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Boehringer Ingelheim cresce em Saúde Animal pelo terceiro ano consecutivo, com alta de 12,6% 

Todas as unidades de negócios de AH (Animal Health) registraram valores acima da meta, com ganho em market share em segmentos estratégicos para o país

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A unidade de negócios de Saúde Animal da Boehringer Ingelheim, uma das principais farmacêuticas globais, anuncia o balanço comercial de sua operação brasileira no ano de 2024, com um crescimento de 12,6%, registrando números positivos e acima do mercado em seu business localmente por três anos consecutivos. Dentre outros fatores, o desempenho justifica-se pelo lançamento de novos produtos, como o NexGard® Combo (endectocida para gatos), e pelo ganho de share em mercados-chave para a marca.

A operação brasileira é a que mais cresce para a Boehringer Ingelheim a nível global e todas as unidades de negócios de Saúde Animal (Aves e Suínos, Grandes Animais e Pets) registraram crescimentos versus o ano anterior. “Guiados pelos pilares da inovação e bem-estar animal, investimos mais de 498 milhões de euros em P&D globalmente no ano passado, o que nos garante a possibilidade de impactar o setor em diferentes frentes”, explica Joana Adissi, head de Saúde Animal da Boehringer Ingelheim.

No mercado avícola, os principais destaques ficaram pelo desempenho de toda a família Vaxxitek® e da vacina Newxxitek® HVT + ND , o que resultou em um crescimento de 19% no segmento de incubatórios e um ganho de 0.3 ponto percentual de market share no segmento de vacinas vivas. Já em suínos, a vacina Ingelvac CircoFLEX® e a Enterisol® Salmonella T/C puxaram o resultado positivo, com um ganho de 1.5 ponto percentual de share no segmento de doenças entéricas (com Enterisol®), e um crescimento de 31% neste segmento, contra 23% do mercado.

“Figuramos no TOP 3 do ranking de empresas com maior relevância no mercado brasileiro de suínos há quatros anos consecutivos e o mercado de aves também cresce anualmente, sendo o Brasil uma referência global neste quesito. Todo esse cenário positivo possibilita que a unidade de negócios consiga investir mais, já que o mercado nos demanda soluções robustas, como a vacina Trovac® NDV já lançada em 2025”, comenta, Abílio Alessandri, diretor da unidade de Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim.

Já em Grandes Animais (bovinos e equinos), o highlight ficou para o crescimento no mercado da linha leite, com a Boehringer registrando uma alta de 23,3%, enquanto o mercado cresceu 12,9%. Além disso, a BU (Business Unity) cresceu 26% no segmento de vacinas, devido ao desempenho de J-VAC®, enquanto o mercado regrediu em 1,6%. “Nosso crescimento é fruto da inovação e de um trabalho sério realizado por toda a equipe. Estamos muito bem-posicionados com nosso portfólio de soluções atuais e esperançosos que podemos registrar um 2025 ainda mais positivo, especialmente com a entrada em um novo segmento, o de suplementação de cálcio, com a chegada de Bovikalc® em abril”, analisa Diego Souza, diretor da unidade de Grandes Animais da farmacêutica.

Por fim, a unidade de pets, que é a responsável pela maior fatia de representatividade dos negócios em Saúde Animal, também segue conquistando novos espaços anualmente. Em 2024, a BU registrou um crescimento de mercado de 15,4% enquanto o mercado registrou 13,1%, com um ganho em share de 0,5p.p. “A população de pets está crescendo rapidamente, o que nos oferece um grande potencial para aumentar a taxa de medicalização e expandir continuamente este mercado. Nosso foco na prevenção e no desenvolvimento do mercado de endectocidas será cada vez mais acelerado.”, explica José Carlos Júnior, diretor da unidade de pets da Boehringer Ingelheim.

Ainda sobre a unidade de negócios de pets, a empresa registrou no passado o seu maior share histórico no mercado de endectocidas, com 63% do mercado total brasileiro puxado por NexGard® Spectra. Além disso, a marca também registrou um ganho de share em medicamentos parasitológicos, com um ganho de 0.8 ponto percentual neste segmento.

Com o cenário próspero, a farmacêutica busca colocar em prática um plano de dez anos (2025 a 2035) para impulsionar ainda mais sua inovação e continuar contribuindo com o mercado com novas soluções que impactem o consumidor final. “O mercado farmacêutico está em franca expansão no Brasil e queremos investir ainda mais nele, com o intuito de alcançar a liderança em segmentos estratégicos para a empresa”, finaliza Joana Adissi.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim

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Manejo alimentar adequado é determinante para crescimento e terminação de suínos

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Divulgação Auster

A fase de crescimento e terminação dos suínos representa o período de maior impacto econômico na produção suinícola, uma vez que concentra a maior parcela do consumo de ração e exerce influência direta sobre a rentabilidade do sistema produtivo. Nessa etapa, os principais indicadores zootécnicos são o consumo médio diário de ração, ganho de peso diário, conversão alimentar e mortalidade. “Esses indicadores de desempenho têm papel fundamental na mensuração dos resultados da atividade, auxiliando na tomada de decisões para melhorar a eficiência produtiva e a rentabilidade do sistema “, afirma Joice Silva, zootecnista da Auster Nutrição Animal.

