Conectado com

Notícias

Brasil reforça presença comercial no Oriente Médio e Ásia em encontro em Dubai

Última etapa do ciclo global da ApexBrasil reuniu representantes de 14 países para discutir investimentos, exportações e integração entre ciência, tecnologia e comércio.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/ApexBrasil

A ApexBrasil, em parceria com o Itamaraty, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), realizou na última semana, em Dubai, o 10º e último Encontro do Ciclo Global iniciado em 2023. O evento reuniu Setores de Promoção Comercial e Investimentos (SECOMs), Setores de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTECs) e adidos agrícolas, com a participação de representantes do Oriente Médio e da Índia. A iniciativa teve como objetivo ampliar parcerias estratégicas e reforçar a presença internacional do Brasil.

A abertura contou com a presença de Jorge Viana, presidente da ApexBrasil; Laudemar Aguiar, secretário de Promoção Comercial, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do Ministério das Relações Exteriores (MRE); Sidney Leon Romeiro, embaixador do Brasil nos Emirados Árabes Unidos; e Ana Paula Repezza, diretora de Negócios da ApexBrasil.

Para Jorge Viana, o ciclo de encontros reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional. “Esses encontros mostram que o Brasil está preparado para competir globalmente, abrindo novas oportunidades e reforçando parcerias estratégicas”, afirmou. Ele lembrou que, nos últimos dois anos, missões presidenciais e do vice-presidente visitaram países-chave, como China, Arábia Saudita, México e Índia, e ressaltou a agenda inédita do governo brasileiro, com a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Indonésia e à Malásia neste mês de outubro. “Quando substituímos o isolamento, criamos muitas oportunidades. Essas reuniões são para montar a estratégia mesmo”, disse.

O presidente da ApexBrasil também destacou a relevância geoeconômica da região representada no encontro. “Estamos reunindo representantes de 14 países, que somam 2 bilhões de pessoas no planeta. Juntos, têm um PIB de US$ 8,9 trilhões. É muita coisa”, afirmou, ressaltando o potencial de negócios para o Brasil nesses mercados.

Ana Paula Repezza, diretora de Negócios da ApexBrasil, destacou a importância de investimentos da região para o Brasil. “Atrair investimentos da região se torna um desafio e uma necessidade para que possamos aproveitar esses fundos que buscam bons projetos, em que seja possível mostrar o retorno ao investidor. Esse é um tema que coloco neste encontro: trabalhar de forma planejada para apresentar esses projetos de maneira estruturada, que traga ao investidor uma visão clara do retorno e da segurança jurídica que o Brasil dispõe. Isso é muito importante”, defendeu.

Já Laudemar Aguiar, secretário de Promoção Comercial, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do Ministério das Relações Exteriores (MRE), destacou a integração entre governo e setor privado na promoção comercial. “Em menos de dois anos e meio, fizemos a rodada no mundo inteiro. É como uma photo-op, para ter esse primeiro encontro pessoal, não só entre nós, do lado do Brasil, e os representantes das embaixadas e consulados eventualmente, e com os adidos agrícolas, mas também com a participação do setor privado e de instituições-chave do nosso governo, como a Embrapa e a Fiocruz, e todas as associações e empresários presentes. Como eu sempre brinco, a secretaria que coordeno é a ‘PPP do Itamaraty’: não fazemos nada sem ouvir o setor privado. E assim acontece também na ApexBrasil”, disse.

Temas em debate

A programação abordou setores estratégicos como agronegócios. Em painel foram discutidos temas como a expansão da exportação de proteína animal, o consumo crescente de café na Ásia e no Oriente Médio e a diversificação de exportações do setor apícola. Vinicius Estrela, diretor-executivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), ressaltou o potencial de novos mercados consumidores, destacando o potencial dos cafés especiais, que vêm ganhando novos adeptos. “Desde a pandemia, uma revolução vem acontecendo no mercado de café do Oriente Médio. Estamos redescobrindo o hábito de tomar café, pelo café especial e pelas microtorrefações e cafeterias relacionadas”, afirmou.

No painel de indústria e serviços, Lilian Kaddissi, superintendente de Marketing e Negócios da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e da Confecção (ABIT), destacou o potencial da moda brasileira: “É fundamental mapear onde podemos avançar e trazer cada vez mais a diversidade da indústria têxtil e especialmente da moda brasileira”. Representantes de Abicalçados, Centrorochas e ANFACER também apresentaram perspectivas de crescimento e inovação para seus setores.

O primeiro dia ainda incluiu apresentações da Fiocruz, destacando iniciativas em saúde e ciência, e da ApexBrasil, com informações estratégicas sobre mercados e oportunidades de negócios. A programação foi concluída com um workshop de coordenação e estratégia, voltado a alinhar ações conjuntas de promoção comercial, inovação e investimentos do Brasil na região.

