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Brasil marca presença na Gulfood 2015

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Importante mercado para a carne bovina nacional, o Brasil participa de mais uma ação visando ampliar relacionamento e vendas para o Oriente Médio e Norte da África com a presença na Gulfood – um das maiores e mais importantes feiras de alimentos e bebidas do mundo, que acontece em Dubai, entre os dias 8 e 12 de fevereiro.
 
Em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), responsável pela presença do Brasil no evento, a ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne) e 11 empresas associadas – Agra, Barra Mansa, Cooperfrigu, Frialto, Frigol, JBS, Mafripar, Marfrig, Mataboi, Minerva e Xinguara – estarão presentes no evento para promoção e divulgação da carne bovina brasileira.
 
A ABIEC vai levar mais de 270 quilos de picanha, filé mignon e filé de costela para a realização de churrascos durante o evento. O objetivo da degustação é mostrar a qualidade do produto nacional, hoje enviada para mais de 150 países e que garante ao Brasil o posto de maior exportador de carne bovina do mundo.
 
Somente em 2014, o Brasil exportou para aquela região (um total de 18 países) mais de 326 mil toneladas de carne bovina, com um faturamento de US$ 1,3 bilhão. O Egito é o principal país importador nesta região, com US$ 611 milhões em faturamento, seguido de Irã (US$ 274 milhões), Argélia (US$ 100 milhões), Líbano (US$ 87 milhões) e Emirados Árabes Unidos (US$ 83 milhões).
 
“É um mercado essencial para a carne brasileira e com um grande potencial de crescimento. Somente nos últimos dez anos (2004-2014), mais que dobramos o faturamento com vendas para aquela região, passando de US$ 537 milhões para US$ 1,3 bilhão”, afirma Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC – Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne.
 
“A Gulfood é uma feira estratégica para o Brasil, pois alcança dezenas de países do Oriente Médio, África e Ásia aos quais podemos oferecer uma diversidade de produtos que vão desde as frutas, grãos e mel até alimentos industrializados como os produtos lácteos, doces, massas e biscoitos”, comenta o presidente da Apex-Brasil, Mauricio Borges.
 
A Gulfood 2015, que está comemorando 20 edições, vai reunir 4.800 expositores de 120 países e espera receber mais de 85.000 visitantes de 170 países, além de chefes de estado, ministros e oficiais de governo do mundo todo.
 
 
Sobre a ABIEC

Criada em 1979, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) reúne 25 empresas do setor no país, responsáveis por 95% da carne negociada para mercados internacionais. Sua criação foi uma resposta à necessidade de uma atuação mais ativa no segmento de exportação de carne bovina no Brasil, por meio da defesa dos interesses do setor, ampliação dos esforços para redução de barreiras comerciais e promoção dos produtos nacionais. Atualmente, o Brasil produz 10,2 milhões de toneladas de carne bovina, 19,5% são negociados para dezenas de países em todo o mundo, seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade. Na última década, o país registrou crescimento de 185% no valor de suas exportações, atingindo o recorde histórico de US$ 7,2 bilhões em faturamento em 2014 e consolidando a posição de maior exportador mundial de carne bovina.
 
 
Sobre a Apex-Brasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) tem a missão de desenvolver a competitividade das empresas brasileiras, promovendo a internacionalização dos seus negócios e a atração de investimentos estrangeiros diretos.  A Apex-Brasil apoia, atualmente, cerca de 12 mil empresas de 80 setores produtivos da economia brasileira, que exportam para mais de 200 mercados. Em parceria com entidades setoriais, a Agência organiza ações de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais e visitas de compradores estrangeiros e de formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira. Também produz estudos de inteligência comercial e competitiva com o objetivo de orientar as decisões das empresas nacionais sobre o ingresso em mercados internacionais.  A Agência também coordena os esforços de atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o País, trabalhando na identificação de oportunidades de negócios e na promoção de eventos estratégicos e garantindo apoio ao investidor estrangeiro durante todo o processo no Brasil.

