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Bronquite Infecciosa: Um desafio para indústria avícola mundial

Doença afeta frangos de cortes, matrizes e poedeiras causando prejuízos econômicos em toda a cadeia produtiva

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As doenças respiratórias são um dos principais desafios enfrentados pela indústria avícola mundial. Dentre elas, a Bronquite Infecciosa (BI) é responsável por uma série de prejuízos produtivos. Segundo dados de um estudo do Banco Mundial, a BI é a segunda enfermidade de maior impacto econômico do mundo.

Causada por um coronavírus, a doença tem tropismo por células ciliadas, principalmente do trato respiratório, mas pode atingir também os tecidos renal, reprodutivo e entérico, causando queda na produtividade e aumento de condenações no abatedouro.

A BI afeta aves de todas as idades e o quadro clínico e sua intensidade são diretamente influenciados por fatores como, virulência da cepa no campo, estado fisiológico, sanitário e imunológico do animal, presença de infecções secundárias, qualidade da ambiência, entre outros.

“Os frangos de corte são susceptíveis aos vírus desde o primeiro dia. O agente ingressa pelas vias respiratórias e se replica em diversos tecidos. Nos frangos de corte, a doença causa enfermidade respiratória, distúrbios renais, aumento da mortalidade, redução no desempenho zootécnico, aumento de condenações sanitárias no abatedouro, atrasos na linha de abate entre outros prejuízos. Nas poedeiras, gera doença respiratória com aumento da mortalidade, redução da uniformidade de peso, redução da produtividade e perda na qualidade das cascas de ovos. Já as matrizes afetadas pela doença apresentam aumento da mortalidade de machos e fêmeas, problemas de fertilidade, , perda na qualidade e quantidade de ovos produzidos no período de postura e queda no número de pintos produzidos. O quadro clínico das aves infectadas pela BI também pode ser agravado por infecções secundárias causadas por outros vírus ou bactérias”, explica o Gerente de Marketing da Unidade de Aves da Ceva Saúde Animal, Tharley Carvalho.

A propagação da Bronquite Infecciosa na granja dependerá da infectividade do agente, a susceptibilidade dos indivíduos no lote e do contato entre lotes. Estudos mostram que em uma população predisposta, uma única ave infectada tem capacidade para contaminar outras 20. “Por isso, é importante investir em um programa de vacinação adequado e em produtos de qualidade que proporcionam proteção e prevenção da disseminação de doenças”, afirma Carvalho.

No Brasil, o grupo variante brasileiro BR é o mais prevalente representando 70% das detecções em todas as regiões avícolas do país. As perdas econômicas causadas pela doença são observadas mesmo em aves adequadamente vacinadas com a cepa Massachusetts, devido à baixa similaridade genética entre os vírus vacinal e de campo circulante nos planteis brasileiros. De acordo com estudos de proteção, a cepa Massachusetts protege apenas entre 40% e 50% contra desafios pela Bronquite Brasileira BR. “Por isso, a Cevac IBras, uma vacina brasileira para um desafio brasileiro, é uma importante aliada no combate da BI no país. Foram 8 anos de pesquisas e testes para desenvolvermos um produto que oferecesse proteção completa contra o desafio da cepa BR” ,  declara o Gerente de Serviços Veterinários da Unidade de Aves da Ceva Saúde Animal, Jorge Chacón

Frente aos desafios impostos pela doença, a Ceva Saúde Animal desenvolveu a Cevac IBras, a primeira vacina viva contra a Bronquite variante brasileira (BR). A imunização confere proteção clínica contra a variante BR e reduz a taxa de excreção viral. Além disso, pode ser aplicada desde o primeiro dia de vida. “A vacina é eficiente frente aos desafios da BI, conferindo proteção robusta contra danos na atividade ciliar, lesões microscópicas e reduzindo a excreção viral em mais 800 vezes. Desta forma, protege a ave e o ambiente, reduzindo a pressão de infecção na granja”, finaliza Carvalho.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Pif Paf conquista certificação ambiental inédita

Empresa comemora certificação inédita, que atesta a qualidade de seu inventário de gases de efeito estufa e reforça o compromisso com o meio ambiente

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O compromisso com a sustentabilidade garantiu à Pif Paf Alimentos mais uma conquista inédita. A empresa recebeu o Selo Ouro no Programa Brasileiro GHG Protocol, importante ferramenta usada para entender, quantificar e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa de uma organização. Resultado ainda melhor do que o alcançado em 2019, quando a companhia foi a primeira no setor de alimentos congelados em Minas Gerais a participar da iniciativa e realizar esse mapeamento, o que lhe rendeu o Selo Prata. Neste ano, com o Selo Ouro, a companhia se junta a outras duas do setor como as únicas que possuem essa certificação.

A nova classificação Ouro atesta que, além de seguir todas as diretrizes do programa, a Pif Paf teve o inventário corporativo auditado por uma instituição verificadora independente, o que assegura credibilidade, exatidão e qualidade ao processo de mensuração. “É muito gratificante recebermos mais um reconhecimento dos nossos esforços diários para garantir uma atuação responsável e sustentável aos processos produtivos. Valoriza ainda mais nosso compromisso com o meio ambiente, com a integração das mudanças climáticas ao nosso negócio e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU”, destaca a vice-presidente de Gente, Gestão e Sustentabilidade, Maria Paula Brancatelli.

