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Cabanha São Xavier, Estância Tradição e Cabanha Ouro Preto levam pra casa Supremos Grandes Campeonatos da Nacional de Rústicos de Bagé

A Suprema Grande Campeã PO da Raça Angus foi a vaca São Xavier 3150 Cuba Libre, de tatuagem 3150, de Caio Cezar Fernandez Vianna, da Cabanha São Xavier, de Tupanciretã (RS), filha de mãe São Xavier 1979 Cuba Libre e pai, São Xavier 2640 Tour of Duty.

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Suprema Grande Campeã PO da Raça Angus foi a vaca São Xavier 3150 Cuba Libre, de tatuagem 3150 - Fotos: Ricardo Pedra

No último sábado (30) foram avaliados os melhores animais da Exposição Nacional de Rústicos 2023, entregando os títulos de supremos campeões, que são os animais eleitos entre os melhores animais individuais dos trios contra os melhores animais do julgamento de rústicos individual. “Essa foi uma Exposição extremamente bonita, animais com alta genética, rústicos de verdade, que estavam nos campos. Os animais supremos, estavam espetaculares, avaliou Mariana Tellechea, presidente da Associação Brasileira de Angus.

A Suprema Grande Campeã PO da Raça Angus foi a vaca São Xavier 3150 Cuba Libre, de tatuagem 3150, de Caio Cezar Fernandez Vianna, da Cabanha São Xavier, de Tupanciretã (RS), filha de mãe São Xavier 1979 Cuba Libre e pai, São Xavier 2640 Tour of Duty. “Ela é um animal muito bem pelechado, possui bom úbere, feminina, que se movimenta bem e com bom terneiro ao pé que comprovam toda essa funcionalidade. Nossos animais estavam todos a pasto, ou seja, eles são a realidade do nosso melhoramento, mostrando que estamos no caminho certo”, comemora Camilo Vianna, representando a Cabanha São Xavier.

O Supremo Macho PO, ficou com o touro de tatuagem T153, da Parceria Rotta Assis, com o Tradição T153, filho de mãe Tradição TB396, e pai SAV Raindance 6848. A Parceria Rotta Assis levou para casa também o Supremo Grande Campeão Macho PC com o animal de tatuagem 2824, o Tradição 2824, filho de mãe Tradição T68 e pai Tradição B368.

O Supremo Grande Campeão Macho PC com o animal de tatuagem 2824, o Tradição 2824

“Este touro, que ganhou o macho PO, conforme o Marcos Berruti mesmo avaliou, é um touro completo, e não vê defeitos onde ele olha. Esta observação, e elogio, com relação ao nosso plantel com é muito honroso. O macho PC também é um exemplar lindo, muito bem acabado, com características muito bem avaliadas”, comemora Rogério Rotta Assis, da Estância Tradição, de Santa Vitória do Palmar, (RS).

Após a avaliação da raça angus por Marcos Berruti, o jurado Paulo Ricardo Dias concedeu os títulos de Supremos campeões da raça Ultrablack.

Grandes Campeões da Raça Ultrablack

A Suprema Campeã da raça Ultrablack ficou com a vaca de tatuagem 71, a Ouro Preto 71 Lonquimay Bismarck

O Supremo Campeão Macho da raça ultrablack ficou com o animal de tatuagem 60, o touro Ouro Preto 60 Francesco Zorzal, filho de pai Rancho1256 TE e mãe Ouro Preto 97 Disparo Zorzal. Já a Suprema Campeã da raça Ultrablack ficou com a vaca de tatuagem 71, a Ouro Preto 71 Lonquimay Bismarck, filha de mãe Ouro Preto 182 Bismarck e pai Corralero 8435 Curupay F-10 C.

“Ganhar os Supremos Ultrablack, tanto vacas quanto touros são de extrema alegria, é o reconhecimento do nosso trabalho. Para nós foi uma grande satisfação ganhar estes prêmios, já que estamos selecionando ultrablack há um bom tempo, é muito gratificante acompanhar o desempenho destes animais.”, finaliza Zélio Teixeira Dias, da Cabanha Ouro Preto, de Pedras Altas (RS).

Fonte: Assessoria

Notícias Após oito anos

UFSM retoma tradicional Simpósio de Sanidade Avícola

Evento será realizado de forma on-line, entre os dias 05 e 07 de junho, permitindo a participação de estudantes e profissionais de diversas regiões do país.

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Foto: Julio Bittencourt

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está em clima de celebração com o retorno do Simpósio de Sanidade Avícola, que volta a acontecer após um hiato de oito anos. Este evento, anteriormente coordenado pela professora doutora Maristela Lovato Flores, teve sua última edição em 2016 e agora ressurge graças aos esforços do Grupo de Estudos em Avicultura e Sanidade Avícola da UFSM (Geasa/UFSM). O Jornal O Presente Rural será parceiro de mídia da edição 2024 do evento.

Sob a nova liderança dos professores doutores Helton Fernandes dos Santos e Paulo Dilkin, o evento chega a 11ª edição e promete manter o alto padrão técnico-científico que sempre marcou suas edições anteriores. “Estamos imensamente satisfeitos e felizes em anunciar o retorno deste evento tão importante para a comunidade avícola”, declararam os coordenadores.

