Conectado com

Notícias Missão Comercial

Brasil participa da maior feira de alimentos e bebidas da Ásia Central e Europa Oriental

A Worldfood Moscow 2023 contou com participação de oito expositores brasileiros. A feira recebeu 20 mil visitantes e reuniu mais de 1.000 expositores nacionais e internacionais de 39 países que tiveram a oportunidade de conhecer as tendências globais e inovações do mercado alimentício.

Publicado em

em

Fotos: Divulgação/Mapa

Com o intuito de abrir novos mercados, ampliar a participação dos produtos brasileiros do agronegócio no mercado internacional, além de promover a imagem do Brasil no exterior e gerar empregos, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoveu a Missão Comercial a Rússia, por ocasião da Feira Worldfood Moscow 2023, que ocorreu nos dias 19 a 22 de setembro, em Moscou, na Rússia.

Em sua 32ª edição, a Worldfood Moscow é uma das maiores exposições de alimentos e bebidas da Rússia, atraindo potenciais compradores do comércio atacadista/ varejista das ex-repúblicas soviéticas, Ásia Central e Europa Oriental. Mais de 350 empresas participaram pela primeira vez da mostra.

Neste ano, a feira recebeu 20 mil visitantes e reuniu mais de 1.000 expositores nacionais e internacionais de 39 países que tiveram a oportunidade de conhecer as tendências globais e inovações do mercado alimentício.

Pavilhão Brasil

A abertura da exposição contou com a presença do Secretário de Comércio e Relações Internacionais (SCRI/ Mapa), Roberto Perosa, e do embaixador brasileiro em Moscou, Rodrigo de Lima Baena Soares.

“A presença brasileira na WorldFood Moscow 2023 reforçou o compromisso do país em fortalecer os laços comerciais com a Rússia, em especial no setor de alimentos”, destacou Perosa.

As oito empresas brasileiras selecionadas para expor no Pavilhão Brasil contaram com estrutura completa para preparação e exposição de produtos, além de apoio técnico da equipe do ministério para reunião com os potenciais compradores.

Entre os produtos nacionais expostos na feira destacam-se: açaí, amendoim, gergelim, proteína animal, essências vegetais, produtos lácteos, milho e soja.

Segundo dados da SCRI, em 2022, o Brasil exportou para a Rússia a soma de US$ 1,8 bilhões em produtos agropecuários, com o embarque de 1,6 milhões de toneladas.

Um crescimento de 38 % em relação ao ano anterior (US$ 1,3 bilhões), conforme análise da SCRI. Entre os principais produtos agropecuários brasileiros estão a soja (US$ 874 milhões), açúcar (US$ 286 milhões), café (US$ 152 milhões) e as carnes bovina (US$ 197 milhões) e de frango (US$ 80 milhões).

Fonte: Assessoria Mapa

Notícias

Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
Continue Lendo

Notícias

Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

Publicado em

em

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
Continue Lendo

Notícias

Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.