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BRF conquista novos mercados e chega à Polinésia Francesa
O embarque será realizado em maio, totalizando 27 toneladas de carne de frango.

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, acaba de fechar seu primeiro pedido para a Polinésia Francesa, coletividade ultramarina da França que abrange mais de 100 ilhas no Pacífico Sul. A venda foi realizada após as autoridades do país ratificarem o Certificado Sanitário para a importação de carne de aves do Brasil.
O embarque será realizado em maio, totalizando 27 toneladas de carne de frango. “Temos expectativas de aumentar o negócio,” reforça Leonardo Dall’Orto, vice-presidente de Planejamento e Mercado Internacional da BRF. Segundo o executivo, a Companhia já prospectava clientes da Polinésia Francesa há meses, estudando as particularidades deste mercado de modo a adequar a oferta de produtos à demanda local. “Para este primeiro embarque, os cortes in natura já trarão as embalagens em francês, conforme as exigências do país,” complementa.
O destino da carga é a capital Papeete com percurso realizado a partir do porto de Itajaí (SC) durante cerca de 30 dias. A expectativa é de que o volume de exportações oriundo da BRF para a região seja regular com produtos da marca Sadia.

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Filipinas abrem mercado para soja em grãos do Brasil
Medida fortalece inserção no Sudeste Asiático e diversifica destinos de um dos principais produtos da balança agrícola nacional.

O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias que permitirão a exportação de novos produtos agropecuários para o México e para as Filipinas.

Carne Moída – Foto: Divulgação
A autorização para exportação de carne moída ao México fortalece a relação comercial e abre espaço para um produto de maior processamento, destinado a empresas do varejo e à indústria de alimentos. O país importou mais de US$ 3,1 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025, com destaque para carnes, produtos florestais e do complexo soja.
Nas Filipinas, a abertura de mercado para soja em grãos amplia as possibilidades de escoamento de um dos principais produtos da pauta agrícola nacional e reforça a inserção do Brasil no mercado do Sudeste Asiático. O país importou mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no ano passado.
Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 539 novas aberturas de mercado desde o início de 2023.
Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
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Santa Catarina define reajuste médio de 6,49% no piso regional para 2026
Acordo entre federações empresariais e centrais sindicais atualiza valores das quatro faixas salariais e segue agora para envio ao governo estadual.

As entidades sindicais catarinenses representativas dos empregadores (federações empresariais) e dos trabalhadores (Federações e Centrais Sindicais Laborais) fecharam o acordo para atualização do piso regional de salário para 2026. O reajuste médio acordado foi de 6,49% nas quatro faixas existentes.
Conforme a Faesc, o piso da categoria, que se enquadra na 1ª faixa, ficou em R$ R$ 1.842,00. Para as demais faixas, R$ 1.908,00 na segunda faixa, R$ 2.022,00 na terceira e R$ 2.106,00 na quarta. O próximo passo é o envio da proposta ao governo de SC, que após preparar um projeto de lei, encaminha à Assembleia Legislativa (ALESC).

Vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo: “Pelo 16º ano consecutivo, trabalhadores e empregadores chegaram a um consenso sobre a atualização do piso regional, o que consolida um histórico de negociações construído com base em responsabilidade e cooperação” – Foto: Divulgação Sistema Faesc/Senar
O vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo, acompanhou as negociações e destacou que todas as etapas do processo foram conduzidas com diálogo e respeito mútuo entre as partes envolvidas. “Pelo 16º ano consecutivo, trabalhadores e empregadores chegaram a um consenso sobre a atualização do piso regional, o que consolida um histórico de negociações construído com base em responsabilidade e cooperação”.
De acordo com ele, é importante ressaltar que Santa Catarina é o único Estado em que o piso regional é definido por meio de negociação direta entre representantes de trabalhadores e empregadores, com resultados estabelecidos de forma consensual e transparente desde a sua implementação. “Esse modelo de diálogo fortalece a parceria entre as partes e demonstra o compromisso com o desenvolvimento socioeconômico catarinense e com a valorização do trabalho, sem deixar de lado a sustentabilidade das empresas e o bem-estar dos trabalhadores”.
Piso salariar
O piso salarial regional de Santa Catarina foi criado pela Lei Complementar nº 459, de 30 de setembro de 2009 e passou a vigorar a partir de 2010. Desde então, os valores são definidos anualmente por meio de negociação e acordo entre as entidades que representam empregadores e trabalhadores.
Estruturado em quatro faixas salariais, o mínimo regional é destinado aos empregados que não possuem piso fixado por lei federal, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho. Após a definição consensual entre as partes, os valores servem de base para o encaminhamento de projeto de lei complementar do governo à Assembleia Legislativa.
Confira como ficou cada faixa:
1° faixa – passa de R$ 1.730,00 para R$ 1.842,00:
a) na agricultura e na pecuária;
b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;
c) em empresas de pesca e aquicultura;
d) empregados domésticos;
e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).
f) nas indústrias da construção civil;
g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;
h) em estabelecimentos hípicos; e
i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.
2° faixa – Passa de R$ 1.792,00 para R$ 1.908,00:
a) nas indústrias do vestuário e calçado;
b) nas indústrias de fiação e tecelagem;
c) nas indústrias de artefatos de couro;
d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;
e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;
f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;
g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e
h) nas indústrias do mobiliário.
3° faixa – Passa de R$ 1.898,00 para R$ 2.022,00:
a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;
b) nas indústrias cinematográficas;
c) nas indústrias da alimentação;
d) empregados no comércio em geral; e
e) empregados de agentes autônomos do comércio.
4° faixa – Passa de R$ 1.978,00 para R$ 2.106,00:
a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;
b) nas indústrias gráficas;
c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;
d) nas indústrias de artefatos de borracha;
e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;
f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;
g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;
h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);
i) empregados em estabelecimento de cultura;
j) empregados em processamento de dados; e
k) empregados motoristas do transporte em geral
I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.
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Conclusão do contorno viário altera trânsito no acesso à C.Vale
Motoristas que seguem de Maripá e Toledo ao complexo industrial deverão passar sobre o viaduto; trajeto direto entre Palotina e Toledo segue sem desvios.

A necessidade de finalização das obras do contorno viário de Palotina (PR) vai alterar o trânsito no entroncamento da PR 182 com a Avenida Ariosvaldo Bittencourt, no acesso ao complexo industrial da C.Vale. A partir de segunda-feira, 2 de março, os motoristas que passarem pelo trecho deverão utilizar as alças laterais para entrar e sair da área industrial. A rótula temporariamente usada para dar acesso às indústrias será desativada.
Para quem se desloca diretamente de Palotina a Toledo ou vice-versa, bastará passar por baixo do viaduto, sem desvios. No centro da PR 182, os funcionários da construtora Castilhos estarão concretando a mureta que vai separar os dois sentidos de tráfego e concluindo o pavimento asfáltico.
Para os veículos que transitarem de Maripá e Toledo com destino ao complexo industrial ou que estiverem saindo de Palotina e precisarem retornar à área urbana, será necessário usar as alças e passar sobre o viaduto. Quem estiver saindo do complexo em direção ao centro de Palotina ou a municípios vizinhos (Assis Chateaubriand, Terra Roxa e Francisco Alves) também deverá utilizar o viaduto. Este será o traçado definitivo de passagem pelo trevo.
O asfaltamento desses trechos foi concluído e agora os operários trabalham na finalização da colocação da grama nas proximidades do viaduto. O prazo para a conclusão das obras do contorno viário se encerra em 31 de março, 20 meses após a retomada dos trabalhos em agosto de 2024. As obras exigiram R$ 170 milhões em investimentos pelo governo do Estado e foram gerenciadas pela C.Vale. Os 15,2 quilômetros do contorno viário passam a se chamar PR 975.