O Simpósio está marcado para os dias 05, 06 e 07 de junho e será realizado de forma on-line, permitindo a participação de estudantes e profissionais de diversas regiões do país. “Com um programa cuidadosamente planejado ao longo dos últimos meses, o evento pretende aprofundar os conhecimentos sobre sanidade avícola, abrangendo temas atuais e pertinentes à Medicina Veterinária, Agronomia e Zootecnia”, evidenciou o presidente do Geasa/UFSM, Matheus Pupp de Araujo Rosa.

Entre as novidades deste ano, destaca-se o caráter beneficente do evento. Em solidariedade às vítimas das recentes enchentes que atingiram o estado do Rio Grande do Sul, 50% do valor arrecadado com as inscrições será doado para ajudar aqueles que foram afetados por essa adversidade.

Os organizadores também garantem a presença de palestrantes de renome, que irão abordar as principais pautas relacionadas à sanidade nos diversos setores da avicultura. “Estamos empenhados em proporcionar um evento de alta qualidade, que contribua significativamente para o desenvolvimento profissional dos participantes”, afirmaram.

Em breve, mais detalhes sobre os palestrantes, temas específicos e informações sobre inscrições serão divulgados. Para acompanhar todas as atualizações, você pode também seguir  o perfil oficial do Geasa/UFSM pelo Instagram. “O Simpósio de Sanidade Avícola é uma excelente oportunidade para a comunidade acadêmica e profissional se reunir, trocar conhecimentos e contribuir para o avanço da avicultura, enquanto também apoia uma causa social de grande relevância”, ressalta Matheus.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias

Carne de frango ganha competitividade frente a concorrentes

No caso da carne suína, as cotações iniciaram maio em alta, impulsionadas pela oferta mais “enxuta” e pelo típico aquecimento da procura em começo de mês. Quanto ao mercado de boi, apesar dos valores da arroba seguirem pressionados, as exportações intensas de carne podem ajudar a limitar a disponibilidade interna e, consequentemente, a sustentar os valores da proteína no atacado.

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Foto: Shutterstock

Enquanto a carne de frango registra pequena desvalorização em maio, frente ao mês anterior, as concorrentes apresentam altas nos preços – todas negociadas no atacado da Grande São Paulo.

Como resultado, pesquisas do Cepea mostram que a competitividade da proteína avícola tem crescido frente às concorrentes.

Para o frango, pesquisadores do Cepea explicam que a pressão sobre os valores vem da baixa demanda em grande parte da primeira quinzena de maio (com exceção da semana do Dia das Mães), o que levou agentes atacadistas a baixarem os preços no intuito de evitar aumento de estoques.

No caso da carne suína, levantamento do Cepea aponta que as cotações iniciaram maio alta, impulsionadas pela oferta mais “enxuta” e pelo típico aquecimento da procura em começo de mês.

Quanto ao mercado de boi, apesar dos valores da arroba seguirem pressionados na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, as exportações intensas de carne podem ajudar a limitar a disponibilidade interna e, consequentemente, a sustentar os valores da proteína no atacado.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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Notícias Em apoio ao Rio Grande do Sul

Adapar aceita que agroindústrias gaúchas comercializem no Paraná

Medida é válida para agroindústrias do Rio Grande do Sul com selo de inspeção municipal ou estadual e tem validade de 90 dias. A Adapar enviou uma declaração expressa ao Ministério alinhada a essa autorização, e vai disponibilizar no site oficial uma lista dos estabelecimentos aptos a vender esses produtos.

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Foto: Mauricio Tonetto/Secom RS

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) vai aceitar que agroindústrias gaúchas com selo de inspeção municipal ou estadual vendam seus produtos em território paranaense.

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou na última quarta-feira (15) a Portaria Nº 1.114, permitindo temporariamente a comercialização interestadual de produtos de origem animal do Rio Grande do Sul, em caráter excepcional.

A Adapar enviou uma declaração expressa ao Ministério alinhada a essa autorização, e vai disponibilizar no site oficial uma lista dos estabelecimentos aptos a vender esses produtos, garantindo a segurança e a qualidade alimentar para os consumidores.

A decisão atende a uma solicitação da Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios (AGL) pela flexibilização das regulamentações vigentes, com o objetivo de garantir a continuidade da venda dos produtos de origem animal produzidos em território gaúcho, tendo em vista o impacto das enchentes para os produtores rurais.

O assunto foi debatido em uma reunião online realizada na terça-feira (14) entre os órgãos e entidades de defesa agropecuária do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais e o Mapa.

“Essa medida representará um alívio significativo para as pequenas empresas, com o escoamento de produtos que poderão ser revendidos nos estabelecimentos distribuídos por diversos estados brasileiros”, explica o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins. As autorizações dispostas na Portaria do Ministério são válidas pelo prazo de 90 dias.

Para a gerente de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Adapar, Mariza Koloda, a iniciativa representa um importante passo na busca por soluções ágeis e eficazes para enfrentar os desafios impostos pelo cenário de crise no Rio Grande do Sul.

“A cooperação entre os órgãos de defesa agropecuária e o Ministério demonstra o compromisso em atender às necessidades dos produtores e consumidores, ao mesmo tempo em que se mantém a integridade e segurança dos alimentos comercializados em todo o País”, diz.

Segundo a AGL, a grande maioria das agroindústrias familiares depende de feiras, restaurantes, empórios, hotéis, vendas digitais para consumidor direto ou de compras institucionais pelo Poder Público. O impacto das chuvas prejudicou a comercialização das agroindústrias em todas as regiões, com produtores que perderam animais, lavouras e instalações.

Fonte: AEN-PR
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