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Notícias Produção de alimentos

BRF investe mais de R$18 milhões em Paranaguá

Anúncio foi realizado durante visita do CEO global da Companhia, Lorival Luz, para celebrar o aniversário da cidade e os 30 anos de Qualy

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Lourival da Luz / Divulgação

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, vai investir R$ 18,8 milhões na modernização de sua unidade de margarinas em Paranaguá, no litoral do Paraná. O anúncio foi feito na manhã de hoje, dia 28, pelo CEO global da Companhia, Lorival Luz, durante reunião com o prefeito Marcelo Roque. O executivo também destacou os 30 anos da marca Qualy, margarina mais querida dos brasileiros e líder isolada da categoria, além da importância da cidade para a BRF.

O investimento em Paranaguá integra um total de R$ 292 milhões anunciados pelo CEO da BRF em maio ao governador Ratinho Júnior, para modernização e ampliação das unidades da companhia no Paraná até 2022. “A BRF tem presença relevante em Paranaguá, com uma das maiores plantas de margarina da América Latina.Temos uma longa históriano Estado, crescemos e geramos 18 mil empregos diretos. Os investimentos são parte importante da Visão 2030,nosso plano de crescimento sustentável para chegar à receita de R$ 100 bilhões nos próximos 10 anos.Alinhado ao nosso propósito de oferecer uma vida melhor a todos com integridade, segurança e qualidade, queremos criar mais oportunidades e seguir impactando toda a comunidade de forma positiva”, afirmou Lorival Luz.

“Como gestor público, não posso deixar de destacar os investimentos e a geração de empregos da BRF, uma empresa que está fortemente ligada ao desenvolvimento do nosso município”, disse o prefeito Marcelo Roque.

Após a reunião, o CEO global da BRF visitou uma intervenção artística no Aquário Marinho, homenagem de Qualy a Paranaguá, em celebração ao aniversário de 373 anos da cidade. A ação faz parte da campanha “Venha fazer parte desta história”, um sucesso com os moradores da cidade, que enviaram suas experiências de conexão com Qualy para o site www.qualy30anos.com.br. As duas histórias mais votadas foram das parnanguaras Rosania Santos e Reila da Cunha.

O artista local Gio Negromonte retratou por meio das cores o momento de café da manhã com Qualy, juntamente com a representação da Fonte Histórica de Paranaguá, patrimônio da cidade, para ressaltar a importância de valorizar a história. Além disso, Negromonte trouxe para arte uma mulher representando Paranaguá, conhecida pela comunidade local como ‘mãe do Paraná’, segurando um bolo com a vela dos 373 anos em celebração ao aniversário da cidade.

Portfólio ampliado

Inaugurada em 1982, a planta industrial da BRF em Paranaguá iniciou a produção de margarinas em 1991. Hoje lidera o mercado brasileiro com as marcas Qualy, Claybom, Sofiteli, Deline e Bom Sabor, também exportadas para Chile, Uruguai, Paraguai e Angola. Em Paranaguá, a produção de margarinas da BRF é responsável pela geração de 650 empregos diretos.

No final de 2020, Qualy ampliou seu portfólio trazendo aos consumidores manteiga com e sem sal, requeijão tradicional e light, além de opções de pão de queijo amanteigado. As novidades consolidam a hegemonia de Qualy no momento do café da manhã e ampliam a presença da marca em outras ocasiões de consumo. Em abril deste ano, foi anunciada a ampliação da distribuição de pão de queijo para todo o território nacional e manteiga e requeijão passaram a estar presentes nos estados do Sudeste do País. Os novos produtos e as margarinas da marca podem ser adquiridos no Mercato Sadia, loja modelo da BRF, e no Mercato em Casa, e-commerce da Companhia. Além disso, Qualy trouxe mais uma inovação para o mercado, agora para o Food Service.A partir de 1º de agosto a marca lança a versão para uso individual em blister, embalagem de 10g da margarina tradicional com sal para as regiões São Paulo Capital, Sudeste e Nordeste.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Fluxo de negócios para suíno melhora e preços sobem no Brasil

Fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de suínos apresentou movimento consistente de alta nos preços nos últimos dias, tanto para o quilo vivo quanto para os cortes vendidos no atacado

O analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, disse que o fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada. “Os frigoríficos seguem em processo de ajuste de estoques, se recuperando das incertezas relacionadas à logística da última semana”, pontua.

A perspectiva é de maior acirramento nas negociações na segunda quinzena, período no qual o escoamento tende a ser mais tímido devido a menor capitalização das famílias. “Por outro lado, o estreito spread entre a carcaça suína e o frango congelado pode favorecer a reposição”, afirma.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 9,01% na semana, de R$ 5,90 para R$ 6,43. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado avançou 2,58%, de R$ 11,06 para R$ 11,34. A carcaça registrou um valor médio de R$ 10,16, elevação de 10,31% frente ao valor registrado na semana passada, de R$ 9,21.

