerando dúvidas para o produtor rural. Apesar de o novo código florestal estar em vigor desde 2012, a legislação valerá somente quando houver o cadastramento dos imóveis rurais formal no novo sistema.
            O engenheiro florestal e diretor da Uniflora, empresa parceira do Sindicato Rural, Andreas Kleina (Brahma) explica que existem dois atos do Ministério do Meio Ambiente (MMA) previstos na lei nº 12.651/2012 que definem os termos e prazos do novo código. “Um deles é um decreto regulamentador e o outro é uma instrução normativa. O decreto vai dizer quando começa o prazo de 12 meses, que será prorrogável por mais 12 meses”. Mas Brahma ressalta que este decreto só poderá ser cobrado quando a instrução normativa do MMA for publicada. 
            A Lei ainda estabelece que, cinco anos após a sua sanção, o acesso ao crédito e a novos licenciamentos estará restrito aos produtores que tenham aderido ao CAR. 
            Em média, 15 estados já aderiram ao CAR. O Paraná possui o sistema de teste. “ O IAP ainda está em fase de treinamento. Essa é uma das razões que o CAR ainda não foi implantado no estado”, declara Brahma. 
            Mas para os produtores que pretendem ir se adiantando quanto ao preenchimento do cadastro, Brahma orienta. “Primeiro devemos ressaltar que o CAR é todo baseado em mapas, imagens de satélites que serão fornecidas pelo governo e mapas de propriedades”, declara. Portanto, o primeiro passo é ter os mapas desenhados da propriedade e nos formatos exigidos pelo cadastro. O produtor pode fazer os mapas em cima das imagens de satélites pelo sistema computadorizado do cadastro. Caso tenha dificuldades, deverá buscar orientação de um profissional, que terá mais facilidade em identificar os formatos aceitos pelo programa. 
            O segundo passo é o produtor ter conhecimento da sua situação ambiental. “O código nos dá muita vantagem, mas é preciso que o produtor saiba sua situação, para usar o código. Mais uma vez, será preciso procurar orientação de um profissional para verificar a coisa certa a se fazer”, afirma Brahma. 
            Quanto à documentação que o CAR exige, o engenheiro florestal diz que isso não é um motivo de preocupação. “São documentos simples, como cópia de matrícula e documentos pessoais”, finaliza Brahma.

Fonte: Ass. Imprensa do Sind. de Guarapuava

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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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