O manejo nutricional tem papel central na fase de crescimento e terminação. A zootecnista destaca que dietas adequadas impactam diretamente nos indicadores zootécnicos e adequado balanceamento das exigências e das curvas nutricionais conforme a idade, o peso e genética dos animais podem favorecer uma maior deposição de tecido muscular e ainda pode oportunizar que possam alcançar seu pleno potencial produtivo durante essa etapa.

“A qualidade das matérias-primas e o fornecimento da ração também merecem atenção, considerando que falhas de processamento ou restrição de acesso ao alimento podem comprometer significativamente os resultados”, explica Joice.

A zootecnista recomenda atenção à qualidade e à correta regulagem dos comedouros, importantes para obtenção e manutenção de bons indicadores de desempenho. “Comedouros de má qualidade podem demandar mais mão de obra e, quando mal regulados, limitam o acesso à comida ou provocam excesso de desperdício, impactando negativamente os resultados. Regulagens muito fechadas reduzem a disponibilidade de ração na bandeja e aumentam a competição entre os animais, podendo comprometer o GPD dos leitões”, detalha.

Por outro lado, comedouros excessivamente abertos, que disponibilizam ração em excesso, favorecem o desperdício e podem comprometer a conversão alimentar. Além disso, a qualidade estrutural dos equipamentos influencia o comportamento alimentar dos suínos, sendo fundamental garantir fácil acesso à ração e número adequado de bocas de comedouro de acordo com a fase do ciclo e a quantidade de animais por baia. Joice Silva recomenda “monitoramento frequente dos comedouros como parte da rotina operacional da granja”.

Outro ponto essencial é o consumo ideal de água. Animais sem acesso fácil à água ou com consumo inadequado tendem a consumir menos ração, comprometendo o ganho de peso diário e a conversão alimentar. “Além do acesso adequado, a água deve ser limpa, fresca e de qualidade. O indicado é trabalhar com bebedouros com vazão adequada para a fase, em torno de 1,5 a 2 litros por minuto, e quantidade compatível de animais por bebedouro e em temperatura adequada para evitar impactos negativos no consumo”, orienta a zootecnista da Auster.

“O manejo alimentar adequado é fator decisivo para que os animais expressem o máximo potencial genético, garantindo desempenho produtivo consistente e redução de perdas zootécnicas”.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Inovação genética e governança corporativa pautam debates da Topigs Norsvin sobre o futuro da suinocultura no Sul do país

Encontros no Paraná e em Santa Catarina reuniram produtores e especialistas para promover a troca de conhecimento e potencializar os resultados das granjas multiplicadoras

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Divulgação Topigs Norsvin

A profissionalização da gestão e a incorporação de novas tecnologias ditam o ritmo de evolução das granjas brasileiras. Para debater os atuais gargalos mercadológicos e preparar o setor agropecuário para os próximos anos, a Topigs Norsvin promoveu duas edições estratégicas do Conexão Tecnológica na região Sul do país no início de junho. Os encontros foram realizados em Curitiba, no Paraná, e em Chapecó, em Santa Catarina, reunindo uma ampla comitiva de especialistas, gestores e produtores rurais parceiros.

“Trazer informações atualizadas sobre a gestão, a biosseguridade e as movimentações de mercado é um passo fundamental para garantir a sustentabilidade das operações e a lucratividade do produtor a longo prazo”, destaca o diretor Regional América Central e do Sul na Topigs Norsvin, André Costa.

Governança e renovação de conhecimento no Paraná

A capital paranaense sediou o primeiro evento entre os dias 1 e 2 de junho. O encontro focou na aproximação direta com os parceiros multiplicadores e na renovação do conhecimento técnico e de mercado. A programação abordou temas vitais para o negócio do parceiro multiplicador e englobou debates sobre o planejamento do processo de sucessão nas propriedades rurais, as estratégias de retenção de talentos diante da escassez de mão de obra e os impactos da nova reforma tributária no agronegócio.

