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Empresas Auster

Butirato de sódio é alternativa a antibióticos para melhoria da performance de aves de corte

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Divulgação Auster

A redução e o uso racional de antibióticos na produção animal têm sido pautados mundialmente como prioridade para a saúde da cadeia produtiva e dos consumidores, o que alavanca a procura por alternativas naturais que ajudem na melhora do desempenho das aves. De acordo com a médica veterinária Sibele Lourenço, representante técnica comercial da Auster Nutrição Animal, o uso de ácidos orgânicos, constituintes naturais das plantas e dos animais, é uma opção ao uso de antibióticos. Entre suas vantagens, eles tornam mais eficiente a utilização dos nutrientes contidos nos ingredientes da ração sem oferecer riscos à saúde dos consumidores, servindo como ferramenta nutricional complementar.

“O butirato de sódio, sal derivado do ácido butírico, tem sido priorizado por ser sólido, mais estável e causar menos desconforto ao ser manipulado (apresenta odor menos intenso), tendo grande potencial como substituto para os antibióticos promotores de crescimento devido às suas características multifuncionais, que o diferenciam dos demais ácidos orgânicos”, explica a representante técnica da Auster.

Entre os benefícios da sua utilização estão a redução do pH gástrico e intestinal, aumento da atividade de enzimas proteolíticas, melhoria da digestão e absorção de nutrientes, redução das bactérias enteropatogênicas, estimulando a secreção de enzimas pancreáticas, favorecendo o equilíbrio da microbiota intestinal, fornecendo energia com baixo incremento calórico e maior palatabilidade das rações. O butirato de sódio também atua na manutenção da integridade da barreira intestinal e, em consequência, proporciona maior eficiência alimentar e ganho de peso, além de estar associado ao controle de patógenos intestinais de frangos de corte, como Salmonella spp., Clostridium perfringens e Escherichia coli.

Sibele Lourenço informa que não há restrição de uso para o butirato de sódio, podendo ser utilizado nas formas livre ou protegida (microencapsulada). Entretanto, é necessário que os avicultores e técnicos se atentem a fatores como nível de inclusão, composição da dieta, interação com outros aditivos ou nutrientes dietéticos, idade e estado de saúde das aves. “Estes aspectos devem ser levados em consideração ao avaliar os efeitos dos derivados de butirato, particularmente em relação ao desempenho dos animais”, completa.

A Auster possui em seu portfólio o Novyrate C, aditivo acidificante composto por butirato de sódio revestido por ácidos graxos de cadeia média e curta, garantindo sua ação do início ao fim do trato gastrointestinal, diferencial em comparação aos demais produtos disponíveis no mercado. “Este recobrimento faz com que o ácido seja liberado após a ação da lipase, proporcionando sua lenta liberação ao longo do trato gastrointestinal, evitando a proliferação excessiva de bactérias indesejáveis e mantendo o equilíbrio da microbiota”, explica Sibele Lourenço.

A representante técnica da Auster afirma, ainda, que o Novyrate C tem como vantagem o fato de possuir características químicas parecidas com o ácido butírico livre, apresentando baixo peso molecular, visto que ácidos orgânicos com maior peso molecular possuem menor capacidade de difusão e, portanto, menor facilidade em atravessar as membranas celulares e exercer efeitos antibacterianos. A recomendação de uso do Novyrate C para frangos de corte é de 1,0 a 2,0 kg/tonelada, poedeiras: 0,25 a 1,0 kg/tonelada, matriz pesada: 0,25 a 2,5 kg/tonelada e leitões: 1,0 a 2,5 kg/tonelada.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

Ceva Saúde Animal é nova parceira do AgTech Garage

Iniciativa visa estreitar o relacionamento da companhia com novos parceiros para desenvolvimento de soluções inovadoras

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Foto: Divulgação

A Ceva, uma das maiores empresas de saúde animal do mundo, é a nova parceira do AgTech Garage, maior hub de inovação do Agronegócio a nível mundial, que tem como objetivo estimular o desenvolvimento de soluções tecnológicas que aumentem a sustentabilidade e a competitividade do agronegócio brasileiro.

“A parceria com o AgTech Garage estimulará a criação de um ambiente ainda mais propício para o desenvolvimento de inovações com foco no mercado, além de fortalecer o conceito de Open Innovation dentro da organização”, afirma a diretora de I&D da Ceva, Janaina Carlstron

Com sede em Piracicaba (SP), o AgTech Garage é especializado em promover conexões entre grandes empresas, startups, instituições de ensino, investidores,  produtores rurais e outros atores do ecossistema de inovação no campo.

Com foco nas demandas de um mercado cada vez mais conectado, a Ceva Brasil viu na parceria a oportunidade de trazer mais dinamismo e diversidade para o desenvolvimento de novas soluções, visando ampliar e fortalecer os negócios da companhia.

“As expectativas com essa parceria são grandes. O AgTech Garage conecta de forma estratégica os principais players do ecossistema, sendo fundamental para termos acesso às mais diferentes iniciativas e melhores práticas. A expertise dos gestores de comunidade do hub será importante durante toda essa trajetória”, explica Beatriz Ortolani, que além de ser a gerente de linha de produtos de pecuária leiteira da Ceva, será o ponto focal da parceria.

Para estreitar o relacionamento com o Hub e levar as possibilidades de inovação para todos os setores da empresa, a Ceva criou um comitê de inovação que conta com representantes das áreas de Pecuária, Suínos, Aves, Pets, RH, Supply, P&D e G&A da companhia.