Panorama econômico da região

Os 14 países abrangidos pelo encontro somam população de 2 bilhões de pessoas e PIB de US$ 8,9 trilhões – o equivalente à terceira maior economia do mundo. Em 2024, o Brasil exportou US$ 26 bilhões para esses mercados, que juntos se posicionariam como seu terceiro maior parceiro comercial, entre os Estados Unidos e Argentina. O saldo comercial é positivo na maioria dos casos, com destaque para Emirados Árabes, Irã e Turquia, com saldo superior a US$ 2,5 bi em cada.

As principais exportações brasileiras variam conforme o destino: nos países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), os principais produtos são carne de frango e açúcar (com participações que variam de 15% a 70% da pauta); para Índia, o açúcar continua fundamental (30%); para o Irã entra o milho (30%); para o Paquistão, o algodão (70%); para Turquia, soja e algodão; e para Israel, carne bovina e soja.

Próximos dias

Entre sexta-feira (03) e sábado (04), o encontro em Dubai seguiu com uma agenda intensa de apresentações e debates. Na sexta-feira, representantes da Embraer e do Ministério das Relações Exteriores apresentaram suas perspectivas sobre promoção comercial, investimentos e agricultura. Em seguida, SECOMs de 14 países do Oriente Médio, Ásia Central, Sul da Ásia e Turquia fizeram apresentações em blocos, seguidas de debates sobre oportunidades regionais e estratégias de internacionalização. O dia foi concluído com exposições de SECTECs, reforçando a integração entre ciência, tecnologia e inovação com políticas comerciais.

E no sábado, o Workshop de Coordenação e Estratégia reuniu todos os participantes para alinhar ações conjuntas entre setor público e privado, consolidando estratégias de promoção comercial, inovação e investimentos do Brasil nos mercados da região.

Ciclo de Encontros

Os Encontros de SECOMs, SECTECs e Adidos Agrícolas, promovidos conjuntamente pela ApexBrasil, pelo Itamaraty, pelo Mapa e MDIC, foram realizados entre 2023 e 2025. Com essa edição de Dubai, foram 10 encontros: África (Joanesburgo), América Central e Caribe (Cidade do Panamá), América do Sul (Bogotá), Estados Unidos e Canadá (Washington), Sudeste Asiático e Oceania (Bangkok e Tóquio), Europa (Lisboa, Varsóvia e Bruxelas) e Oriente Médio (Dubai), reunindo 212 representantes de postos, entre 131 SECOMs, 54 SECTECs e 27 Adidos Agrícolas. Ao longo das nove edições anteriores, 38 empresas e entidades brasileiras participaram, com destaque para os setores de proteína animal, café, agroindústria, agricultura e couro.

Fonte: Assessoria ApexBrasil

Notícias

Produtores do Paraná poderão ampliar subvenção ao seguro rural com boas práticas de manejo do solo

Projeto-piloto do governo federal oferece descontos maiores no prêmio do seguro para áreas enquadradas em níveis superiores de manejo agrícola.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

Os produtores rurais paranaenses podem obter subvenção federal maior, com base em critérios de manejo e conservação do solo nas culturas da soja e milho safrinha. Para isso, as áreas agrícolas a serem seguradas devem ser enquadradas em Níveis de Manejo (NM) estipulados pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático Níveis de Manejo (ZarcNM). O projeto-piloto conta com recursos específicos para execução (R$ 1 milhão para cada cultura) e beneficia produtores rurais com percentual maior de desconto nos valores do seguro pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Foto: Divulgação

A ferramenta considera critérios de qualidade do manejo de solo como redutor do risco climático de áreas agrícolas com maior capacidade de infiltração e retenção de água. O NM1 é a condição de risco base e o NM4, a melhor condição de cultivo que garante benefício maior.

“Em tempos de queda nas contratações de seguro rural, toda proposta que venha melhorar a subvenção ao prêmio é bem-vinda”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Nossos técnicos estão à disposição para auxiliar os produtores rurais neste processo”, complementa.

Lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com metodologia da Embrapa, o ZarcNM teve o projeto-piloto iniciado na safra 2025/26, somente no Paraná, quando 28 áreas de produção foram classificadas em níveis de subvenção diferenciada. Na temporada 2026/27, o projeto iniciará a fase II, com possibilidade de participação dos produtores de soja do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, e milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul.

Como acessar

O primeiro passo para ter acesso à subvenção diferenciada é buscar a análise de solo em um laboratório credenciado no Estado. A metodologia das análises não difere das normalmente utilizadas, mas os laboratórios participantes conseguem registrar os dados da área diretamente no sistema (SiNM) da Embrapa.

“Antes mesmo de contratar o seguro, o produtor deve realizar a coleta da amostra de solo, seguindo as orientações do item 7, da Instrução Normativa 2/2025, do Mapa, e encaminhá-la a um laboratório credenciado, solicitando a análise Níveis de Manejo”, orienta Ana Paula Kowalski, coordenadora do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep.

