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BRDE ultrapassa R$ 1 bilhão em crédito no Sul com alta de 76% em 2026

Paraná responde por R$ 360 milhões em operações e reforça demanda por investimentos produtivos.

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Foto: Rodolfo Buhrer/BRDE

O Paraná respondeu por R$ 360,42 milhões em contratações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) nos primeiros 100 dias de 2026, o equivalente a 36,04% do volume total liberado pela instituição no período. Considerando as operações nos três estados do Sul, o banco ultrapassou nesta semana a marca de R$ 1 bilhão em financiamentos, com 5.464 contratos firmados para investimentos produtivos.

O resultado consolidado do BRDE nos três estados do Sul representa um avanço de 76% em relação ao mesmo período de 2025, quando haviam sido contratados R$ 566 milhões. O desempenho indica uma aceleração da demanda por crédito no início do ano e reforça o papel do banco no apoio a projetos voltados à expansão da atividade econômica na região.

“Alcançar a marca de R$ 1 bilhão em contratações logo no início do ano demonstra a confiança do setor produtivo no papel do BRDE como parceiro do desenvolvimento. Nosso compromisso é ampliar o acesso ao crédito para projetos que gerem emprego, renda e inovação nos estados do Sul”, comemora o presidente do BRDE, Renê Garcia Júnior.

No Paraná, os recursos têm apoiado iniciativas ligadas à ampliação da capacidade produtiva, à inovação e ao fortalecimento de cadeias estratégicas da economia estadual. Os financiamentos do banco atendem setores como agronegócio, indústria, comércio, serviços e infraestrutura, com impacto na geração de empregos, no aumento da competitividade e na dinamização dos investimentos.

“Esses números são reflexo do aperfeiçoamento da nossa esteira de crédito, com análise de resposta praticamente toda em ambiente digital. Já está em fase piloto uma esteira de crédito simplificado, que também vai agilizar e colocar mais recursos à disposição. O volume maior de crédito também se deve ao aperfeiçoamento das nossas áreas de prospecção”, diz o diretor-administrativo do BRDE, Heraldo Neves.

Estados

Entre os três estados da região Sul, Santa Catarina registrou o maior volume de contratações no período, com R$ 390,97 milhões, o que representa 39,09% do total liberado pelo banco em 2026. Já o Rio Grande do Sul somou R$ 248,74 milhões em financiamentos, equivalente a 24,87% das operações contratadas neste início de ano.

65 anos

Em 2026, o BRDE celebra 65 anos de atuação. Criado com a missão de planejar e financiar o desenvolvimento de longo prazo, o banco acompanhou as transformações econômicas da região Sul ao longo de mais de seis décadas, apoiando ciclos de industrialização, a modernização do agronegócio e a expansão da infraestrutura.

Com presença no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, a instituição atua como parceira de empresas, cooperativas e produtores rurais, oferecendo linhas de crédito voltadas a projetos que impulsionam a inovação, a competitividade e o desenvolvimento sustentável.

Nos últimos anos, o banco também passou a direcionar sua atuação para áreas como inovação, sustentabilidade e inclusão social, sem abrir mão do compromisso com um desenvolvimento regional equilibrado e de longo prazo. O desempenho registrado no início de 2026 reforça a capacidade da instituição de responder à demanda do setor produtivo e ampliar o acesso a crédito para investimentos estruturantes.

Fonte: AEN-PR

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Frimesa apresenta novidades em proteínas suínas e fortalece posicionamento de marca

Lançamentos destacam sofisticação, versatilidade e nova identidade visual da cooperativa.

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Foto: Divulgação

Com foco em inovação e diversificação, a Frimesa, uma das maiores cooperativas de alimentos do Brasil, escolhe a vitrine da ExpoApras 2026 – um dos principais eventos do setor supermercadista no Brasil – para apresentar novos itens do portfólio de proteínas animal. A aposta são os lançamentos das linhas premium Fogo & Sabor e os novos hamburgueres da marca, que chegam às gôndolas de todo o país a partir de junho.

Entre as novidades, estão as novas linguiças saborizadas e a Manta de Linguiça Toscana, da marca Fogo & Sabor, que são voltadas aos entusiastas do churrasco e valorizam a inovação e a experimentação de novos cortes e temperos. Versátil, a manta permite aplicações que vão da grelha a air fryer até o preparo de recheios e ragus. Pioneira no formato de linguiça frescal, a nova Chistorra da Frimesa é um diferencial exclusivo no mercado nacional. Já a versão Chimichurri insere na categoria de embutidos a herança dos sabores platinos, amplamente apreciados no Brasil.

Já a linha de hambúrgueres de 120g, nos sabores Toscana, Defumado e Pernil, com assinatura Frimesa, foi projetada para o consumidor que deseja replicar a experiência das hamburguerias artesanais em casa. Ambas as linhas foram desenvolvidas para o segmento premium, posicionando-os junto aos produtos gourmet já consolidados no varejo. Com as inovações, a Frimesa visa suprir a demanda do consumidor que busca valor agregado e qualidade superior.