Para enriquecer a troca de experiências, a Topigs Norsvin reuniu nomes de peso do setor produtivo nacional. O cenário macroeconômico e as atualizações do mercado de carnes e grãos integraram a pauta com a participação do consultor da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Iuri Pinheiro Machado. O evento também reforçou a atenção com a biosseguridade por meio da presença da auditora Fiscal Federal Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Juliane Galvani, que esclareceu as novas atualizações em sanidade.

O alinhamento interno e o fortalecimento da parceria contaram com a participação da equipe técnica e de coordenação de produção da empresa, marcando o lançamento oficial do Programa Marcas de Valor e apresentando as inovações em torno do reprodutor TN Duroc.

Alinhamento genético e capacitação em Santa Catarina

A rodada de debates avançou para o Estado catarinense no dia 3 de junho. A programação foi realizada na matriz da Cooperativa Central Aurora Alimentos, em Chapecó. A edição ganhou o formato de Encontro de Multiplicadores GA 2030, em referência à fêmea matriz do sistema desenvolvida com a tecnologia TN70. O diretor agropecuário da Cooperativa Central Aurora Alimentos, Marcos Antônio Zordan, realizou a abertura das atividades.

“O objetivo central deste encontro foi a capacitação e a atualização técnica de todos os profissionais envolvidos no programa de melhoramento genético. Reunimos os gerentes e os supervisores da Aurora e das cooperativas filiadas para aprimorar a operação de multiplicação dentro de todo o sistema integrado”, explica o consultor Técnico Comercial da Topigs Norsvin, Cleisson Trevisan.

Os representantes da Aurora, Evandro Nottar e Adriano Brambatti, apresentaram as atualizações do programa GA 2030 e os índices de benchmarking. O diretor Técnico da Topigs Norsvin no Brasil, Marcos Lopes, aprofundou a temática para os multiplicadores de Chapecó.

“Implementamos a seleção genômica com muita força desde o ano de 2019 para acelerar o melhoramento genético. Hoje a fêmea GA 2030 demonstra um potencial impressionante ao entregar quantidade e qualidade aliadas. Observamos granjas parceiras chegando a marcas próximas de 300 quilos de leitão desmamado por fêmea ao ano. A genômica também nos auxilia a avaliar características metabólicas e de osteocondrose para assegurar a alta longevidade da fêmea”, avalia Marcos Lopes.

A agenda técnica em solo catarinense complementou a capacitação dos parceiros com diretrizes avançadas sobre biosseguridade e métodos nutricionais para sustentar o potencial da nova fêmea hiperprolífica. A equipe de especialistas da companhia e pesquisadores convidados, como o professor do Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina (CAV UDESC), José Crestani, analisaram as táticas essenciais de cuidados na maternidade e a prevenção de desafios sanitários.

“A união entre a genética de excelência e a precisão nos processos da granja fortalece os resultados de toda a cadeia. O investimento contínuo em tecnologia e no desenvolvimento dos nossos parceiros cria uma suinocultura sustentável, altamente rentável e pronta para ditar tendências no agronegócio mundial”, conclui o diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, que comandou o encerramento do encontro ao lado do representante da Aurora Coop, Luiz Carlos Giongo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Novos reforços técnicos chegam ao time de Avicultura e Aquicultura da MSD Saúde Animal

Profissionais irão reforçar a equipe técnica, a fim de fortalecer sinergias e maximizar oportunidades, sempre com foco nos clientes.

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Ana Carla assume como coordenadora técnica sênior para Frango de Corte - Fotos: Assessoria

Gleidson Salles é o novo gerente técnico sênior das unidades

As unidades de negócios de Avicultura e Aquicultura da MSD Saúde Animal anunciam a chegada dos médicos-veterinários Gleidson Salles e Ana Carla Rodrigues ao time. Os profissionais irão reforçar a equipe técnica, a fim de fortalecer sinergias e maximizar oportunidades, sempre com foco nos clientes.

Gleidson Salles é o novo gerente técnico sênior das unidades. Com mestrado em Zootecnia e doutorado em Biotecnologia e Biociências, soma experiências em sanidade avícola, acumulando passagens por grandes empresas do setor.

Já Ana Carla assume como coordenadora técnica sênior para Frango de Corte. Mestre em Produção e Sanidade Animal e com 14 anos de experiência na BRF, soma atuações estratégicas em sanidade avícola, incubatório e frango de corte, além de experiência em garantia da qualidade, biosseguridade e indústria.

“Para seguirmos avançando e mantermos a nossa posição de líder no mercado de vacinas no Brasil, é fundamental continuarmos atraindo talentos e desenvolvendo nossas pessoas”, destaca Marília Rangel, diretora da unidade de negócios de Avicultura e Aquicultura na MSD Saúde Animal. “Receber os novos profissionais é uma grande honra e fortalece a execução da nossa estratégia comercial, bem como permite a manutenção do contato próximo com os clientes.”

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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