“O agronegócio brasileiro precisa ser cada vez mais eficiente, sustentável e rentável, e a inovação no campo tem sido primordial para auxiliar os produtores nessa missão. Por isso, a parceria AgTech Garage/ CEVA reforça nosso papel como fomentadores de soluções inovadoras para o segmento”,  finaliza o diretor geral da Ceva Brasil, Giankleber S. Diniz.

 

“É uma enorme satisfação ter a CEVA como Innovation Partner do AgTech Garage, pela empresa que é hoje, com excelência reconhecida a nível global, e pela relevância estratégica e engajamento de alto nível que estão empreendendo nessa jornada de inovação que vai construir seu futuro.” Comenta com orgulho José Tomé, CEO do AgTech Garage.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Aviagen inicia operações na Argentina com novas instalações em San Juan

A Aviagen se torna a primeira empresa de genética de aves com operação na Argentina

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Divulgação: Luis Cesio é business manager da Aviagen na América do Sul, exceto Brasil

Em 18 de Dezembro, a Aviagen® inaugurou uma nova subsidiária na América Latina, a Aviagen Argentina. Localizada na província de San Juan e composta por uma granja de avós, um incubatório de matrizes e uma fábrica de ração, a Aviagen Argentina se torna a primeira operação avícola independente de integrações com produção local no país. Com uma capacidade de produção de 2,5 milhões de matrizes ao ano, a nova empresa suprirá o mercado doméstico com aves Ross®.

Para fornecer as aves de alta qualidade da marca Ross, com ração livre de patógenos, a nova fábrica de ração será equipada com recursos de ponta para ótima biossegurança, capacidade de processamento e qualidade. Com equipamentos voltados para a eficiência energética, a unidade foi projetada para a menor pegada ambiental possível.

Juntas, as instalações gerarão 100 empregos para a comunidade local. Os clientes argentinos continuarão a receber os excelentes serviços da equipe de suporte a clientes da Aviagen global, os quais trabalham regularmente para otimizar o potencial genético das aves Ross e fortalecer o sucesso de seus negócios.

As aves Ross são altamente populares na Argentina e em toda a América Latina, beneficiando os produtores avícolas através da forte viabilidade, alto rendimento de carne, uma taxa de crescimento saudável e elevada resistência aos ambientes.

Luis Cesio, business manager da Aviagen na América do Sul, excluindo Brasil (SAEB), explicou que o mercado avícola na Argentina segue em crescimento, com um consumo por volta de 50 quilos per capita/ano. Ele adicionou que a Argentina é ideal para a produção de frangos, pois detém bom ambiente e condições de biossegurança, aliados à uma força de trabalho qualificada. “A Aviagen segue comprometida com a indústria avícola na América Latina e na Argentina, e a marca Ross é muito bem vista no mercado avícola do país, com um alojamento total de 8 milhões de matrizes/ano. A necessidade de matrizes com alta qualidade continua em ascensão, e é por isso que nossa empresa agora está estendendo seu alcance global para a Argentina, com uma produção de matrizes de alta qualidade próxima aos mercados onde atuamos”.

“Estou muito satisfeito em dar as boas-vindas à Aviagen Argentina em nossas operações na América Latina. Estamos caminhando numa dinâmica expansão na região. Há dois anos, nós iniciamos com a Aviagen Peru e a Aviagen Colômbia. Agora, com a Aviagen Argentina, estamos rapidamente expandindo nosso alcance em uma região extremamente dinâmica e estratégica”, agregou o presidente da Aviagen América Latina, Ivan Lauandos.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Avicultura

Estudo compara ação de vacinas comerciais contra a doença de Marek em poedeiras

Pesquisa foi publicada na última edição da Revista Ars Veterinária, da Unesp/Jaboticabal

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Arquivo/OP Rural

Um estudo realizado em 2020 pela Hendrix Genetics, empresa especializada em genética de aves, em parceria com a Zoetis, foi destaque na última edição da Revista Ars Veterinária, da Unesp/Jaboticabal. “O artigo que despertou o interesse dessa importante publicação científica foi assinado por toda a equipe técnica de Aves da Zoetis Brasil, em parceria com a Hendrix”, completa o médico-veterinário Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis.

A pesquisa teve como objetivo comparar a replicação de vacinas comerciais na prevenção e no controle da doença de Marek, causada por um herpesvírus, que provoca neoplasias linfoproliferativas em nervos periféricos e em órgãos como gônadas, íris, vísceras, músculos e pele nas aves.

O estudo contou com 300 animais da linhagem Hisex (Hendrix Genetics), divididos em três grupos de igual tamanho. Cada um deles recebeu um protocolo vacinal – um com vacina convencional e os outros dois com vacinas vetorizadas, porém de laboratórios diferentes. Para garantir imparcialidade em todo o processo analítico das amostras, os materiais coletados foram identificados por cores e letras.

A observação comparativa tanto da fração CVI como HVT das vacinas analisadas se deu em três fases – aos 14, 21 e aos 28 dias de vida das aves. Todas as aves foram vacinadas em seu primeiro dia de vida. Ao contrário de outros métodos investigativos, a análise foi feita de modo não invasivo, por meio de material coletado em folículos de penas, região em que o vírus vacinal se multiplica.

Após coleta e análise das três amostras, os pesquisadores concluíram que animais em que a replicação do vírus se mostrou mais veloz e intensa receberam a vacina convencional – observação feita já pela primeira coleta de material, aos 14 dias. Logo a vacina convencional mostrou-se mais veloz e intensa desde a fase inicial, atingiu o platô de proteção nas aves mais rapidamente que as demais. “Estudos como esse são relevantes para os produtores de aves de vida longa (poedeiras comerciais ou reprodutoras), pois apontam diferenças importantes entre as várias tecnologias disponíveis e ajudam na escolha da ferramenta mais adequada de acordo com a realidade de campo”, pontua Muniz.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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