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Notícias SIF

Brasil habilita 136 estabelecimentos de produtos de origem animal para exportação no primeiro trimestre

Apesar da pandemia, o Mapa vem mantendo suas atividades essenciais em funcionamento para assegurar a oferta de alimentos seguros para o Brasil e o mundo

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Divulgação/MAPA

No primeiro trimestre de 2021, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) habilitou 136 estabelecimentos sob o Serviço de Inspeção Federal (SIF) para exportar produtos de origem animal para países com exigências específicas. A ação representa o crescimento do Brasil no mercado internacional.

Neste mesmo período foram abertos seis novos mercados para exportação de produtos de origem animal e três para exportação de produtos para alimentação animal. Um total de 20 certificados sanitários também foram acordados com os países para atualização de modelos vigentes e para abertura de mercados.

Ainda sob estado de emergência em saúde pública, em decorrência da pandemia causada pela Covid-19, o Mapa vem mantendo suas atividades essenciais em funcionamento para assegurar a oferta de alimentos seguros para o Brasil e para o mundo.

Registro de estabelecimentos 

Em 2021 foram concedidos 27 registros de estabelecimentos de produtos de origem animal para atuarem sob fiscalização do Serviço de Inspeção Federal (SIF). O tempo médio de análise dos processos de registro de estabelecimentos foi de 11 dias.

Na área de alimentação animal foram concedidos 619 registros de estabelecimentos, incluindo a migração de registro de estabelecimentos para o Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro). O tempo médio para análise dos processos de registro desses estabelecimentos foi de 43 dias.

Atualmente, estão registrados no SIF 3.320 estabelecimentos de produtos de origem animal nas áreas de carnes e produtos cárneos, leite e produtos lácteos, mel e produtos apícolas, ovos e pescado e seus produtos derivados. Além de 2.415 estabelecimentos de produtos destinados à alimentação animal que já estão com registro no Sipeagro.

Registro de produtos 

Foram concedidos automaticamente registro para 24.359 produtos de origem animal nos primeiros meses de 2021. Também foram analisadas 2.534 solicitações de registro de produtos, com tempo médio de análise de 3 dias.

Na área de alimentação animal foram deferidas 251 solicitações de registro e 582 cadastros de produtos para alimentação animal.

Certificação sanitária 

Em relação à certificação sanitária, que assegura que os produtos e os sistemas de produção atendem a todos os requisitos acordados com os países para os quais o Brasil exporta seus produtos de origem animal, foram emitidos no primeiro trimestre 80.934 Certificados Sanitários Internacionais (CSI), 24.634 Certificados Sanitários Nacionais (CSN), 2.347 Guias de Trânsito (GT) e 78.269 Declarações de Conformidade de Produtos de Origem Animal (DCPOA). O tempo médio para emissão de certificados sanitários foi de 27h25.

Licenças de importação 

O Mapa analisa previamente as solicitações de Licenças de Importação (LI) de produtos de origem animal para avaliar se os produtos são provenientes de empresas e países que não contenham restrições sanitárias, visando conferir mais segurança no controle oficial sobre os produtos importados que serão consumidos pelos brasileiros.

Em 2021 foram analisadas 14.209 solicitações de LI, sendo em média 87% deferidas. O prazo estabelecido em legislação para as análises de LI é de 30 dias, porém o tempo médio de análise está atualmente em 4 dias.

Fonte: MAPA
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Notícias Consulta Pública

Mapa propõe melhorias na regulamentação da identidade e qualidade do hambúrguer

As alterações propostas são aplicáveis ao hambúrguer produzido em estabelecimento com SIF e buscam atender às demandas atuais dos consumidores.

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iStock/Mapa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, na quarta-feira (20), a portaria nº 420 que submete à consulta pública, pelo prazo de 60 dias, a proposta de portaria sobre os Requisitos de Identidade e Qualidade (RTIQ) do Hambúrguer. A nova norma revogará o anexo IV da Instrução Normativa nº 20/2000.

Entre as melhorias propostas estão a previsão de moldagem do hambúrguer em formas diversas, além da tradicional em disco; a padronização para indicação na rotulagem do corte cárneo utilizado para obtenção do hambúrguer e a padronização para a denominação do produto quando utilizada carne de mais de uma espécie. Segundo a proposta, no caso de produto que contenha indicação dos cortes utilizados, não será permitida a adição de proteína vegetais. Outra mudança é o aumento do limite máximo de gordura permitida, de 23% para 25%.

