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Brasil amplia espaço na exportação de carne suína e precisa manter eficiência, diz diretor da PIC na Suinfair

Especialista abriu a programação técnica desta quinta-feira (2), em Ponte Nova (MG), com análise sobre competitividade, genética e tendências da suinocultura mundial.

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Foto: Divulgação

O segundo dia da Suinfair 2026 começou nesta quinta-feira (2), em Ponte Nova (MG), com uma palestra do diretor técnico da PIC, José Henrique Piva, que apresentou um panorama da suinocultura mundial e discutiu os fatores que influenciam a competitividade do setor. Com atuação em sistemas de produção em cinco continentes, o especialista destacou o avanço das exportações brasileiras, os desafios enfrentados por outros países e o papel da genética, da sanidade e da eficiência na produção.

Ao comparar os principais mercados produtores, Piva afirmou que cada país enfrenta uma realidade diferente. Segundo ele, o Brasil tem conquistado espaço no comércio internacional por reunir condições que favorecem a produção, enquanto concorrentes como os Estados Unidos convivem com limitações relacionadas à mão de obra e ao impacto de doenças que afetam os rebanhos.

Crescimento brasileiro chama atenção

Durante a apresentação, o diretor técnico mostrou que a produção brasileira evoluiu de forma consistente na última década. Ele destacou que o aumento da produção ocorreu em ritmo superior ao crescimento do número de matrizes, resultado que atribuiu ao avanço tecnológico, ao trabalho da cadeia produtiva e aos ganhos de produtividade nas granjas.

Segundo Piva, esse desempenho também explica o crescimento das exportações brasileiras, que seguem ampliando participação no mercado internacional diante de concorrentes tradicionais.

O palestrante ressaltou que o resultado é fruto de uma combinação de fatores, entre eles:

  • investimentos em genética;
  • melhoria dos índices produtivos;
  • avanços sanitários;
  • atuação integrada entre produtores, técnicos, empresas e entidades do setor.

Diferenças entre os principais produtores

Ao analisar o cenário internacional, Piva explicou que países produtores enfrentam desafios distintos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a falta de trabalhadores e a presença de enfermidades reduzem o desempenho das granjas e limitam o crescimento da atividade.

Ele também apresentou dados sobre os ciclos econômicos da suinocultura americana, lembrando que períodos de prejuízo fazem parte da dinâmica do setor. Segundo o especialista, crises recentes levaram ao fechamento de diversas granjas, principalmente unidades menores e com menor capacidade de adaptação.

Para o diretor técnico, compreender essas oscilações ajuda os produtores brasileiros a planejarem investimentos e decisões de longo prazo.

Genética e eficiência devem impulsionar os próximos anos

Outro ponto abordado foi a evolução genética dos rebanhos. Piva afirmou que os programas de melhoramento continuam elevando o potencial produtivo dos animais, permitindo reduzir o consumo de ração, melhorar a conversão alimentar e aumentar o ganho de peso ao longo dos ciclos produtivos.

Ele observou, no entanto, que os resultados dependem de fatores como manejo, sanidade, instalações e ambiente de criação.

Na avaliação do especialista, a busca por eficiência continuará sendo o principal fator de competitividade da suinocultura mundial. Segundo ele, produtores que conseguirem reduzir custos e elevar a produtividade estarão mais preparados para enfrentar oscilações de mercado e ampliar sua participação nas exportações.

Encerrando a palestra, Piva reforçou que o Brasil reúne condições sanitárias que colocam o país em posição favorável no cenário internacional e defendeu que a manutenção desse status será determinante para sustentar o crescimento da cadeia nos próximos anos.

Fonte: Assessoria PIC

Empresas Responsabilidade e sustentabilidade

Fazenda Alagoas, participante do renomado Circuito NetZero Nestlé, utiliza soluções da Agrifirm

Iniciativa, referência em boas práticas produtivas, fomenta a agricultura regenerativa e a pecuária leiteira de baixo carbono

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Divulgação / Foto: Agrifirm

A Fazenda Alagoas, localizada em Patos de Minas (MG), é sinônimo de sustentabilidade e de uso consciente da terra. A frente da propriedade, Juliana Cardoso destaca que a empresa tem diversas ações com foco na eficiência produtiva da lavoura e também na performance animal.

“Na pecuária, realizamos o genoma de todos os animais da fazenda com foco na evolução da genética e utilizamos os dejetos com maior eficiência possível. Na agricultura, intensificamos a cobertura de solo o ano todo e usamos as raízes da cobertura para descompactar o solo”, explica Juliana.