As exportações de carne suína fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 96,74 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 13,82 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 40,88 mil toneladas, com média diária de 5,84 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.366,30.

Em relação a setembro de 2020, houve alta de 64,85% no valor médio diário da exportação, ganho de 61,26% na quantidade média diária exportada e valorização de 2,23% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise mensal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo avançou de R$ 115,00 para R$ 140,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 5,60 para R$ 5,70. No interior do estado a cotação mudou de R$ 5,95 para R$ 6,60.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração aumentou de R$ 5,85 para R$ 5,90. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 6,10 para R$ 6,70. No Paraná o quilo vivo mudou de R$ 5,75 para R$ 6,55 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo seguiu em R$ 5,60.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande subiu de R$ 5,50 para R$ 6,10, enquanto na integração o preço passou de R$ 5,45 para R$ 5,70. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 6,40 para R$ 7,00. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. No mercado independente mineiro, o preço avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis aumentou de R$ 5,30 para R$ 5,80. Já na integração do estado o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,70.

Fonte: Agência Safras
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Notícias Safra de inverno

Colheita do trigo é iniciada no Brasil e clima segue no centro das atenções

Clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina

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Divulgação

A colheita de trigo foi iniciada nesta semana no Brasil. O clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita da safra 2020/21 atinge 2% da área estimada de 1,213 milhão de hectares. A área é 7% maior ante os 1,136 milhão de hectares cultivados na safra 2019/20.

Conforme o Deral, 56% das lavouras estão em boas condições, 32% em situação média e 12% ruins, sem alterações ante a semana passada. As lavouras se dividem entre as fases de crescimento vegetativo (7%), floração (15%), frutificação (38%) e maturação (40%). Na semana passada, as lavouras estavam em desenvolvimento vegetativo (18%), floração (27%), frutificação (47%) e maturação (8%). No mesmo período do ano passado,11% da área já havia sido colhida.

A safra 2021 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,721 milhões de toneladas, 17% acima das 3,190 milhões de toneladas colhidas na temporada 2020. A produtividade média é estimada em 3.095 quilos por hectare, acima dos 2.824 quilos por hectare registrados na temporada 2020.

Rio Grande do Sul

Segundo a Emater/RS, as chuvas dos últimos dias favoreceram, em intensidades variadas, favoreceram a recuperação da umidade do solo e foram importantes para o desenvolvimento. Por outro lado, em algumas localidades, acompanhadas de granizo, causaram danos às lavouras. O desenvolvimento, em nível estadual, está atrasado na comparação com os últimos anos.

Argentina

A condição hídrica das lavouras de trigo da Argentina varia conforme a região do país. De um modo geral, segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 30% das lavouras estão em situação de regular a seca, 67% estão em situação ótima ou adequada e 3% tem excesso de umidade. Na semana passada, eram os mesmos 30% em déficit hídrico e 2% com excesso. Em igual período do ano passado, 49% da área estava na situação de seca. A superfície totaliza 6,5 milhões de hectares. As lavouras se dividem entre excelentes ou boas (49%), normais (29%), regulares ou ruins (22%).

Fonte: Agência Safras
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Notícias Mercado interno

Mercado de milho mantém lentidão com algumas regiões tendo menor oferta

Tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre

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O mercado brasileiro de milho, assim como no período anterior, teve uma semana de lentidão nos negócios. Em algumas regiões o mercado manteve pressão de oferta, pela entrada da safrinha, enquanto em outras a oferta já foi reduzida e as cotações avançaram um pouco, como foi o caso de São Paulo.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre18. Isso deve manter sustentação aos preços. O país teve uma safrinha extremamente prejudicada por estiagens e geadas e passada a sazonalidade de pressão da colheita, a oferta deve ser reduzida e as cotações podem voltar a subir.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (09 de setembro) e esta quinta-feira (16 de setembro), o milho em Campinas/CIF na venda subiu de R$ 95,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 1,0%. Na região Mogiana paulista, o cereal se manteve estável em R$ 93,00 a saca.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço subiu de R$ 93,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 3,2%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação permaneceu estável em R$ 84,00. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor se manteve na venda em R$ 98,00.

Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação recuou de R$ 96,00 para R$ 95,50 (-0,5%). E em Rio Verde, Goiás, o mercado caiu na venda de R$ 88,00 para R$ 84,00 a saca, baixa de 4,55%.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentam receita de US$ 246,32 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 35,19 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,26 milhão de toneladas, com média de 179,95 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 195,50. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Em relação a setembro de 2020, houve baixa de 28,85% no valor médio diário da exportação, perda de 40,68% na quantidade média diária exportada e valorização de 19,95% no preço médio.

Segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), as exportações brasileiras de milho deverão ficar em 2,92 milhões de toneladas em setembro. Em setembro do ano passado, o Brasil exportou 5,76 milhões de toneladas. Em agosto, os embarques do cereal somaram 4,19 milhões de toneladas. As exportações do ano devem somar até 13,06 milhões de toneladas até o final deste mês.

Fonte: Agência Safras
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