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C.Vale completa 55 anos de fundação

Para comemorar os 55 anos de fundação da C.Vale, simultaneamente em todas as unidades de negócios foi realizado uma café da manhã entre associados, funcionários e clientes

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Nesta quarta-feira (07), a C.Vale comemora 55 anos de fundação. A semente da prosperidade lançada em solo fértil por 24 associados transformou a cooperativa na segunda maior do Brasil. Com a industrialização, o grão virou proteína animal ao alimentar em escala comercial frangos, suínos, gado e peixes. A C.Vale ainda produz mandioca, comercializa insumos, peças, acessórios e revende máquinas agrícolas. A cooperativa conta ainda com aviação agrícola, posto de combustível e mantém uma rede de supermercados com lojas no Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Para o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, o leque da diversificação tem gerado renda, empregos e qualidade de vida em toda sua área de atuação. "Começamos com um armazém para 60 mil sacas e hoje recebemos mais de 68 milhões de sacas. Temos 149 unidades de negócio em 74 municípios de cinco estados brasileiros e no Paraguai. Nosso faturamento vai passar de 8 bilhões agora em 2018. Essas conquistas são resultado do empenho, da criatividade e da superação dos nossos 20.842 associados e dos 9.400 funcionários. Obrigada a todos que diariamente nos ajudam a escrever um novo capítulo desta história de superação", enfatizou o líder.

Para comemorar os 55 anos de fundação da C.Vale, simultaneamente em todas as unidades de negócios foi realizado uma café da manhã entre associados, funcionários e clientes. A meta mais imediata da cooperativa é elevar a produção de 65 mil para 90 mil tilápias/dia até abril de 2019.

Fonte: Assessoria

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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Divulgação

O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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