A propriedade também prioriza a redução no uso de produtos químicos e a utilização responsável de cada produto na dieta do plantel. Atualmente, a propriedade tem 500 animais, sendo 190 vacas em lactação, com uma produção média de 42,5 litros por animal/dia.

Essas e outras iniciativas da Fazenda Alagoas foram apresentadas a um grupo seleto de 400 produtores e técnicos que visitaram a propriedade durante o Circuito NetZero Nestlé, iniciativa que é referência em boas práticas produtivas e que fomenta a agricultura regenerativa e a pecuária leiteira de baixo carbono.

“Destacamos, durante o evento, que é possível crescer com responsabilidade e sustentabilidade. Mas, para isso, precisamos de ter parcerias com empresas que tenham compromisso com os resultados da nossa fazenda e a Agrifirm tem esse compromisso, ao entregar produtos de qualidade e com processos padronizados e disponibilizar assistência técnica extremamente eficiente”, observa Juliana.

Thiago Campos, representante da Equipe Agrifirm, sinaliza que a Fazenda Alagoas utiliza diversas soluções da Agrifirm, com destaque para os produtos que auxiliam no incremento da produtividade, que promovem os sólidos do leite e contribuem para a saúde animal.

“Por conta desta parceria de sucesso com a propriedade, a Agrifirm foi a única empresa de nutrição animal selecionada para apoiar o evento, que teve palestras sobre temas importantes, tais como bem-estar animal, compostagem e liderança”, comenta Campos.

De acordo com Mateus Teixeira, Gerente Nacional de Negócios da Agrifirm no Brasil e Paraguai, a participação da empresa no evento reforça que a nutrição de alta performance está em total sinergia com a sustentabilidade.

“Essa iniciativa valida a nossa estratégia técnica de posicionar soluções com foco em animais saudáveis e eficientes. Um exemplo é o programa Responsible Solutions, que tem como objetivo promover o uso de tecnologias com foco no bem-estar animal, redução do impacto ambiental e incremento da performance animal”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Empresas RPSOY 700 e RPSOY C100

Rio Pardo projeta ampliar em 20% as vendas para a Europa

Empresa fecha acordos para ampliar fornecimento de produtos e teste na Holanda confirma qualidade superior do seu concentrado proteico de soja (SPC)

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Divulgação / Foto: Rio Pardo Proteína Vegetal

A Rio Pardo Proteína Vegetal projeta ampliar em 20% as vendas para a Europa em 2026, na comparação com o ano anterior. A estimativa foi apresentada após visitas realizadas pelo diretor da empresa, Osvaldo Neves de Aguiar, e pelo gerente técnico de vendas, Bruno Wernick, a clientes da Espanha, Itália e Holanda, neste primeiro semestre. Durante a agenda, foram fechados acordos para ampliação do fornecimento de produtos e discutidas oportunidades para expansão dos negócios no continente.

A expectativa de crescimento também é sustentada pelos resultados preliminares de testes de digestibilidade “in vitro” conduzidos pelo laboratório holandês NutriControl. As análises compararam os concentrados proteicos de soja (SPC) RPSOY 700 e RPSOY C100 com produtos concorrentes.

“Embora os estudos ainda estejam em andamento, os resultados obtidos até agora reforçam o desempenho dos produtos. A expectativa é utilizar esses dados para apoiar o trabalho comercial junto aos clientes atuais e potenciais”, afirma Wernick. Segundo Aguiar, uma validação obtida em um laboratório de referência internacional pode contribuir para fortalecer a presença da empresa não apenas na Europa, mas também em outros mercados atendidos pela Rio Pardo.

Durante visita a uma fabricante italiana de sucedâneos lácteos para produção de carne de vitela, a empresa apresentou uma nova versão do RPSOY C100. O produto passou a ter coloração mais clara e granulometria mais uniforme, mudanças desenvolvidas a partir de demandas do mercado. De acordo com Wernick, os testes realizados pelo cliente apontaram evolução em relação à versão anterior. “Como resultado, a empresa italiana decidiu ampliar a participação da Rio Pardo em seu portfólio a partir de julho”, conta.

Na Holanda, outro cliente que utiliza SPC na alimentação de vitelos e leitões relatou resultados positivos com amostras do RPSOY C. A empresa solicitou o envio de novos lotes do RPSOY C75 e do RPSOY 180 para avaliações complementares.

