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Boehringer Ingelheim apresenta o programa “Cadeia de Infecção™”

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A apresentação do programa “Cadeia de Infecção™”  será nesta terça feira dia 22 de outubro no Lang Palace Hotel em Chapecó,SC com a presença de especialistas  no assunto e profissionais do setor.  Na programação debates sobre os desafios no controle de Mycoplasma hyopneumoniae na produção de suínos e resultados brasileiros da aplicação do conceito de Cadeia de Infecção™. O médico veterinário Dr. Eduardo Fano – Gerente Técnico  de Suinocultura para as Américas da Boehringer Ingelheim,  vai abordar a  importância da enfermidade e o impacto econômico na produção comparado com resultados de campo dentro do conceito de Cadeia de Infecção. Fano é PhD em  Epidemiologia e Transmissão de Mycoplasma hyopneumoniae na Universidade de Minnesota, EUA.
Dr. Eduardo Fano explica o conceito “Cadeia de InfecçãoTM”  “É uma abordagem epidemiológica que pretende avaliar e preconizar o controle de Mycoplasma hyopneumoniae de uma forma mais ampla e técnica identificando a ocorrência e distribuição de eventos prévios, extremamente focada em todos os estágios do sistema de produção”. A  infecção pelo M. hyopneumoniae  é hoje um dos principais agentes causadores de perdas e prejuízo na performace dos animais, contribuindo para um menor ganho de peso e uma piora na conversão alimentar, causando uma redução de 17% no ganho de peso diário, além de um elevado número de condenação de carcaças.
A Coordenadora Técnica da Boehringer Ingelheim do Brasil, Juliana Calveyra destaca que “A infecção por M. hyopneumoniae continua sendo a enfermidade respiratória de maior relevância na suinocultura brasileira e mundial. Isso por ser uma enfermidade de curso longo e induzir infecção subclínica em considerável número de animais em rebanho positivo, causando importantes perdas econômicas”. Juliana afirma que este foi o motivo da criação do programa criado para auxiliar o setor em estratégias de sucesso no controle da enfermidade.
Médica Veterinária Juliana Calveyra explica que as intervenções no sistema de produção com o objetivo de  auxiliar  na redução dos níveis das doenças, melhorar o bem-estar animal e aumentar o desempenho de produção são  importantes. E revela que todos os esforços adotados vem resultando em medidas de prevenção/controle segregadas às diferentes fases de produção. “Observando esses resultados que a Boehringer Ingelheim desenvolveu uma ferramenta inovadora visando proporcionar um efetivo controle da Pneumonia Enzoótica” enfatiza.
 

Cenário da doença

Nos últimos 20 anos, as doenças respiratórias vem causando enormes perdas econômicas, representadas por aumento nos gastos com medicamentos, prejuízos nos índices zootécnicos e condenações de carcaças nos abatedouros. E pesquisas  realizadas em diversos países têm identificado que lesões decorrentes de infecção por M. hyopneumoniae estão presentes em quase 100% dos rebanhos e em cerca de 75% dos animais abatidos. Na região Sul do Brasil, cerca de 55% dos suínos abatidos apresentaram lesões sugestivas de Pneumonia Enzoótica e 100% dos rebanhos examinados foram afetados. 
 

Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais empresas farmacêuticas e a maior farmacêutica de capital fechado do mundo. Com matriz em Ingelheim, Alemanha, opera globalmente com 145 afiliadas e 42 mil funcionários. Há 125 anos, a empresa familiar mantém o compromisso com pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de novos produtos de alto valor terapêutico para a medicina humana e animal. 
No Brasil, a Boehringer Ingelheim possui um escritório central em São Paulo e uma fábrica em Itapecerica da Serra. Atua nas áreas de medicamentos de Venda Livre, Prescrição Médica e Saúde Animal, a divisão veterinária está focada em suinocultura.

