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Notícias Segundo Abiec

Brasil não corre risco de ter desabastecimento de carne bovina

Levantamento encomendado pela Abiec projeta que a produção brasileira de carne bovina deve ser 35,5% maior que o volume consumido no país

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Arquivo/OP Rural

De acordo com um comunicado da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), o fornecimento de carne bovina no Brasil está garantindo. Um levantamento encomendado pela Abiec projeta que a produção brasileira de carne bovina deve ser 35,5% maior do que o volume consumido no país.

“Essa produção já está contratada com as operações em andamento nas fazendas, e, por conta da dinâmica da cadeia produtiva, não pode ser interrompida. Ou seja, os volumes serão produzidos, portanto não há risco de desabastecimento de proteínas”, afirma a associação.

O intuito da Abiec ao mostrar os dados é que diante da pandemia global do novo coronavírus (Covid-19) e a adoção de medidas para tentar restringir o seu contágio, consumidores tem promovido verdadeiras corridas aos supermercados com medo de que haja desabastecimento de alimentos.

A avaliação da Associação é de que o setor produtivo de carne bovina está trabalhando para garantir o fornecimento de alimento de qualidade para todos os brasileiros e para as centenas de países para os quais a nossa carne é exportada. Além disso, a entidade também informa que está em contato direto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para gerenciar e identificar situações pontuais que necessitem de ações para ajustar fluidez do processo produtivo. “O foco de atuação do setor está em produzir observando a saúde de todos os colaboradores e a segurança sanitária da nossa carne, garantindo o abastecimento para todos”, ressalta o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Agricultura

Submissão de trabalhos para Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão vai até 15 de abril

Em sua nona edição, o ConBAP traz como tema “Agricultura de Precisão na era digital” e vai ocorrer de 18 a 20 de agosto

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Divulgação

Os estudantes e pesquisadores interessados em apresentar seus trabalhos durante o ConBAP 2020 – Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão têm até o dia 15 de abril para submeter o material no site do evento. Em sua nona edição, o ConBAP traz como tema “Agricultura de Precisão na era digital” e vai ocorrer de 18 a 20 de agosto, em Campinas (SP), no Expo Dom Pedro.

Além da submissão, no site estão disponíveis as inscrições para congressistas e para seis minicursos, além de uma prévia da programação que vai contar com tópicos como: a transformação digital e a agricultura de precisão; conectividade, inteligência artificial; automação e agtechs inovadoras em agricultura de precisão.

De acordo com o presidente da AsBraAP, José Paulo Molin, o ConBAP a programação envolve palestras, minicursos e painéis técnicos, além de atividades científicas, apresentadas pelos mais renomados profissionais da área. “Paralelamente, há uma área de exposição de produtos e serviços, considerada a principal vitrine para relacionamentos com profissionais e usuários da AP. Também contamos com a Sala do Mercado, onde empresas podem se apresentar ao público presente”, explica.

O Congresso é promovido pela Associação Brasileira de Agricultura de Precisão – (AsBraAP), a cada dois anos, e reúne cerca de 800 participantes, entre profissionais da área, pesquisadores, professores, produtores rurais, estudantes, empresas e usuários das diferentes técnicas de agricultura de precisão e digital.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Com escalas de abate mais curtas, preços do boi gordo se recuperam

Mercado físico de boi gordo teve uma semana de recuperação após as perdas expressivas da semana anterior

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico de boi gordo teve uma semana de recuperação após as perdas expressivas da semana anterior. “O mercado tentou operar de forma normal em meio ao caos provocado pela pandemia de coronavírus”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, os frigoríficos viram suas escalas de abate ficarem mais curtas, o que exigiu uma postura mais agressiva na compra de gado. ” Mas ainda há grande dúvida em relação ao comportamento da demanda de carne bovina no curto e no médio prazo, tanto no que se refere às vendas domésticas como nas exportações”, assinalou.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade à vista nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 26 de março:

  • São Paulo (Capital) – R$ 195 a arroba, contra R$ 180 a arroba em 19 de março, subindo 8%.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 180 a arroba, ante R$ 175 a arroba (4,5%).
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 188 a arroba, contra R$ 178 a arroba (5,5%).
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 184 a arroba, ante R$ 177 a arroba (3,9%).
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 171 a arroba, ante R$ 178 a arroba (-3,9%).

Exportações

As exportações de carne bovina “in natura” do Brasil renderam US$ 385,7 milhões em março (15 dias úteis), com média diária de US$ 25,7 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 87,3 mil toneladas, com média diária de 5,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.417,70.

Na comparação com fevereiro, houve baixa de 6,4% no valor médio diário da exportação, perda de 5,3% na quantidade média diária exportada e queda de 1,2% no preço. Na comparação com março de 2019, houve ganho de 10,8% no valor médio diário, queda de 6,7% na quantidade média diária e recuo de 18,8% no preço médio.

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência Safras
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Notícias Mercado Interno

Preços do trigo podem ceder com maior importação

Mercado brasileiro de trigo segue observando com atenção a flutuação cambial

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de trigo segue observando com atenção a flutuação cambial. Com o dólar agora mais próximo da faixa de cinco reais, e até abaixo desta linha durante o dia, a importação de trigo pela indústria brasileira fica um pouco mais facilitada, ao mesmo tempo em que o cereal doméstico perde competitividade e abra-se espaço para queda nos preços, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro.

Com este cenário, a preocupação é cada vez maior com a disponibilidade do produto, seja no âmbito doméstico, ou no Mercosul, já que grande parte do volume disponível já está registrado para comercialização.

“No mercado interno a procura pelo trigo tem crescido gradualmente, mas os negócios ainda são restritos, limitados principalmente pelo pouco volume disponível para comercialização, com a maior parte dos produtores negociando as culturas de verão”, assinalou Pinheiro.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório mensal, que a safra 2020 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,498 milhões de toneladas, 63% acima das 2,145 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019.

A área cultivada deve ficar em 1,079 milhão de hectares, contra 1,028 milhão de hectares em 2018, alta de 5%. A produtividade média é estimada em 3.241 quilos por hectare, acima dos 2.209 quilos por hectare registrados na temporada 2019.

Fonte: Agência Safras
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