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Notícias Mercado

Brasil compra mais 63,3 mil toneladas de trigo HRW dos EUA

Essa é a segunda semana consecutiva em que o governo norte-americano confirma compras de mais de 60 mil toneladas do produto

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REUTERS/Nick Oxford

Importadores do Brasil adquiriram na última semana mais 63,3 mil toneladas de trigo duro vermelho de inverno dos Estados Unidos, segundo dados publicados na quinta-feira (13) pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês).

Essa é a segunda semana consecutiva em que o governo norte-americano confirma compras de mais de 60 mil toneladas do produto —conhecido pela sigla em inglês HRW— pelo Brasil. O volume representa a terceira maior aquisição do cereal em 2020, abaixo apenas das 69 mil toneladas compradas no final de abril e das 63,5 mil toneladas adquiridas na semana passada, de acordo com os números do USDA.

A nova transação eleva o acumulado das importações de trigo HRW dos EUA pelo Brasil no ano a 483,1 mil toneladas. No início de 2020, o país também chegou a adquirir 33,6 mil toneladas de trigo soft vermelho de inverno (SRW, na sigla em inglês) —o total de compras de trigo, portanto, é de 516,7 mil toneladas.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil importará 6,7 milhões de toneladas de trigo neste ano de todas as origens, diante do consumo firme de derivados do cereal (como pães e massas) em meio à pandemia de coronavírus.

Os EUA são o segundo principal fornecedor de trigo do Brasil, atrás apenas da Argentina, de acordo com dados do governo brasileiro no ano até julho. Do total já importado pelo país no período, de cerca de 4 milhões de toneladas, os argentinos responderam por 3,5 milhões de toneladas, enquanto os norte-americanos, por 240 mil toneladas.

Os fornecedores de fora do Mercosul se beneficiaram depois que o Brasil estabeleceu em junho uma cota adicional de 450 mil toneladas para importar trigo de fora do bloco sem Tarifa Externa Comum (TEC) até novembro, o que elevou o volume anual isento de taxa para 1,2 milhão de toneladas.

Fonte: Reuters
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Notícias Feira

Coopavel adia Show Rural para março de 2021

Em virtude das mudanças que a pandemia da Covid-19 trouxe neste último mês, a organização optou por adiar o evento presencial

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Arquivo/OP Rural

Na noite de terça-feira (02), a Coopavel, organizadora do tradicional Show Rural, divulgou um comunicado informando o adiamento da feira. Anteriormente, os organizadores haviam confirmado a realização da 33ª edição de 1º a 5 de fevereiro de 2021. Segundo o documento, em virtude das mudanças que a pandemia da Covid-19 trouxe neste último mês, a organização optou por adiar excepcionalmente o evento presencial para o período de 22 a 26 de março de 2021.

“O Show Rural Coopavel tem em sua essência levar conhecimento, tecnologia e oportunidade de negócios no âmbito da agropecuária mundial. Proporcionar um ambiente agradável, com segurança e tranquilidade é extremamente importante para que o objetivo seja atingido”, diz o comunicado.

Confira o comunicado na íntegra:

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Cooperativismo

Coamo implanta mais uma unidade em Dourados para atender produtores da região

Nova unidade irá a partir da safra 2020/2021 atender aos produtores da região do Guassu, Deodápolis e Fátima do Sul

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Foto: Divulgação

O presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari, anunciou na quarta-feira (02), durante o programa Informativo Coamo em 28 emissoras no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, a aquisição de uma nova unidade no município de Dourados (Mato Grosso do Sul).

A nova unidade está localizada no Distrito de Macaúba e irá já a partir da próxima safra 2020/2021 atender os produtores da região do Guassu, Deodápolis e Fátima do Sul. Galinari afirmou que a Coamo assumiu a unidade no dia 16 de novembro e estão sendo feitos investimentos para melhorar as instalações.

O diretor de Logística e Operações, Edenilson Carlos de Oliveira, que também participou do programa afirmou que a distância entre os municípios de Mato Grosso do Sul fez com que a Coamo optasse em adquirir mais esta unidade para facilitar o transporte da produção dos cooperados.

Edenilson disse que a nova unidade ficará mais perto dos produtores dessa região com secagem de qualidade, fluxo ágil e moderno na recepção da produção bem mais perto das propriedades.

Galinari afirmou que o foco da cooperativa é atender bem o cooperado com insumos de qualidade, assistência técnica e uma boa recepção da produção. “Com esta unidade as indústrias da Coamo em Dourados serão beneficiadas com mais matéria prima”, disse o presidente, ressaltando o crescimento sustentável da cooperativa.” Com planejamento garantido sendo uma empresa moderna e mais competitiva no mercado”, afirmou o executivo.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

Valor da arroba segue enfraquecido neste início de mês

Entre 25 de novembro e 2 de dezembro, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 recuou 1,4%

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi gordo seguem enfraquecidos no mercado doméstico nestes primeiros dias de dezembro, influenciados pela pressão de compradores, já que a oferta de novos lotes de animais para abate segue baixa.

Entre 25 de novembro e 2 de dezembro, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo, à vista) recuou 1,4%, fechando a R$ 274,30 na quarta-feira (02).

Já quanto às exportações de carne bovina in natura, depois de registrarem pequeno recuo de setembro para outubro, voltaram a crescer em novembro, somando 167,7 mil toneladas, conforme dados da Secex.

Esse cenário, atrelado ao dólar em patamar elevado, resultou em receita em moeda nacional recorde, acima de R$ 4 bilhões, segundo dados da Secex.

Fonte: Cepea
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