Fonte: Ass. Imprensa da ABIEC

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Notícias Capacitação

Inscrições para curso EAD da Embrapa sobre controle do carrapato encerram-se amanhã

Promovido pela Embrapa Pecuária Sul, através da plataforma e-campo

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Foto: Arte: Cláudia Gomes / Divulgação

Nesta sexta-feira (20/05), encerram-se as inscrições para o curso de educação a distância (EAD) Prevenção e controle do carrapato dos bovinos em sistemas produtivos da região Sul do Brasil, promovido pela Embrapa Pecuária Sul, através da plataforma e-campo. Os interessados podem se inscrever no portal Embrapa (link abaixo). O treinamento é totalmente online e autoinstrucional, com carga horária de 30 horas e investimento de R$ 80,00. As vagas são limitadas.

 

Link para inscrição: https://www.embrapa.br/e-campo

 

A capacitação, direcionada a profissionais e produtores que lidam com o desafio do controle do carrapato bovino em sistemas de produção da região Sul do Brasil, é composta por três módulos. Confira os assuntos abordados:

 

Módulo I. Bioecologia do carrapato dos bovinos aplicada à prevenção e controle

Aula 1. Biologia de R. microplus e a relação parasito-hospedeiro

Aula 2. Prejuízos causados pelo parasitismo

Aula 3. Influência do clima nas infestações dos campos e animais na região Sul

Aula 4. Relação entre o carrapato dos bovinos e os surtos de tristeza parasitária bovina

Aula 5. Formas de controle parasitário, vantagens e desvantagens

 

Módulo II. Controle químico do carrapato dos bovinos

Aula 1. Evolução do controle químico e a relação com o uso eficiente dos acaricidas

Aula 2. Tipos de controle químico

Aula 3. Acaricidas químicos

Aula 4. Cuidados no preparo e administração de acaricidas

Aula 5. Resistência aos acaricidas

 

Módulo III. Estruturando um plano de prevenção e controle do carrapato dos bovinos

Aula 1. Variáveis a serem consideradas na elaboração/revisão de um plano de prevenção/controle do carrapato dos bovinos

Aula 2. Plano para a prevenção/controle do carrapato dos bovinos na prática

 

O período de acesso ao curso será entre os dias 30 de maio e 31 de julho de 2022. Os participantes receberão certificado ao concluir a capacitação. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail cppsul.e-campo@embrapa.br

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

BRF avança em compromisso de bem-estar animal com gestação coletiva de suínos

Adaptação de alojamento individual para gestação coletiva proporciona conforto físico e mental e alcança mais de 200 mil matrizes suínas da Companhia

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Arquivo / OP Rural

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, comemora mais um avanço em suas práticas de bem-estar animal. A Companhia iniciou 2022 superando a marca de mais de 50% de fêmeas suínas em sistema de alojamento coletivo. Ao abrigar fêmeas gestantes em espaços mais amplos e compartilhados, no lugar das tradicionais baias individuais, os animais têm ganhos de bem-estar em aspectos nos aspectos físicos e mentais dos animais

Com mais de 200 mil fêmeas já beneficiadas pelo sistema de alojamento coletivo durante a gestação, em granjas próprias e de integrados, que adaptam cada vez mais os seus espaços e manejos para este modelo de alojamento. A BRF, agora, trabalha no compromisso de finalizar as adequações até 2026, que contemplará a totalidade de seu plantel de matrizes alojadas neste sistema. “Além do conforto físico, há redução significativa no stress ao permitir que as fêmeas interajam entre si, circulando pelo local. Há um ganho bastante visível no comportamento das fêmeas alojadas”, ressalta Josiane Busatta, gerente de Bem-estar Animal da Companhia.

Com um período de gestação de cerca de 115 dias, fase considerada delicada para as fêmeas, o alojamento individual é o manejo que predominou por décadas como forma de evitar problemas com os animais como brigas por exemplo. Desde 2012, porém, a BRF, de forma pioneira no Brasil, começou a adotar este novo modelo de gestação de suínos e em 2014 firmou o compromisso de transição de todas as fêmeas para o alojamento coletivo. Para o Gerente Executivo de Produção Animal da área de Suínos, Edilson Caldas, a adequação para gestação coletiva é a maior mudança estrutural ocorrida na suinocultura nos últimos tempos.

