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Empresas MERCADO EUROPEU

Brasil tem biotecnologia nacional para atender exigências impostas às exportações de carne

Nutrição e biosseguridade são estratégias-chave para reduzir uso de antimicrobianos promotores de crescimento

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Divulgação Biosyn / Fotos: Pedro Hoam

As novas tecnologias aplicadas em aditivos nutricionais estão entre as principais soluções buscadas pelos produtores de proteína animal para atender às exigências sanitárias divulgadas pela União Europeia nesta semana.

As alternativas para reduzir o uso de antimicrobianos na criação de aves, bovinos, suínos e peixes estiveram em evidência durante a FENAGRA – Feira Internacional da Agroindústria Feed & Food 2026 (encerrada nesta quinta-feira na Expo Anhembi).

Amaro Borges, diretor comercial

O mercado global de aditivos funcionais sem promotores de crescimento antimicrobianos (AGPs) deve alcançar US$ 7,8 bilhões até 2028, com os probióticos e simbióticos entre as principais ferramentas nutricionais:
“A questão não é se o Brasil vai se adaptar, mas quando. A biotecnologia já está disponível, amplamente validada pela ciência e pelo uso em larga escala. Produtores que anteciparem essa transição têm vantagem em mercados premium, que exigem produção livre de antimicrobianos”, afirma o médico veterinário Amaro Borges, diretor comercial da BioSyn Saúde Animal, empresa com sede Santa Catarina, em expansão para a América Latina.

Portas fechadas para AGPs

O banimento dos AGPs na pecuária europeia começou em 2006 e se estende aos países fornecedores a partir de setembro de 2026. A restrição da União Europeia deve afetar diretamente as exportações para o 3º maior destino da carne brasileira em valor (depois da China e EUA).

Enquanto isso, outros países produtores, como Argentina, Colômbia e México, permanecem na lista de conformidade com as exigências europeias.

Carlos Kneipp, diretor técnico da BioSyn,

Segundo o diretor técnico da BioSyn, Carlos Kneipp, a medida sinaliza que barreiras comerciais baseadas em resistência antimicrobiana são a nova realidade do comércio internacional de proteína animal:
“A resistência antimicrobiana mata, de forma direta, 1,27 milhão de pessoas por ano globalmente. A Europa protege sua população, o mundo precisa fazer o mesmo, e o Brasil precisa de medidas urgentes para manter a competitividade”, aponta o médico veterinário.

Pesquisa e desenvolvimento nacional

A empresa em que ele atua como diretor de Pesquisa e Desenvolvimento está localizada em Araquari, na região norte de Santa Catarina, em expansão internacional para a América Latina. O negócio é impulsionado pela busca crescente por biotecnologia baseada na ação dos microrganismos probióticos para a saúde animal.

Para competir com fornecedores internacionais, a BioSyn Saúde Animal aposta em diferenciais como a seleção de genótipos específicos, com características benéficas para melhorar a produtividade e o bem-estar dos animais.

Além desse mapeamento genômico que garante biossegurança aos microrganismos vivos, a empresa desenvolveu uma tecnologia própria para proteger esses e outros bioativos que precisam chegar íntegros ao intestino animal, órgão que responde por cerca de 70% da imunidade:
“De nada adianta fornecer o melhor probiótico se ele não chegar viável ao intestino. Esses microrganismos benéficos são muito sensíveis em processos extremos, como a extrusão e a peletização de rações, bem como ao pH do estômago. O microencapsulamento desenvolvido pela BioSyn protege nossos probióticos, garante a viabilidade, com ação mais rápida e eficaz”, completa Kneipp.

Diferenciais competitivos vs. produtos importados:

  • Cepas importadas genéricas → Cepa mapeada e proprietária
  • Probióticos sem proteção → Microencapsulamento
  • Viabilidade não garantida → Garantia de viabilidade no intestino
  • Sem rastreabilidade genômica → Biossegurança registrada em processo molecular de identificação (validação Genômica dos Microrganismos)

O custo da resistência antimicrobiana

De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), cerca de 73% dos antimicrobianos produzidos globalmente são utilizados em produção animal. O uso sem critérios específicos promove o desenvolvimento de bactérias multirresistentes.

