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Boletim agropecuário destaca recuo dos preços dos ovos

A redução foi percebida entre os meses de agosto e setembro. No mês passado a média do preço da dúzia de ovos ficou em R$ 8,38, o que representa queda de 8,8% sobre os R$ 9,19 de agosto. O boletim registra que a produção de cana-de-açúcar deve ultrapassar 34 milhões de toneladas.

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Foto: Rodrigo Felix Leal/Arquivo AEN

Os preços dos ovos recuaram em setembro no Paraná, equilibrando a trajetória em relação a outras proteínas animais. Com isso, o produto começa a ficar mais atrativo ao consumidor. A análise está no Boletim de Conjuntura Agropecuária relativo à semana de 29 de setembro a 5 de outubro, elaborado por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

No mês passado a média do preço da dúzia de ovos ficou em R$ 8,38, o que representa queda de 8,8% sobre os R$ 9,19 de agosto. Entretanto, nos últimos 12 meses o preço do ovo no varejo ainda acumula alta de 12%, visto que há um ano a dúzia saia por R$ 7,51.

Comparativamente, nesses 12 meses, o quilo da paleta bovina baixou 10%, passando de R$ 26,70 para R$ 24,08, enquanto o frango resfriado recuou de R$ 12,04 para R$ 10,44 o quilo. A paleta suína manteve preço estável em R$ 13,58.

Leite

O documento também relata o pacote de medidas anunciado pelo governo federal para a cadeia do leite, com vistas a estabilizar os preços e melhorar a renda dos produtores. Até o momento, a ação concreta foi o investimento de R$ 100 milhões para a compra de leite em pó em todo o País, visando mitigar a disparidade entre a compra do produto interno e do importado do Mercosul.

Atualmente o produtor paranaense recebe em média R$ 2,34 por litro de leite posto na indústria, valor que muitos consideram insuficiente para cobrir os custos de produção.

Soja, milho e trigo

O plantio da safra de soja 2023/24 chegou a 1,18 milhão de hectares nesta semana, o que corresponde a 20% do total estimado de 5,8 milhões de hectares. As lavouras desenvolvem-se bem em 94% da área plantada, enquanto 6% têm condições medianas.

A maior parte da área da primeira safra de milho 2023/24 já está plantada no Estado. Nesta semana o índice chegou a 82% dos 314 mil hectares estimados para a safra. No campo as lavouras têm condição boa para 95% da área e mediana para o restante.

Em relação ao trigo, o preço pago aos triticultores no mês passado foi de R$ 50,92 a saca do produto, segundo pesquisa realizada pelo Deral. Esse valor é 45% inferior aos R$ 93,31 de setembro de 2022, quando havia muita incerteza em relação ao abastecimento mundial devido à guerra no Leste Europeu. Em razão desse recuo de preço, a comercialização segue em ritmo mais lento do que no ano passado. Até agora os produtores venderam aproximadamente um terço do volume colhido, enquanto na safra passada, neste período, metade do produto já tinha sido comercializado.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

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Otimização de processos é desafio à indústria de aves e suínos no Brasil

Cerca de 150 profissionais, pesquisadores e especialistas de sete estados brasileiros participaram no auditório do Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), na quarta (19) e quinta-feira (20), do Simpósio de Otimização do Abate e Processamento de Aves e Suínos, organizado pela Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Avícolas.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Cerca de 150 profissionais, pesquisadores e especialistas de sete estados brasileiros participaram no auditório do Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), na quarta (19) e quinta-feira (20), do Simpósio de Otimização do Abate e Processamento de Aves e Suínos, organizado pela Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Avícolas. A abertura oficial da programação foi feita pela diretora de Projetos Especiais da Facta, Eva Hunka.

Eva lembrou que a indústria de aves e suínos é um pilar fundamental da economia agropecuária brasileira, contribuindo para o abastecimento alimentar, a geração de empregos e o desenvolvimento tecnológico. Mas para que o País siga crescendo na área, de maneira sustentável, deve-se buscar a otimização dos processos de abate e processamento. O apontamento feito por Eva Hunka foi aprofundado em painéis e oficinas nos dois dias de evento.

Do Brasil ao mundo

O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, fez a palestra de abertura do Simpósio e destacou o papel estratégico e essencial do Brasil como um dos grandes provedores de alimentos sustentáveis para o mundo. A previsão que deve se confirmar em alguns anos é de o País se consolidar como o maior exportador de grãos e proteínas do planeta. Atualmente, o Brasil já atende as necessidades alimentares de um bilhão de pessoas e esse número deverá crescer ainda mais.

A safra atual deverá colher entre 297,5 milhões de toneladas, mas em dez anos o Brasil deverá alcançar as 400 milhões anuais, fazendo do país “o maior supermercado do mundo”, como o governador do Paraná, Ratinho Júnior, tem afirmado em eventos dedicados ao agronegócio. Dilvo apresentou números que mostram o bom posicionamento do Paraná na produção de proteínas, principalmente de frangos e suínos, e do País como referência verde ao planeta.

