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Bom desempenho do fígado dos bovinos no confinamento reflete saúde e melhor conversão alimentar dos animais
Especialista da Trouw Nutrition alerta sobre alta demanda do fígado em dietas desafiadoras

As estratégias alimentares recentes estavam concentradas em solucionar um grande problema do confinamento: a acidose ruminal. Hoje, este desafio já foi superado e as formas de controle são conhecidas e aplicadas pelos pecuaristas. Para João Benatti, gerente de produto para Ruminantes da Trouw Nutrition, os esforços ainda se concentram na acidose ruminal, porém existem outros obstáculos para ser solucionados no sistema intensivo de produção. “É preciso pensar além do rúmen e elaborar um planejamento alimentar que inclua o bom desempenho do metabolismo do fígado e o fortalecimento do sistema imune”, esclarece Benatti.
“Muitos dos animais que entram no confinamento nunca receberam suplementação com concentrados e a nova dieta passa a ser um desafio para o fígado, que trabalha sobrecarregado. Para auxiliar nesse processo, a vitamina B é importante por suportar e melhorar a eficiência hepática”, explica o gerente de produto para ruminantes da Trouw Nutrition.
Em experimento a campo, um rebanho foi separado em dois grupos: controle e suplementados com produtos da linha Bellman. No primeiro, foi administrado apenas núcleo mineral com aditivo, enquanto no segundo os animais receberam um núcleo com aditivo e enriquecido com vitaminas do complexo B protegida da degradação ruminal (Vivalto) e cobre e zinco na forma de hidroximinerais (Intellibond). Além de ganho em peso e eficiência maior, foi observada melhor condição do sistema imune dos bovinos do grupo Bellman.
“Os animais suplementados com a linha Bellman precisaram de 590g a menos de matéria seca para produzir 1kg de peso. Um importante ganho para a imunidade dos animais: a necessidade de remoção de animais das baias foi 177% menor, o que também significa ganho para o produtor – a economia foi de R$ 51,90 em medicamentos em cada baia”, informa João Benatti.
O ganho médio diário de peso também foi maior em relação ao grupo controle, com 130g a mais por dia. “Uma dieta de ganho eficiente e baixo custo é aliada do pecuarista para garantir um rebanho superior que produzirá, consequentemente, carne de melhor qualidade. Não é só promover o ganho de peso do gado. Estamos preocupados em garantir a qualidade e a saúde dos bovinos, o que impacta diretamente na produtividade”, complementa o especialista da Trouw Nutrition.
Para uma nutrição precisa e eficiente no confinamento, a marca Bellman destaca suas tecnologias BellPeso Adapt e Bellpeso Vivaz que são núcleos minerais aditivados com Vivalto e Intellibond que irão auxiliar no metabolismo do fígado e na imunidade de animais submetidos a dietas desafiadoras.

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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena
Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness
Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)
O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.
Evolução e reconhecimento
O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.
A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.
“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.
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Reunião Global da PIC reúne especialistas para discutir avanços técnicos na produção de suínos
Encontro internacional da PIC reúne especialistas da área técnica para debater sanidade, genética, biossegurança, inovação aplicada e eficiência produtiva na suinocultura.

A equipe da Agroceres PIC participou, nesta semana, da reunião global de Serviços Técnicos e Desenvolvimento de Produtos da PIC, realizada em Fort Worth, no Texas. O encontro reuniu mais de 250 profissionais de diferentes países. O objetivo foi discutir temas prioritários da suinocultura, como sanidade, genética, biossegurança, sustentabilidade e eficiência produtiva. A programação concentrou debates técnicos sobre os desafios da atividade e também promoveu a troca de experiências entre equipes que atuam diretamente na produção de suínos em diferentes regiões do mundo.
A programação incluiu temas como resistência à PRRS, pesquisa e desenvolvimento, fenotipagem digital, critérios de seleção genética, benchmarking global, robustez de matrizes, qualidade de carne, saúde e biossegurança. Também foram apresentadas iniciativas voltadas à sustentabilidade na produção. Esse conjunto de conteúdos reforçou o caráter técnico da reunião e destacou o valor da troca internacional de experiências para a atualização das equipes envolvidas com genética e produção suína.
Para Amanda Pimenta, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, o encontro é uma oportunidade de alinhar conhecimentos e compartilhar experiências entre equipes que atuam em contextos produtivos distintos. “A reunião reúne profissionais de diferentes regiões e áreas técnicas para discutir os temas mais relevantes da produção de suínos na atualidade”, comenta. “É um espaço importante para troca de experiências, apresentação de desafios, discussão de resultados e atualização conjunta sobre questões que vão de avanços mais amplos, como resistência a doenças, até aspectos técnicos do dia a dia das granjas”, afirma.
Segundo Amanda, ao reunir especialistas de Genética, Serviços Genéticos, Serviços Técnicos, Produção, Boas Práticas de Produção e Bem-estar Animal, o encontro amplia a circulação de conhecimento entre regiões e contribui para qualificar o debate técnico sobre temas que hoje estão na dianteira da evolução da suinocultura mundial.





De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.