Veterinário com mais de 30 anos de atuação no setor de nutrição animal, Wernick assumiu recentemente a gerência técnica de vendas da Rio Pardo. A companhia projeta crescimento de aproximadamente 15% em 2026, impulsionado pela linha de concentrados proteicos de soja destinada aos segmentos de peixes, suínos e aves. Além do RPSOY 700 e do RPSOY C100, o portfólio inclui os produtos RPSOY 180 e RPSOY C75.

Segundo Wernick, os produtos se destacam por características como digestibilidade, solubilidade em KOH e ausência de fatores antinutricionais. Eles são utilizados na alimentação de leitões, aves, bezerros, peixes, camarões e animais de companhia. As versões micronizadas, como RPSOY C100 e C75, são empregadas na produção de sucedâneos lácteos.

Estudos realizados por instituições como Aquadvise, Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Unesp apontam índices de digestibilidade superiores a 98% para salmões, 94,32% para suínos e 83,7% para aves.

A agenda na Europa incluiu ainda reuniões com a Barentz, distribuidora da Rio Pardo no continente. Nos encontros, foram discutidos os resultados das visitas aos clientes e estratégias para ampliar a presença da marca no mercado europeu. “Com o aumento da demanda internacional e os avanços observados nos testes de qualidade, trabalhamos com a perspectiva de ampliar em 20% as vendas para a Europa neste ano”, afirma Aguiar.

Fonte: Assessoria / WGO Comunicação
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Empresas

Cobb-Vantress realiza nova edição do Workshop Brooding em Minas Gerais, com foco em manejo inicial de aves

Evento em Pará de Minas (MG) aconteceu no dia 23/06 e reuniu cerca de 60 clientes da região para discutir estratégias de uniformidade e melhoria de desempenho.

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Fotos: Divulgação

A Cobb-Vantress, mais antiga empresa de genética avícola em operação no mundo, realizou, no dia 23 de junho, no Hotel Suntory, em Pará de Minas (MG), mais uma edição do Workshop de Manejo Inicial (Brooding). O evento integra a série de workshops regionais promovidos pela empresa e reúne clientes do estado mineiro para discutir boas práticas no manejo de fêmeas e machos, com ênfase nas primeiras oito semanas de vida das aves. Nesta edição, cerca de 60 clientes convidados estiveram presentes.

A programação incluiu palestras sobre os novos produtos da Cobb, como o Cobb800 e o Cobb MX, a apresentação de dados e impacto do Projeto Brooding na uniformidade dos lotes, aspectos nutricionais relacionados ao início de vida das aves, princípios de ambiência da Recria e manejos específicos de fêmeas e machos.

O encontro técnico contou com apresentações dos gerentes regionais da Cobb-Vantress que integram o Serviço Técnico: Rodrigo Baião, Patrícia Marchizeli, Danillo Petinelli e José Luis Januário. O Workshop foi realizado sob a condução de Eduardo Loewen, diretor-associado de Serviço Técnico da Cobb no Brasil, que lidera o projeto Brooding na companhia.

“A uniformidade do lote nas primeiras oito semanas é um dos fatores mais determinantes para o sucesso da produção e é exatamente esse o foco do projeto Brooding. Os resultados de produtividade e rentabilidade estão diretamente ligados a esse cuidado inicial. Por isso, levar esse conhecimento aos clientes de Minas Gerais nos alinha ao compromisso de estarmos presentes na rotina da Produção, com orientações práticas e fundamentadas em dados reais”, afirma Loewen.

O workshop consolida o novo formato de evento adotado pela Cobb-Vantress, com o objetivo de levar conhecimento técnico e benchmarking para a rotina das equipes de produção. “O manejo inicial é a base de todo o resultado positivo da produção e queremos que nossos clientes tenham acesso às melhores práticas e orientações disponíveis no mercado”, diz Loewen.

Premiação Melhores Lotes

Ao final do evento, as empresas da região compreendida por Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com os melhores desempenhos nas categorias índice de eclosão e ovos totais, foram homenageadas pelo prêmio Melhores Lotes Regionais Cobb.

Na categoria Melhor Eclosão, a empresa Rivelli foi a grande vencedora, na primeira e na segunda colocação, com dois lotes vencedores e os resultados de 83,3% e 82,4%, respectivamente.

Vencedora em primeiro lugar na categoria Ovos Totais, a Globoaves, unidade de Paraíba do Sul, registrou a maior média de produção de ovos por fêmea da região, com resultado de 188,6 ovos. A segunda colocada foi a Granja Brasília, com 185,1 ovos por fêmea.

Representantes das quatro empresas vencedoras receberam o troféu e a homenagem conferida pela equipe da Cobb.

Fonte: Assessoria Cobb-Vantress
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