Fonte: Ass. Imprensa da Boehringer

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Notícias Santa Catarina

Agronegócio catarinense busca alternativas para o abastecimento de milho

Intenção é continuar incentivando o plantio de cereais de inverno e o cultivo de milho grão para serem utilizados na ração animal

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Grande importador de milho, Santa Catarina discute rotas alternativas para manter o abastecimento e reduzir a dependência externa. A intenção é continuar incentivando o plantio de cereais de inverno e o cultivo de milho grão para serem utilizados na ração animal. Essa foi a pauta do encontro do secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, com o presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e ex-ministro da Agricultura, Francisco Turra, e lideranças do setor produtivo catarinense nesta quinta-feira (05).

“Para Santa Catarina, o milho é o grão de ouro. O nosso setor produtivo de carnes e leite não para de crescer e sabemos que nossa demanda será cada vez maior. Por isso, nós tomamos a frente e lançamos um projeto que incentiva a produção de cereais de inverno para a ração. Em seu primeiro ano, ainda de forma experimental, já temos resultados animadores. Descobrimos que há uma grande demanda dos produtores e uma oportunidade para avançarmos na produção e na pesquisa, podemos ser protagonistas nesse processo. Se nós ocuparmos as áreas vazias no inverno, tanto em Santa Catarina quanto no Rio Grande do Sul, podemos aumentar muito a competitividade do nosso agronegócio”, destaca o secretário Altair Silva.

Rio Grande do Sul e Santa Catarina, juntos, possuem 8 milhões de hectares plantados no verão e apenas 1 milhão de hectares são ocupados no inverno. “Os reflexos da falta de milho nesses estados podem ser observados pela queda da produção de carne de frango nos últimos anos. Nós iniciamos uma forte campanha para incentivar o cultivo de cereais de inverno no Rio Grande do Sul, mas em Santa Catarina, com o envolvimento do Governo do Estado, a iniciativa deu ainda mais certo. Queremos unir esforços para avançarmos ainda mais”, explica o ex-ministro Francisco Turra.

A importância do milho para SC

O agro catarinense consome mais de sete milhões de toneladas de milho por ano e grande parte desse volume é importado de outros estados ou países. Na safra 2020/2021, as lavouras do estado sofreram com a estiagem prolongada, além dos ataques da cigarrinha-do-milho, e a produção acabou com uma queda de 27%. As estimativas do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) apontam para uma colheita de 1,8 milhão de toneladas, sendo necessário importar cerca de 5,5 milhões de toneladas do grão este ano.

Para reduzir a dependência de milho e os custos de produção da cadeia produtiva de carnes e leite, a Secretaria da Agricultura lançou o Projeto de Incentivo ao Plantio de Cereais de Inverno. Com investimento de R$ 5 milhões, os produtores receberam apoio para cultivar trigo, triticale, centeio, aveia e cevada – que devem ser utilizados para fabricação de ração. No primeiro ano de ação já foi percebido um aumento de 70% na produção de trigo e safra deve chegar a 290 mil toneladas – um recorde histórico para Santa Catarina.

Potencial para cultivo de cereais de inverno

Os catarinenses cultivam em média 340 mil hectares de milho e 890 mil hectares de soja e o potencial para produção de cereais de inverno chega a 800 mil hectares. A presidente da Epagri, Edilene Steinwandter, ressalta que o Estado deu início a algumas ações, em parceria com as cooperativas e a iniciativa privada, e já colhe os resultados. “Com essa junção de esforços teremos um aumento de 30 mil hectares no cultivo de trigo, um acréscimo significativo. Nós sabemos que temos muito a avançar mas já começamos a dar os primeiros passos”.

A Epagri também potencializou as pesquisas para entender qual a melhor época de plantio e qual o cultivar se adapta melhor a cada região do estado.

