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BRF e Marfrig conquistam Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol

Este é o mais alto nível de certificação de transparência na publicação de inventário de emissão de gases de efeito estufa

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Foto e texto: Assessoria

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, dona das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, e a Marfrig, uma das companhias líderes em carne bovina, suína e de aves e maior produtora de hambúrguer no mundo, conquistam o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, o mais alto nível de certificação concedido às empresas que atendem todos os critérios de transparência na publicação de inventário de emissão de gases de efeito estufa. Esta é a 1ª vez que a Marfrig recebe o selo, já a BRF celebra seu 15° consecutivo.

A BRF encerrou o ciclo de 2023 com uma redução de 21% nas emissões totais dos Escopos 1 e 2 em comparação com o ano base 2019, impulsionada principalmente pela priorização do consumo de energia limpa proveniente dos parques eólicos de autogeração. Na cadeia de valor, mais de 50% do volume de aves produzido utiliza energia solar e 100% dos grãos adquiridos de fornecedores diretos da Amazônia e do Cerrado são rastreados. A Companhia está entre os 27 fundadores do programa, publica seu inventário de emissões de gases de efeito estufa no Registro Público de Emissões há mais de uma década, e, desde 2009, integra a carteira do Índice de Carbono Eficiente (ICO2) da B3.

Já a Marfrig teve em 2023 uma redução de 20% nas emissões totais dos Escopos 1 e 2 em relação à linha de base de 2019, principalmente devido ao foco na utilização de fontes de energia renováveis. A promoção de uma pecuária sustentável, de baixo carbono e livre de desmatamento, é uma sua principal meta. Os processos de aquisição de gado de fazendas localizadas no bioma Amazônia atenderam a todos os critérios e diretrizes do Compromisso Público da Pecuária Amazônica pelo 12º ano consecutivo. Esse desempenho foi certificado por auditorias independentes que monitoram as práticas de combate ao desmatamento e defesa dos direitos humanos, como o respeito aos povos originários e a proibição do trabalho infantil ou de condições análogas à escravidão. Ainda em 2023, mais de 875 mil animais foram criados em fazendas com sistemas de baixa emissão na cadeia de valor. Além disso, desde 2021 a Marfrig já reintegrou 4 mil fazendas como parte do seu processo de inclusão. Como resultado dessas ações, as emissões de escopo 3 caíram 9,9% em comparação ao ano base de 2019.

Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade da BRF e da Marfrig, destaca que o selo é um reconhecimento da solidez e confiabilidade dos compromissos de redução das emissões de gases de efeito estufa de ambas as Companhias.

O Programa Brasileiro GHG Protocol foi criado em 2008 e é responsável pela adaptação do método GHG Protocol ao contexto brasileiro e desenvolvimento de ferramentas de cálculo para estimativas de emissões de gases do efeito estufa (GEE).  Foi desenvolvido pelo FGVces e WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), World Business Council for Sustainable Development (WBSCD) e 27 empresas fundadoras.

 

Fonte: Assessoria

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Mercado do frango congelado apresenta pequenas variações em fevereiro

Levantamento do Cepea mostra estabilidade em alguns dias e recuos pontuais no período.

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O preço do frango congelado no Estado de São Paulo foi cotado a R$ 7,29 o quilo na última sexta-feira (20), segundo dados do Cepea. No dia, houve recuo de 0,14%, enquanto a variação acumulada no mês está em 4,29%.

Na quinta-feira (19), o produto foi negociado a R$ 7,30/kg, também com queda diária de 0,14% e avanço mensal de 4,43%.

Na quarta-feira (18), a cotação ficou em R$ 7,31/kg, sem variação no dia e com alta de 4,58% no acumulado do mês.

Já no dia 13 de fevereiro, o preço foi de R$ 7,31/kg, com elevação diária de 0,69% e variação mensal de 4,58%. No dia 12, o valor registrado foi de R$ 7,26/kg, estável no dia e com avanço de 3,86% no mês.

Os dados são divulgados pelo Cepea, referência no acompanhamento de preços agropecuários.