O estudo Review on Antimicrobial Resistance, encomendado pelo governo britânico, projeta que, se o uso indiscriminado não for revertido, a resistência antimicrobiana causará 10 milhões de mortes anuais até 2050 e custará US$ 100 trilhões à economia global.
No Brasil, dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apontam que 73% das granjas de frangos de corte ainda utilizam algum tipo de antimicrobiano promotor de crescimento (AGP).

Mercado global cresce 18,7% ao ano

Carlos Freitas, gerente nacional,

Relatório da consultoria internacional Marketsand Markets projeta que o mercado global de aditivos funcionais sem AGPs deve alcançar US$ 7,8 bilhões até 2028, com crescimento concentrado em países exportadores pressionados por barreiras sanitárias.
“É exatamente aí que entra o papel da BioSyn. Não basta oferecer o produto, é preciso transferir conhecimento, ajustar protocolos para cada realidade produtiva, acompanhar a transição. Temos equipe técnica altamente qualificada para isso”, destaca o gerente nacional, Carlos Freitas.

Maior exportador mundial de carne bovina e de frango, o Brasil também figura como o 4º maior produtor de carne suína e tem o desafio de antecipar a transição e conquistar mercados premium:

“Outros países já estão nessa corrida. A Tailândia, Vietnã e os competidores sul-americanos investem pesado em certificações antibiotic-free. O Brasil tem vantagem competitiva em escala, genética, nutrição e sanidade. Mas precisa agregar tecnologia para não perder liderança”, acrescenta Freitas.

 

Fonte: Assessoria Biosyn

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Primato mede pela primeira vez sua pegada de carbono e conquista selo prata em inventário de emissões

Cooperativa contabilizou 6,8 mil toneladas de CO₂ equivalente em suas 52 unidades e adianta que o resultado servirá de ponto de partida para um plano de descarbonização

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A Primato Cooperativa Agroindustrial concluiu e divulgou seu primeiro Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), referente ao ano-base de 2025, marcando um novo capítulo em sua trajetória de sustentabilidade. O levantamento seguiu metodologias reconhecidas internacionalmente, entre elas o GHG Protocol, o Programa Brasileiro GHG Protocol e a norma ISO 14064-1, e alcançou as 52 unidades operacionais da cooperativa, mapeando emissões dos Escopos 1, 2 e 3.

O trabalho foi conduzido pela Biofílica/AMBIPAR, responsável por aplicar o método GHG Protocol à realidade das operações da cooperativa e por desenvolver as estimativas das emissões corporativas. Já o Registro Público de Emissões (RPE) foi realizado por meio da Fundação Getulio Vargas (FGV), que, com o Programa Brasileiro GHG Protocol, busca disseminar entre empresas e cooperativas uma cultura de mensuração contínua, oferecendo acesso a padrões internacionais de contabilização e à publicação dos resultados, além de capacitar as organizações participantes na elaboração de seus próprios inventários.

Selo prata: o que os números revelam

O resultado alcançado pela Primato garantiu à cooperativa o selo prata, categoria concedida a organizações que publicam um inventário completo, contemplando todas as fontes de emissão aplicáveis nos Escopos 1 e 2. A cooperativa foi além do exigido para a categoria e mapeou emissões do Escopo 3, de medição não obrigatória. Somando os três escopos, o levantamento apontou 6.808,63 toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO₂e) emitidas ao longo do ano-base.

Desse montante, 4.832,66 tCO₂e vieram de fontes diretas controladas pela própria cooperativa, como a combustão em caldeiras, fornos e veículos, enquanto 1.932,67 tCO₂e corresponderam às emissões indiretas ligadas ao consumo de energia elétrica. Outras 43,29 tCO₂e foram atribuídas a emissões indiretas mapeadas na cadeia de valor da Primato, fora de seus limites operacionais diretos.