“Uma mudança tão significativa pode trazer alguns desconfortos e dúvidas, e para mitigação destas, contamos com o apoio dos extensionistas que estão a campo. Eles atuam sempre próximos dos integrados, e passam por formação contínua para que se aprimorem nos temas de bem-estar animal, repassando novos conhecimentos aos produtores”, destaca o executivo.

Nos últimos oito anos, o processo de adequação estrutural das granjas e qualificação de produtores para o novo manejo avançou de forma constante. Além de ser ampliado ano a ano, o alojamento coletivo na BRF também vai além da exigência legal. Enquanto as regras do Ministério da Agricultura, publicadas em 2020, indicam que criadores devem adotar gradativamente o processo com tempo máximo de alojamento individual por 35 dias, a Companhia optou por reduzir esse prazo para no máximo 28 dias de gestação.

A migração para o sistema de alojamento coletivo de fêmeas gestantes está inserida na Política de Sustentabilidade da BRF, reforçando o comprometimento com aspectos ambientais, sociais, de governança e bem-estar animal. O processo de mudança teve início em 2014 e, em 2015, apenas um ano após o anúncio do compromisso público, a empresa contava com 15% do plantel beneficiado pela gestação coletiva.

Nos anos seguintes, a Companhia continuou ampliando a adoção da gestação coletiva e, mesmo em meio a pandemia, finalizou 2020 com 45% do plantel de fêmeas neste sistema, totalizando mais de 180 mil fêmeas alojadas em grupo – número ampliado para mais de 200 mil até o final de 2021. Com esta e outras ações, a BRF é pioneira em medidas que contemplam o bem-estar animal no Brasil, servindo de referência para outras empresas.

Fonte: Assessoria
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Notícias FAESP

Produtores devem monitorar alertas de geadas para protegerem suas lavouras

Presidente da Federação, Fábio de Salles Meirelles, lembra da importância de ficar vigilante sobre o clima para o planejamento

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Divulgação

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) está monitorando a situação das quedas de temperaturas e condições climáticas favoráveis à formação de geadas no Estado. Segundo o presidente da FAESP, Fábio de Salles Meirelles, os produtores devem monitorar alertas de geadas para protegerem suas lavouras.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta para o risco da ocorrência de geadas, com intensidade variando entre fraca e forte, que se espalha por todo o Estado de São Paulo e que deve se estender até amanhã, sexta-feira (20/05).

“Neste período, manter-se vigilante sobre as condições climáticas é fundamental para que os produtores planejem suas atividades e tomem suas decisões”, afirma o presidente da FAESP.

Ao longo desta quinta-feira, (19/05), ventos costeiros e vendavais, variando entre 60 km/h e 100 km/h, devem atingir áreas do Sul Fluminense, Vale do Paraíba Paulista, Sul e Sudoeste de Minas.

“Reforçamos aos produtores rurais a importância de se informarem regularmente sobre as condições meteorológicas previstas, acompanhando os avisos que são divulgados diariamente pelo INMET, por meio de seu site, aplicativo ou rede sociais”, reforça o presidente da FAESP.

Para a madrugada desta sexta-feira, 20/05, as temperaturas mínimas devem ficar entre 3ºC e 0ºC. É esperada a ocorrência de geadas nas regiões de Campinas, Vale do Paraíba, Macro Metropolitana Paulista, além do Sul e Sudoeste de Minas.

Há ainda um alerta de perigo potencial de geadas por todo o interior do Estado. No final se semana, o frio deve perder intensidade, mas as madrugadas ainda continuarão frias (Figura 1).

Essa previsão gera preocupação nas regiões produtoras de milho e feijão segunda safra, que se encontram em fases fenológicas sensíveis, além das áreas de pastagens em baixadas, hortaliças, café, cana-de-açúcar, frutas, que podem vir a sofrer perdas em função das baixas temperaturas.

Por meio do ALERT-AS, é possível acompanhar os avisos meteorológicos. O Sisdagro, Sistema de Suporte à Decisão Agropecuária, indica a previsão de risco de geada por município. Já o mapa com as geadas observadas pode ser acessado no portal do INMET.

Entre as medidas preventivas de manejo para proteção das lavouras, a fim de minimizar os efeitos negativos de frentes frias e possíveis geadas, a FAESP recomenda:

 

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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