Rodrigo Fossalussa, superintendente comercial da Frimesa, explica que o lançamento das linhas marca uma fase estratégica de evolução e consolidação do portfólio da Frimesa, alinhado ao novo posicionamento de marca e identidade visual. “O momento exige não apenas inovação, mas sofisticação técnica para demonstrar ao mercado porque somos a maior especialista em carne suína do Brasil. Estamos elevando a percepção de valor da proteína suína”, afirma.

O estande da Frimesa na ExpoApras conta com uma estrutura de 296m² e explora o conceito “A Casa da Família Frimesa”, convidando o varejista a degustar os novos produtos, além dos itens tradicionais já consolidados no mercado. O evento também é uma oportunidade para apresentar a nova identidade visual, lançada em março deste ano junto ao rebranding, que tem como um dos pilares a família. O tema é explorado na campanha de comunicação veiculada a partir de abril e se faz presente também no estande da cooperativa na ExpoApras

“Estamos chegando com presença física em São Paulo, mas as raízes da Frimesa estão no Paraná. Fazer parte da ExpoApras reforça o nosso compromisso com o varejo regional e nacional e o quanto valorizamos esse mercado que tanto nos abraça”, comenta Fossalussa.

Fonte: Assessoria Frimesa
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Fertilizantes sobem em março com impacto de conflitos e gargalos logísticos

Tensões no Oriente Médio elevam custos de energia e frete, pressionando nitrogenados e fosfatados no mercado global.

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Fotos: Claudio Neves

O mercado de fertilizantes registrou alta nos preços ao longo de março, influenciado por tensões geopolíticas e limitações logísticas no cenário internacional. O conflito no Oriente Médio impactou diretamente a produção e o transporte de insumos, especialmente em países do Golfo Pérsico, pressionando custos de energia e frete.

Os fertilizantes nitrogenados seguiram em trajetória de valorização entre março e o início de abril. A ureia acumulou forte alta no período, alcançando cerca de US$ 760 por tonelada CFR em 10 de abril, de acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA. A combinação de oferta restrita, petróleo e gás natural em níveis elevados e maior incerteza global mantém o mercado volátil no curto prazo.

No segmento de fosfatados, o cenário também foi de pressão. Além do impacto do conflito, a alta do enxofre, insumo essencial para a produção, elevou os custos. No Brasil, os preços subiram cerca de 7% nas últimas semanas, com o MAP atingindo aproximadamente US$ 890 por tonelada CFR. Mesmo com a demanda agrícola avançando de forma gradual, os preços seguem sustentados.

Já os fertilizantes potássicos apresentaram comportamento mais estável em comparação aos demais. A oferta internacional permanece equilibrada, com Rússia e Belarus mantendo volumes relevantes no mercado global. Apesar da menor volatilidade, os preços seguem firmes, acompanhando o aumento dos custos logísticos e o ambiente de incerteza.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Brasil exporta 23,5 milhões de toneladas de soja no início do ano

Ritmo acelerado de embarques mantém país à frente no mercado internacional e amplia vantagem sobre concorrentes.

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Foto: Divulgação

A soja registrou alta na Bolsa de Chicago ao longo de março, em um cenário marcado por forte volatilidade no mercado internacional. Apesar da ampla oferta global, os contratos futuros chegaram a se aproximar dos maiores níveis em quase dois anos no início do mês, impulsionados pela valorização do complexo de óleos vegetais, pelo avanço do petróleo e pela expectativa de maior demanda da China.

Foto: Divulgação/Aprosoja MT

Com o passar das semanas, porém, o movimento perdeu força diante da confirmação de uma safra recorde no Brasil, estimada em cerca de 180 milhões de toneladas. Ainda assim, a cotação da soja em Chicago encerrou março com valorização de 4,3%, a US$ 11,72 por bushel, de acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA.

Nos primeiros dez dias de abril, o mercado seguiu volátil, mas com tendência mais pressionada. O cenário refletiu a ampla oferta global e o enfraquecimento das exportações dos Estados Unidos, que enfrentam forte concorrência do Brasil no mercado internacional.

No Brasil, os preços acompanharam o movimento de alta observado em Chicago, mas de forma mais moderada. Em Sorriso (MT), a soja teve valorização de 1,8% em março, chegando a R$ 101,40 por saca. Chuvas em algumas regiões atrasaram o ritmo da colheita, sem impacto relevante sobre a produção.

Foto: Divulgação/Governo da Bahia

No início de abril, os preços registraram leve alta, sustentados pela melhora dos prêmios de exportação. Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar limitou ganhos mais expressivos no mercado interno.

As exportações brasileiras seguiram em ritmo acelerado. Em março, os embarques somaram 14,5 milhões de toneladas, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). No acumulado do ano até março, o país exportou 23,5 milhões de toneladas de soja, volume 6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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