A divisão em escopos ajuda a entender de onde vêm essas emissões e onde estão as alavancas de redução. O Escopo 1 reúne as fontes que pertencem ou são controladas pela organização; o Escopo 2 diz respeito à energia elétrica e térmica adquirida, cuja geração ocorre fisicamente fora dos limites da empresa; já o Escopo 3 abrange emissões indiretas decorrentes da operação do negócio, mas originadas em elos da cadeia de valor que não estão sob controle direto da cooperativa.

Para Egielise Pinow, analista de processos da Primato e ponto focal da área ambiental e de sustentabilidade, o inventário vai muito além de um exercício de contabilidade climática. “Mais do que medir emissões, o inventário representa um passo fundamental para fortalecer a gestão ambiental da cooperativa”, afirma. Segundo ela, o diagnóstico permite identificar oportunidades de melhoria, aumentar a eficiência operacional e orientar as próximas ações de redução e mitigação dos impactos climáticos gerados pelas atividades da Primato.

Embora o inventário represente o primeiro levantamento formal das emissões da cooperativa, diversas iniciativas ambientais já fazem parte da rotina operacional da Primato e contribuíram para o desempenho observado. Entre elas está o projeto Suíno Verde, que integra a produção pecuária, a geração de energia renovável e a agricultura regenerativa em um ciclo de economia circular.

O projeto transforma os dejetos provenientes da suinocultura em biogás por meio de biodigestores. Após o tratamento, esse biogás é purificado e convertido em biometano, utilizado como combustível em parte da frota da cooperativa, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e as emissões associadas ao transporte. Os resíduos remanescentes do processo são aproveitados na produção do biofertilizante organomineral Prima Fértil, devolvendo nutrientes ao solo e fechando o ciclo sustentável da produção.

Um passo à frente da regulação

O momento não é aleatório. Em 2024, o Brasil instituiu por meio da Lei nº 15.042 o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), que deve elevar progressivamente a exigência de mensuração e monitoramento de gases de efeito estufa entre empresas de diferentes setores. A Primato ainda não está entre as organizações obrigadas a reportar suas emissões dentro do sistema, já que seus volumes permanecem abaixo dos limites que hoje acionam essa obrigatoriedade, mas optou por antecipar o movimento.

Para o presidente da Primato, Anderson Léo Sabadin, essa antecipação diz respeito à forma como a cooperativa enxerga seu papel no agronegócio brasileiro. “Não esperamos a legislação nos obrigar a olhar para dentro de casa. Optamos por entender com precisão o impacto de cada uma das nossas 52 unidades para poder agir com responsabilidade, antes que isso se torne uma exigência”, diz.

Sabadin acrescenta que o resultado do inventário confirma o caminho já trilhado pela cooperativa em eficiência produtiva, mas também aponta onde é preciso avançar. “Os números não são um retrato definitivo, são um ponto de partida. A partir de agora, sabemos exatamente onde estão nossos maiores desafios e onde podemos fazer a diferença”, afirma o presidente.

Os dados levantados servirão de base para a estruturação de um plano de descarbonização da cooperativa, que deve mapear oportunidades de redução das emissões, a adoção de tecnologias mais eficientes nas unidades produtivas e o fortalecimento de iniciativas sustentáveis já em curso.

Entre essas iniciativas está também a substituição gradual de combustíveis fósseis na operação logística. Além dos veículos abastecidos com biometano produzido pela própria cooperativa, a frota que ainda não utiliza esse combustível é abastecida com etanol, contribuindo para a redução da intensidade de carbono nas atividades de transporte.