Na sequência, o produtor deve procurar um operador de contrato para providenciar a análise de sensoriamento remoto e incluir as informações no sistema da Embrapa. Então, a plataforma calcula o nível de manejo do talhão e as informações são repassadas pelo operador ao governo federal para que seja definida a subvenção conforme os seis indicadores avaliados para a definição do nível de manejo: tempo sem revolvimento do solo; cobertura do solo com palhada; saturação por bases (V%); teor de cálcio; saturação por alumínio; e histórico de diversidade de cultivos. Três são verificados pela análise de solo e os demais por ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas pelos operadores especializados. Para os níveis 2, 3 ou 4, segundo a Embrapa, “áreas com declividade superior a 3% devem, obrigatoriamente, adotar semeadura em nível ou contorno em pelo menos 75% da gleba”.

“Para subvenção maior, ou seja, além do padrão definido pelo PSR, os níveis devem ser de 2 em diante”, comenta Ana Paula. Na cultura de milho segunda safra, para Nível de Manejo (NM) 1, a subvenção será de 40%; NM2, 45%; e para NMs 3 e 4, 50%. Já para a cultura de soja, os cálculos são 20% para NM1; 30%, NM2; 35%, NM3; e 40%, NM4.

A lista de operadores credenciados está disponível no site embrapa.br/rede-zarc-embrapa/niveis-de-manejo

Fonte: Assessoria Sistema Faep
Continue Lendo

Notícias

Tarifas dos EUA deve impactar 21% das exportações brasileiras

Governo avalia ampliar parcerias comerciais enquanto negocia para evitar a aplicação das tarifas.

Publicado em

em

Fotos: Claudio Neves

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.

“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.

Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar “injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o Whatsapp Pay. 

Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.

“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.

Negociação

Foto: Divulgação/Porto de Santos

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.

O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.

Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.

Fonte: Agência Brasil
Continue Lendo

Notícias

EUA propõem tarifas a 60 países, incluindo o Brasil

Escritório de Comércio norte-americano sugere sobretaxas de até 12,5% sobre importações e abre consulta pública antes da decisão final.

Publicado em

em

Foto: Allan Santos/PR

O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na ampliação de sua política comercial protecionista ao propor novas tarifas sobre produtos importados de 60 países, entre eles o Brasil. A iniciativa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e prevê uma sobretaxa de até 12,5% para produtos brasileiros que entram no mercado norte-americano.

Foto: Divulgação

A proposta está vinculada a investigações conduzidas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos de 1974, instrumento legal que permite ao governo norte-americano apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e, eventualmente, adotar medidas de retaliação.

Segundo o USTR, a nova rodada de tarifas está relacionada à avaliação das políticas adotadas pelos países investigados para prevenir e combater o comércio de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na avaliação do órgão, falhas nesses mecanismos podem criar distorções competitivas e restringir o comércio norte-americano.

Brasil entre os países com maior alíquota proposta

Enquanto parte dos países investigados foi enquadrada em uma alíquota adicional de 10%, o Brasil aparece no grupo sujeito à tarifa de 12,5%.

A proposta brasileira está inserida em um conjunto de medidas que alcança outros 44 países analisados pelo governo

Foto: Divulgação

dos Estados Unidos. Já Canadá, União Europeia, México, Indonésia, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, Guatemala, Malásia, Taiwan, Equador e El Salvador integram o grupo que poderá ser submetido à tarifa adicional de 10%.

Caso seja implementada, a medida poderá aumentar os custos de acesso ao mercado norte-americano para diversos produtos exportados pelo Brasil, reduzindo a competitividade frente a concorrentes internacionais.

Instrumento de pressão comercial

A Seção 301 é considerada uma das principais ferramentas de política comercial dos Estados Unidos. O mecanismo ganhou destaque nos últimos anos durante disputas comerciais com diferentes parceiros internacionais e permite ao governo norte-americano impor restrições tarifárias mesmo sem a intermediação de organismos multilaterais.

A atual iniciativa também ocorre em um contexto de retomada de medidas emergenciais defendidas pelo governo Donald Trump. Parte dessas tarifas havia sido anulada anteriormente por decisão da Suprema Corte norte-americana, levando a administração federal a buscar novos caminhos regulatórios para restabelecê-las.

Consulta pública antes da decisão final

As tarifas ainda não estão em vigor. O USTR abriu período de consulta pública para receber contribuições de empresas, entidades e governos potencialmente afetados pelas medidas.

As manifestações poderão ser apresentadas até 06 de julho. No dia seguinte, 07 de julho, está prevista uma audiência pública para discussão das propostas.

Somente após a análise das contribuições o governo norte-americano decidirá se as tarifas serão implementadas e em quais condições, etapa que será acompanhada com atenção por exportadores e setores produtivos dos países envolvidos.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.