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Brasil está perto de cumprir 100% da Cota Hilton

Exportações de carne bovina à União Européia devem atingir quase 10 mil toneladas até o fim do primeiro semestre

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Os embarques de carne bovina brasileira para a Europa por meio da Cota Hilton devem chegar próximos a 10 mil toneladas até o fechamento do primeiro semestre deste ano (30 de junho). “Devemos preencher quase 100% da cota que o Brasil tem direito, algo que não acontece desde 2006”, destaca Fernando Sampaio, diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

A Cota Hilton atende a um nicho de mercado de cortes de alto padrão e se destaca pela valorização dos produtos. Para se enquadrar nesse acordo, é necessário que os animais sejam rastreados desde a desmama e criados exclusivamente a pasto. “É muito difícil se enquadrar nos requisitos da cota. Estamos negociando formas de viabilizar essas exigências de rastreabilidade e alimentação”, disse Sampaio.

Um dos objetivos da Abiec para 2016 é retomar o número das exportações de 2014, quando foram embarcadas 1,5 milhão de toneladas de carne, gerando a receita de US$ 7,2 bilhões. “Temos um cenário cambial favorável. A China tem comprado bastante e também recuperamos o market share de importantes mercados do Oriente Médio. O volume exportado cresceu 12% nos cinco primeiros meses desse ano, em relação ao mesmo período em 2016, e as expectativas para o segundo”, afirma.

Acordo com UE

Segundo o executivo, o acordo com a União Europeia, que habilitou 14 novos Estados a enviar matéria prima para frigoríficos habilitados a exportar carne enlatada e termoprocessada ao bloco não deve ser sentido a curto prazo. “A princípio, esse acordo não deve impactar consideravelmente o volume das exportações. Os reflexos só serão sentidos após o segundo semestre. Quem deve se beneficiar agora são os frigoríficos, que passam a ter melhor poder de compra”, avalia.

Outros mercados

Para elevar o volume de carne embarcada ao exterior, Sampaio vê como fundamental a ampliação do acordo com a China. Em ida recente ao País asiático, o ministro Blairo Maggi confirmou a visita de veterinários chineses ao Brasil com o objetivo de ampliar o número de plantas habilitadas a exportar para o país.

A Abiec quer também ampliar o leque de produtos exportados para o gigante asiático. Atualmente, os chineses compram apenas carne bovina in natura do Brasil. O objetivo é incluir miúdos e  carne com osso nas vendas.

Outro mercado com ampliação no radar é a Turquia, que foi o maior comprador de gado em pé do Brasil deste ano, somando 37.876 cabeças. “Queremos que os turcos também comprem carne brasileira. Sanitariamente falando, não faz sentido que o país abra seu mercado para um produto e não para outro”, destaca.

EUA

A abertura do mercado norte-americano para carne bovina in natura segue em fase final de negociações. De acordo com Fernando Sampaio, falta apenas a visita de um auditor brasileiro aos Estados Unidos para que os países entrem em acordo em relação aos certificados sanitários. A visita já era para ter acontecido, mas foi adiada em virtude da troca do governo. A expectativa é que um técnico brasileiro visite os EUA ainda nesse mês.

Fonte: Portal DBO

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Notícias Segundo Cepea

Preços internos do milho renovam máximas nominais

Movimento de alta nas cotações do milho segue firme no Brasil

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Divulgação

O movimento de alta nas cotações do milho segue firme no Brasil. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem dos baixos estoques internos de milho, da queda na produção da safra de verão e dos preços elevados nos portos. Diante disso, em muitas regiões consultadas pelo Cepea, os valores atingem novos patamares recordes nominais.

As cotações externas também avançam, influenciadas por estimativas indicando safra e estoques de passagem menores que os previstos anteriormente. Quanto aos negócios no spot nacional, pesquisadores ressaltam que ainda ocorrem apenas quando há maior necessidade.

Enquanto vendedores, atentos à queda na produção, estão à espera de novas valorizações, compradores têm expectativa de que o início da colheita possa pressionar as cotações.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Elevação externa e baixo excedente doméstico mantêm preço da soja em alta no Brasil

Preços internos da soja estão em alta, influenciados pela valorização externa e pelo baixo excedente doméstico

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Divulgação/MAPA

Os preços internos da soja estão em alta, influenciados pela valorização externa e pelo baixo excedente doméstico. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) subiu 2,45% entre 8 e 15 de janeiro, a R$ 169,66/sc na sexta-feira (15).

O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná avançou 3,75% no mesmo comparativo, a R$ 166,97/sc de 60 kg na sexta. No campo, o cultivo de soja está praticamente finalizado no Brasil, e a Conab estima produção nacional em 133,69 milhões de toneladas, pouco acima da esperada pelo USDA, de 133 milhões de toneladas. Agora, as atenções de agentes se voltam à colheita, que já foi iniciada em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Minas Gerais.

Entretanto, o ritmo das atividades ainda é lento, tendo em vista o cultivo tardio. A expectativa é de que os trabalhos de campo se intensifiquem entre o final de janeiro e o começo de fevereiro. As áreas de cultivo precoce têm registrado baixa produtividade, diante das chuvas tardias.

Fonte: Cepea
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Notícias Postura

Poder de compra do avicultor cai para o menor patamar da história

Em janeiro, os preços dos principais insumos consumidos na avicultura de postura, milho e farelo de soja, voltaram a se elevar

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Arquivo/OP Rural

Em janeiro, os preços dos principais insumos consumidos na avicultura de postura, milho e farelo de soja, voltaram a se elevar.

Esse cenário, somado aos menores preços pagos pela caixa de ovos comerciais, pressionou o poder de compra do avicultor de postura para o menor patamar já registrado na série histórica do Cepea, iniciada em 2013 para esse produto.

Fonte: Cepea
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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