Fonte: O Presente Rural
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Preços do frango podem reagir após período de demanda enfraquecida no início do ano

Custos equilibrados de milho e competitividade frente à carne bovina reforçam cenário mais positivo.

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Com o fim do período tradicionalmente mais fraco para o consumo, o mercado de frango pode entrar em uma fase de estabilização e recuperação de preços nas próximas semanas. A expectativa é de que a queda observada nos valores da ave seja interrompida após o feriado de Carnaval, acompanhando a melhora da demanda doméstica.

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, o ambiente segue favorável para o setor, sustentado por exportações aquecidas, elevada competitividade da carne de frango em relação à bovina e custos equilibrados de ração.

No campo da oferta, o ritmo de crescimento pode perder força a partir deste período, dependendo do volume de alojamentos realizados em janeiro. Caso tenham sido menores do que a forte colocação registrada em dezembro, a disponibilidade de aves tende a se ajustar gradualmente. As aves alojadas no fim de dezembro influenciam diretamente a oferta até meados de fevereiro.

As exportações continuam com perspectiva positiva e devem seguir contribuindo para o equilíbrio entre oferta e demanda, reforçando o suporte aos preços no mercado interno.

Em relação aos custos, o cenário também é considerado favorável. A primeira safra de milho apresentou resultado acima das expectativas e, até o momento, a safrinha mantém boas perspectivas. No entanto, o plantio da segunda safra ainda está em fase inicial no Cerrado, e não há definição sobre o percentual que poderá ficar fora da janela ideal, que se encerra no fim do mês.

Mesmo com expectativa de boa oferta de milho e demanda doméstica firme, a tendência é de um mercado equilibrado para o cereal, sem espaço para oscilações expressivas. Ainda assim, as condições climáticas nos meses de março e abril continuarão sendo determinantes para o comportamento dos preços.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Ovos retomam alta e frango mantém preços estáveis no pós-Carnaval

Equilíbrio entre oferta e demanda sustenta cotações dos ovos, enquanto setor avícola monitora consumo para possível reação em março.

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O mercado de ovos voltou a registrar alta após cinco meses consecutivos de queda nos preços. Levantamentos do Cepea indicam que, em algumas regiões acompanhadas, a média parcial até 18 de fevereiro apresenta avanço superior a 40% em relação a janeiro.

Segundo o Centro de Estudos, o equilíbrio entre oferta e demanda tem sustentado a recuperação das cotações, mesmo na segunda quinzena do mês, período em que as vendas costumam perder ritmo. Apesar da recente reação, os preços ainda seguem abaixo dos verificados no mesmo período do ano passado, acumulando retração real superior a 30% nas regiões monitoradas.

A expectativa do setor agora está voltada para a Quaresma, iniciada no último dia 18. Pesquisadores do Cepea destacam que, durante os 40 dias do período religioso, o consumo de ovos tende a aumentar gradualmente, já que a proteína ganha espaço como alternativa às carnes. A perspectiva é de que a demanda mais aquecida continue dando sustentação aos preços.

No mercado de frango, a semana de recesso de Carnaval registra estabilidade nas cotações, reflexo da demanda firme. Ainda assim, na média mensal, o valor da proteína congelada negociada no atacado da Grande São Paulo está em R$ 7,00/kg até o dia 18 de fevereiro — o menor patamar real desde agosto de 2023, quando foi de R$ 6,91/kg, considerando valores deflacionados pelo IPCA de dezembro.

Os preços mais baixos refletem as quedas intensas observadas nas primeiras semanas do ano, movimento que já se estende por pouco mais de três meses. O cenário mantém os agentes cautelosos.

De acordo com participantes consultados pelo Cepea, uma possível recuperação dos preços do frango pode ocorrer apenas a partir do início de março, diante da expectativa de maior consumo no começo do mês. Para esta segunda metade de fevereiro, a liquidez deve permanecer no ritmo atual, limitando avanços mais expressivos nas cotações.

Fonte: Assessoria Cepea
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