“A proposta de revisão normativa busca harmonizar o RTIQ com o Decreto 9.013/2017 e suas alterações, bem como busca englobar atualizações necessárias levantadas pelo setor e pelo próprio Mapa ao longo dos últimos anos”, destaca a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana.

As alterações propostas, aplicáveis ao hambúrguer produzido em estabelecimento com SIF, buscam atender às demandas atuais dos consumidores, garantir a segurança e inocuidade dos produtos, manter as características do produto, padronizar entendimentos e atender às demandas do setor produtivo.

As sugestões tecnicamente fundamentadas deverão ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária, por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/sisman/. Para ter acesso ao Sisman, o usuário deverá efetuar cadastro prévio no Sistema de Solicitação de Acesso (SOLICITA), por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/solicita/.

Fonte: Mapa
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Notícias Reestruturação Rodoferroviária

Portos do Paraná conclui audiência pública do Projeto Cais Leste

Com a construção da moega exclusiva para o modal ferroviário, a ideia é atender, em um único ponto, por conexões aéreas (ou seja, correias transportadoras), todos os 11 terminais que operam à Leste no Corredor de Exportação. A previsão é que a construção inicie no primeiro semestre de 2022.

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Rodrigo Felix Leal/SEIL

A Portos do Paraná apresentou nesta quarta-feira (20), em audiência pública, o projeto Cais Leste, que centraliza a descarga ferroviária em uma moega exclusiva, conhecida como “Moegão”. Em plataforma on-line, com 60 participantes, a administração dos portos de Paranaguá e Antonina detalhou como será a reestruturação rodoferroviária dos acessos dos Terminais da Região Leste do Porto de Paranaguá, otimizando a capacidade de recepção de cargas em ambos os modais.

“Com esse projeto, mais que aumentar a participação do modal ferroviário, pretendemos mudar a visão e a estratégia da operação”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Atualmente, no Porto de Paranaguá, como na maioria dos portos brasileiros, cada terminal tem seu acesso ferroviário próprio. São 11 terminais de exportação de granéis sólidos que operam no Corredor Leste, mas nem todos têm desvio ferroviário.

“Para cada operação no terminal, a composição dos vagões é quebrada com manobras. Nesse tipo de operação individualizada, além de ineficiência há um conflito muito grande com o fluxo da cidade”, disse Garcia. “O projeto visa diminuir essa ineficiência operacional, dando condições para recebermos mais cargas pela ferrovia, com maior agilidade, qualidade e menor impacto à relação porto/cidade”.

Com a construção da moega exclusiva para o modal ferroviário, a ideia é atender, em um único ponto, por conexões aéreas (ou seja, correias transportadoras), todos os 11 terminais que operam à Leste no Corredor de Exportação.

“É uma obra de infraestrutura que olha a longo prazo, visando atender toda a demanda de carga projetada para os próximos 20 ou 30 anos, numa renovação da malha ou com a Nova Ferroeste. O Porto de Paranaguá está se capacitando para grandes projetos futuros”, afirmou o diretor-presidente.

O projeto prevê aumentar dos quase 550 vagões – que atualmente são descarregados, por dia, no Corredor Leste – para quase 900. Serão quase 300 em cada uma das três linhas por dia.

André Cassanti Neto, diretor de engenharia e manutenção da Portos do Paraná, disse que as três linhas serão independentes. A expectativa do projeto é descarregar no complexo, pelo modal ferroviário, cerca de 24 milhões de toneladas de granéis por ano.

“Serão cerca de 700 caminhões a menos por dia. Além disso, o projeto traz como benefícios gerais a redução dos custos logísticos e da poluição, considerando que o transporte ferroviário emite cerca de 70% menos CO2”, afirmou.

Ainda segundo o diretor, as interferências rodoferroviárias serão reduzidas das atuais 16 para apenas cinco. “As operações serão mais ágeis e o tempo de manobra será menor”, completou.