Na agricultura, o Prima Fértil é aplicado em áreas conduzidas sob sistemas de rotação de culturas, especialmente entre milho e soja. Por ser um fertilizante organomineral produzido a partir do aproveitamento dos resíduos da suinocultura, o produto reduz a necessidade de fertilizantes exclusivamente minerais, promove o reaproveitamento de nutrientes e contribui para menores emissões de carbono ao longo do processo produtivo, alinhando produtividade e conservação ambiental.

Outra frente importante é a ampliação do uso de energia renovável. Atualmente, sete unidades da Primato contam com sistemas de geração de energia por meio de placas solares fotovoltaicas, diminuindo a demanda por eletricidade proveniente da rede e reforçando a estratégia da cooperativa de diversificar suas fontes energéticas com alternativas de menor impacto ambiental.

Egielise Pinow resume o momento como uma virada de chave na relação da Primato com a pauta ambiental. “Esse inventário nos dá um mapa. Agora conseguimos planejar com dados concretos, não apenas com boas intenções”, conclui a analista.

Com o selo prata em mãos, a Primato entra em um seleto grupo de cooperativas do agronegócio brasileiro que já colocam no papel, e em números, o tamanho de sua pegada de carbono. Resta agora transformar o diagnóstico em trajetória, algo que a própria cooperativa reconhece como o verdadeiro teste que está por vir.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

Brasil amplia espaço na exportação de carne suína e precisa manter eficiência, diz diretor da PIC na Suinfair

Especialista abriu a programação técnica desta quinta-feira (2), em Ponte Nova (MG), com análise sobre competitividade, genética e tendências da suinocultura mundial.

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Foto: Divulgação

O segundo dia da Suinfair 2026 começou nesta quinta-feira (2), em Ponte Nova (MG), com uma palestra do diretor técnico da PIC, José Henrique Piva, que apresentou um panorama da suinocultura mundial e discutiu os fatores que influenciam a competitividade do setor. Com atuação em sistemas de produção em cinco continentes, o especialista destacou o avanço das exportações brasileiras, os desafios enfrentados por outros países e o papel da genética, da sanidade e da eficiência na produção.

Ao comparar os principais mercados produtores, Piva afirmou que cada país enfrenta uma realidade diferente. Segundo ele, o Brasil tem conquistado espaço no comércio internacional por reunir condições que favorecem a produção, enquanto concorrentes como os Estados Unidos convivem com limitações relacionadas à mão de obra e ao impacto de doenças que afetam os rebanhos.

Crescimento brasileiro chama atenção

Durante a apresentação, o diretor técnico mostrou que a produção brasileira evoluiu de forma consistente na última década. Ele destacou que o aumento da produção ocorreu em ritmo superior ao crescimento do número de matrizes, resultado que atribuiu ao avanço tecnológico, ao trabalho da cadeia produtiva e aos ganhos de produtividade nas granjas.

Segundo Piva, esse desempenho também explica o crescimento das exportações brasileiras, que seguem ampliando participação no mercado internacional diante de concorrentes tradicionais.

O palestrante ressaltou que o resultado é fruto de uma combinação de fatores, entre eles:

  • investimentos em genética;
  • melhoria dos índices produtivos;
  • avanços sanitários;
  • atuação integrada entre produtores, técnicos, empresas e entidades do setor.

Diferenças entre os principais produtores

Ao analisar o cenário internacional, Piva explicou que países produtores enfrentam desafios distintos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a falta de trabalhadores e a presença de enfermidades reduzem o desempenho das granjas e limitam o crescimento da atividade.

Ele também apresentou dados sobre os ciclos econômicos da suinocultura americana, lembrando que períodos de prejuízo fazem parte da dinâmica do setor. Segundo o especialista, crises recentes levaram ao fechamento de diversas granjas, principalmente unidades menores e com menor capacidade de adaptação.

Para o diretor técnico, compreender essas oscilações ajuda os produtores brasileiros a planejarem investimentos e decisões de longo prazo.