O inventário desenvolvido pela empresa – uma espécie de raio X das principais fontes de emissão de gases de efeito estufa em cada processo – reúne dados que permitem definir novas metas e estratégias responsáveis, bem como adotar tecnologias e procedimentos que reduzam os impactos ambientais das atividades. O Protocolo de Gases de Efeito Estufa (GHG Protocol) é um método utilizado por diversos países. No Brasil, é aplicado por meio do Programa Brasileiro GHG Protocol, coordenado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fonte: Assessoria
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Evonik reforça a corrente do bem

Desde o início da pandemia, muitas ações foram adotadas para preservar a saúde e segurança de todos os colaboradores; manter as fábricas em atividade; além de doações e o desenvolvimento de um sanitizante de mãos para doação

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Bem antes da contaminação por COVID-19 ser classificada como pandemia mundial, a Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, iniciou um plano de ação para proteção de seus colaboradores na região, assim como garantir a continuidade das atividades produtiva e comercial.

Já no mês de janeiro, instituiu um comitê de gerenciamento de crise dedicado ao assunto e, diante de todos os desafios impostos pela disseminação do Coronavírus, o posicionamento foi o de manter suas atividades em operação como forma de contribuir para abastecer setores essenciais, incluindo saúde, alimentação, transporte, agronegócio, nutrição animal, construção e embalagem, entre tantos outros.

 

Sanitizante para doação

Uma das ações colocadas em prática foi o desenvolvimento de um sanitizante para as mãos. O novo produto, denominado TEGO 2020F, foi manufaturado na unidade da Evonik instalada na cidade de Americana (SP) e teve a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para distribuição na área da Saúde. Do total produzido, diversas entidades já receberam a doação do sanitizante, entre elas:

-Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Mogi das Cruzes (SP);
-Hospital do Exército de São Paulo;
-Hospital Maternidade São Camilo, de Aracruz (ES);
-Unidade Básica de Saúde Família Barra do Riacho (ES).
-Ação solidária

Ao mesmo tempo a empresa tem buscado direcionar ações solidárias para as comunidades nas quais está inserida com suas fábricas. Entre as doações já realizadas estão:

-cestas básicas para as famílias dos alunos que participam do Projeto Saber Viver, de Barra do Riacho, em Aracruz (ES);
-produtos de higiene, de limpeza, máscaras e luvas para o Asilo Recanto do Ancião de Barra do Riacho (ES);
-produtos de limpeza geral para a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Barra do Riacho (ES);
-peróxido de hidrogênio e água destilada para a fabricação de sanitizante para as mãos que foram doados aos hospitais da região de Aracruz;
-equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), como luvas, macacões e óculos para a Secretaria Municipal de Saúde de Castro, no Paraná;
-dietas enterais às Casas André Luiz, referência no atendimento à pessoa com deficiência intelectual dentro do Estado de São Paulo.

“Por meio destas iniciativas reforçamos nossos valores e os pilares que sustentam nossa marca na região América Central e do Sul e no mundo”, observa Elias Lacerda, Diretor Presidente para a Região América Central e do Sul da Evonik.

Fonte: Assessoria
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Empresas Bovinos

Resultado mais que positivo

Palestra virtual sobre estratégias para otimizar a digestibilidade de fibra e amido da silagem de milho foi marcada pela participação efetiva e qualidade técnica

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Gerente Técnica de Nutrição e Formulação para Ruminantes da Polinutri, Beatriz Venturelli - Foto: Divulgação

Levar informações de qualidade para profissionais da pecuária leiteira foi a proposta da palestra realizada pela Unidade de Negócios Ruminantes Polinutri em 26 de agosto. Evento que atesta o compromisso da companhia de estar junto de seus pares para construção de parcerias sólidas e duradouras.

Quem conduziu os trabalhos foi o professor assistente do departamento de Nutrição Animal da Universidade de Wisconsin (Estados Unidos), Dr. Luiz Ferraretto, com a palestra “Estratégias para otimizar a digestibilidade de fibra e amido da silagem de milho”, tema técnico de elevada procura pelos profissionais do meio devido aos constantes desafios nesta fase.

“Ao todo tivemos mais de 140 participantes on-line interessados no tema”, inicia a Gerente Técnica de Nutrição e Formulação para Ruminantes da Polinutri, Beatriz Venturelli. De acordo com ela, levar para os produtores um tema de maneira simples para a melhor compreensão sobre a qualidade da silagem de milho para o desempenho positivo das vacas de leite é de suma importância para atualização destes profissionais.

“O elevado conhecimento técnico do nosso palestrante, o Prof. Dr. Luiz Ferraretto, prendeu a atenção dos participantes que após a apresentação permaneceram na sala virtual para a sessão de perguntas. Sinal que nos deixa com a sensação de dever cumprido, pois levamos informações de relevância para o dia a dia da pecuária leiteira e este é o nosso compromisso”, destaca Beatriz.

A gerente prevê mais ações como essa. “Nossos parceiros e clientes podem aguardar outras ações como essa”, revela.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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