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Notícias Mercado

Brasil fecha acordo com a Tailândia para venda de carne bovina

O acordo é relevante porque o mercado tailandês tem ascendências sobre países da região

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Arquivo/OP Rural

A carne bovina brasileira chega a mais um mercado internacional. Desta vez, as negociações com Tailândia avançaram, e em fevereiro foram firmados acordos para a exportação planta a planta. No ano passado o país vendeu cerca de U$ 650 mil para o país do sudeste asiático, em vendas com “licença de chegada”. A expectativa é que haja um incremento nas transações com a abertura do mercado.

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o volume não é expressivo ainda, mas a abertura é relevante porque a Tailândia tem um processo de controle sanitário maduro em comparação com outros países da região e acaba por ter uma ascendência sob esses países, o que reforça a qualidade fitossanitária dos produtos brasileiros.

O trabalho para a abertura do mercado começou há alguns anos e envolve departamento de promoção da embaixada brasileira na Tailândia e também o trabalho do adido agrícola. Hoje, a auditora fiscal federal agropecuária Maria Eduarda de Serra Machado é adida agrícola no país.

Abrir o mercado é muito importante, mas é apenas um primeiro passo no incremento das transações comerciais entre os países. É necessário um grande investimento em promoção comercial, o que o Brasil já vem fazendo. Várias empresas do setor agropecuário, em especial as produtoras de proteína animal, já têm feito um trabalho de divulgação no país e participado de feiras, como a Thaifex.

A abertura de mercados é uma das estratégias do Mapa para fomentar a venda de produtos agropecuários brasileiros. Nos últimos dois anos foram abertos 120 mercados. São 60 por ano, pouco mais de um por semana. Além disso, o Ministério tem, hoje, 26 postos de adidos agrícolas no mundo, empregando 28 funcionários do Ministério.

Fonte: Assessoria Anffa Sindical
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Notícias

Clima favorável e possível oferta elevada pressionam valores da soja

Ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionam contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group).

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Foto: AEN

A combinação de clima favorável à colheita nos Estados Unidos e à semeadura da oleaginosa em grande parte das regiões brasileiras, de estimativas de maior relação estoque/consumo final na safra 2021/22, em termos mundiais, do ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionou os contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group) nos últimos dias.

Com isso, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), compradores brasileiros se afastaram das aquisições no spot, na expectativa de adquirir lotes a preços menores nas próximas semanas.

Entre 08 e 15 de outubro, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná caíram 2,3% e 1,7%, com respectivos fechamentos de R$ 168,55/sc e de R$ 166,48/sc de 60 kg na última sexta-feira (15).

Fonte: ESALQ
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Notícias Grãos

Comprador afastado mantém preço do milho em queda

Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu 0,93%, fechando na última sexta-feira (15) a R$ 90,18/saca de 60 kg.

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Divulgação

Os preços do milho seguem em queda na maioria das regiões brasileiras, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Entre os dias 08 e 15 de outubro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) caiu 0,93%, fechando a R$ 90,18/saca de 60 kg na última sexta-feira, 15.

Apesar da quebra de produção na safra 2020/21, consumidores mantêm baixo o interesse de aquisição de novos lotes, atentos à melhora do clima, que tem favorecido a temporada de verão brasileira, e nas exportações desaquecidas.

Parte dos vendedores nacionais, por sua vez, precisam liberar armazéns para limpeza e organização da safra verão ou, em algumas regiões, para a entrada do trigo.

Fonte: Cepea
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Notícias Avicultura

Preços dos ovos se mantêm estáveis

Bom ajuste entre oferta e demanda sustentou as cotações, no entanto, agentes do setor estão apreensivos, uma vez que o mercado já começa a dar sinais de enfraquecimento.

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Arquivo/OP Rural

Os preços dos ovos se manteve praticamente estável nos últimos dias nas praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo colaboradores, o bom ajuste entre oferta e demanda sustentou as cotações. Mesmo assim, agentes do setor estão apreensivos, uma vez que o mercado já começa a dar sinais de enfraquecimento, levando à necessidade de concessão ou intensificação de descontos.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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