Genética e eficiência devem impulsionar os próximos anos

Outro ponto abordado foi a evolução genética dos rebanhos. Piva afirmou que os programas de melhoramento continuam elevando o potencial produtivo dos animais, permitindo reduzir o consumo de ração, melhorar a conversão alimentar e aumentar o ganho de peso ao longo dos ciclos produtivos.

Ele observou, no entanto, que os resultados dependem de fatores como manejo, sanidade, instalações e ambiente de criação.

Na avaliação do especialista, a busca por eficiência continuará sendo o principal fator de competitividade da suinocultura mundial. Segundo ele, produtores que conseguirem reduzir custos e elevar a produtividade estarão mais preparados para enfrentar oscilações de mercado e ampliar sua participação nas exportações.

Encerrando a palestra, Piva reforçou que o Brasil reúne condições sanitárias que colocam o país em posição favorável no cenário internacional e defendeu que a manutenção desse status será determinante para sustentar o crescimento da cadeia nos próximos anos.

Fonte: Assessoria PIC
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Empresas Responsabilidade e sustentabilidade

Fazenda Alagoas, participante do renomado Circuito NetZero Nestlé, utiliza soluções da Agrifirm

Iniciativa, referência em boas práticas produtivas, fomenta a agricultura regenerativa e a pecuária leiteira de baixo carbono

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Divulgação / Foto: Agrifirm

A Fazenda Alagoas, localizada em Patos de Minas (MG), é sinônimo de sustentabilidade e de uso consciente da terra. A frente da propriedade, Juliana Cardoso destaca que a empresa tem diversas ações com foco na eficiência produtiva da lavoura e também na performance animal.

“Na pecuária, realizamos o genoma de todos os animais da fazenda com foco na evolução da genética e utilizamos os dejetos com maior eficiência possível. Na agricultura, intensificamos a cobertura de solo o ano todo e usamos as raízes da cobertura para descompactar o solo”, explica Juliana.

A propriedade também prioriza a redução no uso de produtos químicos e a utilização responsável de cada produto na dieta do plantel. Atualmente, a propriedade tem 500 animais, sendo 190 vacas em lactação, com uma produção média de 42,5 litros por animal/dia.

Essas e outras iniciativas da Fazenda Alagoas foram apresentadas a um grupo seleto de 400 produtores e técnicos que visitaram a propriedade durante o Circuito NetZero Nestlé, iniciativa que é referência em boas práticas produtivas e que fomenta a agricultura regenerativa e a pecuária leiteira de baixo carbono.

“Destacamos, durante o evento, que é possível crescer com responsabilidade e sustentabilidade. Mas, para isso, precisamos de ter parcerias com empresas que tenham compromisso com os resultados da nossa fazenda e a Agrifirm tem esse compromisso, ao entregar produtos de qualidade e com processos padronizados e disponibilizar assistência técnica extremamente eficiente”, observa Juliana.

Thiago Campos, representante da Equipe Agrifirm, sinaliza que a Fazenda Alagoas utiliza diversas soluções da Agrifirm, com destaque para os produtos que auxiliam no incremento da produtividade, que promovem os sólidos do leite e contribuem para a saúde animal.

“Por conta desta parceria de sucesso com a propriedade, a Agrifirm foi a única empresa de nutrição animal selecionada para apoiar o evento, que teve palestras sobre temas importantes, tais como bem-estar animal, compostagem e liderança”, comenta Campos.

De acordo com Mateus Teixeira, Gerente Nacional de Negócios da Agrifirm no Brasil e Paraguai, a participação da empresa no evento reforça que a nutrição de alta performance está em total sinergia com a sustentabilidade.

“Essa iniciativa valida a nossa estratégia técnica de posicionar soluções com foco em animais saudáveis e eficientes. Um exemplo é o programa Responsible Solutions, que tem como objetivo promover o uso de tecnologias com foco no bem-estar animal, redução do impacto ambiental e incremento da performance animal”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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