Lideranças presentes

O encontro também contou com a participação do presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Plínio de Castro; do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedroso; do presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Santa Catarina (Fetaesc), José Walter Dresch; do diretor executivo da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina (FecoAgro/SC), Ivan Ramos; do diretor superintendente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Neivo Luiz Panho; do gerente executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes (Sindicarnes-SC), Jorge Luiz de Lima; e do ex-deputado Odacir Zonta.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Exportações gaúchas de carne de frango crescem 44,17% em receita no mês de julho

No acumulado do ano, os resultados também são positivos

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O Rio Grande do Sul exportou 58,96 mil toneladas de carne de frango em julho. O resultado é 1,51% maior do que as 58,08 mil toneladas embarcadas no mesmo período de 2020. Em receita, a alta foi expressiva. As vendas somaram US$ 103,78 milhões no mês passado, o que significa um salto de 44,17% na comparação com os US$ 71,98 milhões registrados em julho de 2020. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado do ano, o volume de carne de frango vendida ao exterior ficou em 441,11 mil toneladas, contra 390,87 mil toneladas no mesmo período do ano passado — uma alta de 5,18%. Em receita, as exportações somaram US$ 663,78 milhões entre janeiro e julho deste ano. O valor é 23,77% superior ao registrado entre janeiro e julho de 2020, quando foram alcançados 536,31 milhões.

Fonte: Assessoria
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Notícias Concurso

CRMV-SC lança concurso fotográfico em comemoração ao Dia do Médico Veterinário

Evento aberto aos 8 mil profissionais do Estado irá premiar os vencedores com smartphones e exposição fotográfica

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Mostrar à sociedade, por meio de fotografias, que a medicina veterinária não trabalha apenas com animais é o objetivo da campanha deste ano em comemoração ao dia do Médico-Veterinário, celebrado em 9 de setembro.

Por isso estão abertas as inscrições do concurso “Medicina Veterinária é Saúde Única”, exclusivo aos 8 mil médicos-veterinários atuantes no Estado. Os três primeiros colocados que enviarem imagens relacionadas ao conceito “Saúde Única” serão premiados com smartphones Samsung Galaxy. O concurso é dividido em três categorias: saúde humana, saúde animal e saúde ambiental.

A Medicina Veterinária, ao abraçar e ligar os três aspectos dessa cadeia, revela-se uma das profissões mais completas do mundo, criada com o dever de prevenir e curar doenças dos animais, mas também dos homens, prevenindo e tratando as zoonoses, por exemplo.

Toda alimentação produzida com base em produtos de origem animal, como queijo, leite e carne, entre outros, até chegar à mesa do consumidor também possui um trabalho fundamental desenvolvido pelos médicos-veterinários.

O Presidente do CRMV-SC, M.V. Marcos Vinícius de Oliveira Neves, acredita que a campanha, além de ser uma novidade, irá instigar os profissionais a demostrarem sua atuação nas mais de 80 áreas que a medicina veterinária abraça.

Regulamento 

Conforme o regulamento, serão válidas somente imagens de autoria do participante, sendo expressamente proibido o envio de fotos de terceiros.

Portanto, se o profissional quiser inscrever uma foto na qual ele apareça uma dica é fazer selfies ou usar a imaginação, o mais importante é não fugir do contexto. Cada participante poderá inscrever até três fotografias, uma em cada categoria: saúde humana, saúde animal e saúde ambiental! Tríade que compõe o conceito “Saúde Única”

A comissão julgadora irá levar em consideração critérios como representação do tema proposto, estética da imagem, criatividade, originalidade e composição fotográfica.

Inscrições

As inscrições estão abertas até o dia 20 de agosto e cada participante poderá inscrever até três fotos, sendo uma em cada categoria.

As fotos vencedoras serão divulgadas no dia 09 de setembro, quando também está prevista a uma exposição fotográfica com as dez melhores imagens escolhidas.

Promoção

O evento é promovido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária de Santa Catarina (CRMV-SC), Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (SOMEVESC), Associação Nacional de Clínicos de Pequenos Animais (ANCLIPEVA-SC), Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC) e tem apoio financeiro da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV) e Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (SINDICARNE).

Fonte: Assessoria
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