Etapas

Com a audiência pública e as contribuições recebidas, a equipe interna responsável pela análise do projeto se reunirá para os ajustes finais. Na sequência, o projeto segue para a aprovação dos órgãos competentes e, aprovado, será lançado o edital para a licitação da obra. A previsão é que a construção inicie no primeiro semestre de 2022.

Os projetos, apresentação, ata e gravação da audiência pública desta quarta-feira estão disponibilizados no site da Portos do Paraná. A equipe técnica tem prazo legal de até 5 dias úteis para publicar a ata da audiência e o extrato dos questionamentos e comentários enviados.

Embarque

O Moegão vai ao encontro de outro projeto do Estado, que é a modernização e ampliação do Corredor Leste (Corex) e do píer em T. Em fase de desenvolvimento, o projeto prevê um novo complexo com quatro berços; ponte de acesso; oito torres pescantes; e capacidade para embarque de 4 mil toneladas, por hora, em cada uma das oito linhas. Assim, a expectativa é triplicar a capacidade de embarque atual no Corredor Leste.

Fonte: AEN Paraná
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Notícias Campeonato Nacional

Lins (SP) sedia a 20ª etapa do Circuito Nelore de Qualidade

Mais de 680 animais serão avaliados entre os dias 20 e 21 de outubro. Até o fim do anos serão realizadas cerca de mais 15 etapas do campeonato nacional.

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Divulgação

Mais de 680 animais serão avaliados nos dias 20 e 21 de outubro, no frigorífico Friboi, em Lins (SP), na 20ª etapa do Circuito Nelore de Qualidade 2021, com promoção da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) e Associação Paulista dos Criadores de Nelore (APCN).

“São Paulo tem rebanho de quase 10 milhões de cabeças e a pecuária é uma atividade muito importante e tecnificada no estado. Por isso, esperamos uma grande etapa. Temos visto muita qualidade nas etapas, o que demonstra que a pecuária nunca tirou o pé do acelerador”, comenta André Locateli, gerente executivo da ACNB.

Após Lins (SP), cerca de mais 15 etapas serão realizadas até o fim do ano, entre elas: Naviraí (MS), Nanuque (MG), Anastácio (MS), Ponta Porã (MS), Itapetinga (BA), Diamantino (MT), Andradina (SP), Teixeira de Freitas (BA) e Campo Grande (MS).

Neste ano, o Circuito conta com mais um campeonato nacional: “Melhores Lotes de Carcaças de Animais com Pai Identificado”, com a participação de progênies de touros identificados. Trata-se de mais uma oportunidade para comprovar a qualidade da genética selecionada.

Outra novidade é a Medalha Ouro Branco, que valoriza os lotes de fêmeas com até quatro dentes incisivos permanentes (d.i.p.) e machos castrados com até dois d.i.p., com cobertura de gordura na carcaça mediana ou uniforme e peso de carcaça quente entre 16 e 25 arrobas.

Friboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal apoiam a 23ª edição do Circuito Nelore de Qualidade 2021.

Contatos para inscrições

Para participar do Circuito Nelore de Qualidade em Lins, os pecuaristas devem entrar em contato com a unidade da Friboi pelos telefones (14) 3511-2123 ou (14) 99152-8912 – falar com Douglas –, (14) 3511-2121 ou (14) 99852-6871 – falar com Wlademir ou (14) 98135-4614 – falar com Leonardo. Qualquer pecuarista pode participar da etapa de Lins com lotes a partir de 21 cabeças.

Circuito Nelore de Qualidade

Realizado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), o Circuito Nelore de Qualidade fortalece e promove a genética e a carne Nelore, contribuindo para elevar a produtividade da pecuária nacional. A iniciativa avalia resultados obtidos pelos produtores, cada qual em sua realidade e sistema de produção.

Promovido desde 1999, o Circuito conta com apoio da Friboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal e cresce a cada ano: em 2021, já estão confirmadas 36 etapas. Até o fim do ano, mais de 20 mil animais devem ser avaliados. O Circuito Nacional de Qualidade é o maior campeonato de avaliação de carcaças de bovinos do mundo.

Confira o calendário completo e outras informações sobre o regulamento do Circuito pelo site www.nelore.org.br/CircuitoNelore.

 

Fonte: Assessoria ACNB
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CONBRASUL/ASGAV

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