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Notícias Explosão em Unidade de Grãos

Buscas no armazém 3 da C.Vale seguem para resgatar vítima soterrada

Trabalho para encontrar trabalhador desaparecido envolvem equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil, da Polícia Militar, da Defesa Civil, do município de Palotina e do Grupo de Operações de Socorro Tático (Gost).

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Os trabalhos para resgatar a vítima soterrada por cerca de 10 mil toneladas de grãos no armazém 3 da Cooperativa Agroindustrial C.Vale continuam em ritmo intenso. “O silo de armazenamento está com a capacidade de 10 mil toneladas de grãos. Os caminhões graneleiros que são observados pelas estradas levam em média 30 toneladas. Então no silo de armazenamento de Palotina está como se estivesse carregado com cerca de 330 caminhões de carga de grãos,” explicou o capitão Corpo de Bombeiros, André Luiz Ekermann.

Fotos: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Conforme informações da corporação, nesta sexta-feira (28) é realizada nova varredura nos escombros dos silos da cooperativa em que houve a explosão. As ações para buscar acessos alternativos por túneis, além do trabalho de cães farejadores, para chegar até a vítima e resgatá-la envolvem equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil, da Polícia Militar, da Defesa Civil, do município de Palotina e do Grupo de Operações de Socorro Tático (Gost).

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias (Sintomege), o nome da vítima é Alfred Celestin, de 55 anos. Para mais informações clique aqui.

Até o momento 19 pessoas foram retiradas do local, sendo 11 encaminhadas para atendimento em unidades hospitalares e oito mortas.

Suporte as famílias das vítimas

A Cooperativa Agroindustrial C.Vale atualizou, no início da tarde desta sexta-feira, as informações sobre a explosão ocorrida na unidade central de recebimentos de grãos na última quarta-feira (26).

Na nota, a direção da  cooperativa informa que está prestando apoio integral às famílias das vítimas envolvidas no incidente. As ações de suporte incluem acompanhamento hospitalar, assistência aos familiares das vítimas, disponibilização de transporte para parentes que se encontram internados em hospitais de outros municípios, além de contato direto com os serviços públicos de assistência social e disponibilização de médicos e enfermeiros para auxiliar no atendimento às vítimas.

Segundo informações da C.Vale, os colaboradores que quiseram participar dos velórios das vítimas foram liberados do trabalho. “Questão que está sendo acompanhada pelo Ministério Público do Trabalho e pelo Poder Judiciário”, diz no comunicado.

Mais de 200 profissionais, sob a coordenação de um Comitê de Gerenciamento de Crise, estão engajados nas operações de resgate e no auxílio às famílias e vítimas afetadas pela explosão nos silos.

A cooperativa possui várias unidades espalhadas por todo o Brasil, e, exceto pela unidade afetada pelo incidente, as atividades nas demais unidades continuam funcionando normalmente.

A C.Vale reforçou seu compromisso em prestar toda a assistência necessária durante esse período difícil e está trabalhando em cooperação com as autoridades para esclarecer os fatos e garantir a segurança dos colaboradores em suas operações.

Fonte: O Presente Rural

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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