Eva Hunka destacou que o objetivo da Facta ao promover esse Simpósio foi proporcionar um ambiente de aprendizado e troca de experiências, no qual cada participante pudesse adquirir novos conhecimentos e insights capazes ser aplicados em suas respectivas áreas de atuação. A diretora de Projetos Especiais da Fundação também agradeceu aos patrocinadores (Ceva e Phibro), ao apoio da Coopavel, e da Comissão Organizadora, moderadores, corpo técnico, mantenedores e equipe da Facta.

O evento contou com a participação de veterinários, agrônomos, zootecnistas, técnicos agrícolas, produtores rurais, empresários e executivos do segmento de aves e suínos, bem como professores, pesquisadores da área e outros profissionais. Os participantes são de cidades do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

Fonte: Assessoria Coopavel
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Competitividade é pauta de encontro multidisciplinar no Siavs 2024

Segmentos diversos debatem perspectivas e gargalos para a capacidade competitiva do Brasil.

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Foto: Divulgação/Arquivo ABPA

Os desafios competitivos para a manutenção da liderança global da proteína animal brasileira é tema de debate programado durante o Salão Internacional de Proteína Animal (Siavs), maior evento dos setores no Brasil, que acontecerá entre os dias 06 e 08 de agosto no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

Programado para o último dia do evento (08), o painel “desafios conjunturais para a competitividade sustentável” reunirá representantes do governo, órgãos de pesquisa e empresas do setor para abordar vertentes distintas que impactam diretamente a capacidade competitiva da cadeia agroindustrial, como logística ferro-portuária, oferta e comercialização de grãos e entraves tributários

O secretário Nacional de Portos, Alex Sandro de Ávila, abrirá o painel com desafios e perspectivas sobre os avanços da logística portuária e acesso ferroviário aos portos do Brasil. Em seguida, o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Dirceu Talamini, abordará pontos estratégicos do abastecimento de grãos e a investida setorial nas culturas de inverno como alternativas ao abastecimento.

Presidente da Câmara de Assuntos Legislativos e Tributários da ABPA e membro da Seara Alimentos, Fernando Zupirolli apresentará pautas atuais que representam desafios tributários para a produção e competitividade do Brasil.

Mediado pelo coordenador do grupo de Logística da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), José Perboyre, o painel contará ainda com uma análise das oportunidades de desafios do mercado internacional para a proteína animal do Brasil, que serão apresentadas pelo Consultor Guillermo Henderson. “Reuniremos diversas frentes de atuação competitiva para construir insights sobre os problemas e soluções possíveis para a cadeia de proteína animal que buscamos para o futuro, com mais competitividade e capacidade de superação de obstáculos, focada na manutenção de sua posição como líder global”, destaca Perboyre.

Fonte: Assessoria ABPA
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ABPA e Apex Brasil promovem seminário com foco no apoio à segurança alimentar dominicana

Evento realizado em Santo Domingo contou com ampla participação de autoridades e stakeholders locais.

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Foto: Divulgação/ABPA

Terminou bem sucedida a ação organizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Embaixada Dominicana no Brasil, com a realização de um seminário sobre integração e promoção de segurança alimentar, realizado na última semana, em Santo Domingo (RD).

O Encontro Agropecuário Dominico Brasileiro – como foi nomeada a ação – contou com ampla cobertura da imprensa local e a presença de autoridades dominicanas – incluindo o Ministro de Agricultura, Limber Cruz Lopez – e brasileiras – como o Secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Julio Ramos.

Mais de 80 importadores e stakeholders locais estiveram presentes, juntamente com representantes brasileiros, com o objetivo reforçar a ampliação de laços entre Brasil e República Dominicana, com foco na segurança alimentar do país caribenho.

Durante o evento organizado pela equipe de marketing e promoção comercial da ABPA – representado pela coordenadora Nayara Dalmolin – o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, reforçou características relevantes da produção brasileira para o fortalecimento desta parceria – por meio das marcas setoriais Brazilian Chicken e Brazilian Pork.

Entre os pontos destacados estiveram o perfil sustentável da produção, os mais elevados critérios sanitários empregados pelo Brasil e ampla oferta de produtos de alta qualidade embarcados pela avicultura e pela suinocultura do Brasil para mais de 150 nações em todo o mundo. “Tivemos uma sólida interação com as lideranças dominicanas e com a sociedade.  Foi um momento ímpar para reforçarmos a nossa principal mensagem:  somos parceiros e queremos auxiliar a segurança alimentar dos dominicanos.  É dentro deste perfil de ação que o Brasil se construiu como grande player global das proteínas, e assim seguiremos com os parceiros caribenhos”, ressalta Rua.

Fonte: Assessoria ABPA
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SIAVS 2024 E

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