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Biotrigo torna-se sócia da Montagner Indústria de Máquinas
Criada há sete meses, indústria de máquinas agrícolas já desenvolveu duas tecnologias capazes de aumentar a produtividade de trigo, soja e milho
A Biotrigo Genética, líder no mercado de sementes certificadas de trigo na América Latina, anunciou nesta segunda-feira (7), que tornou-se sócia da fabricante de máquinas agrícolas, Montagner Indústria de Máquinas. Localizada em Passo Fundo (RS), a Montagner foi fundada em janeiro de 2017 por um grupo de empresários ligados ao agronegócio e que tem como líder o engenheiro Paulo Roberto Montagner, que há quase quatro décadas projeta máquinas e implementos agrícolas de plantio de grãos no Brasil. Em pouco meses, já comercializa duas novas tecnologias: a fertilizadora descompactadora, Fertillus, e a plataforma de milho, Supera.
Também de Passo Fundo, a Biotrigo Genética, tem como sócios os irmãos André Cunha Rosa e Ottoni Rosa Filho. Esse é o primeiro investimento realizado pela Biotrigo no segmento de maquinário agrícola. De acordo com o sócio-diretor da empresa de pesquisa e melhoramento de trigo, Ottoni Rosa Filho, o novo investimento confirma a missão da empresa. “Nossa vocação é produzir soluções inovadoras que possam gerar maior qualidade e produtividade na agricultura, assim, a entrada da Biotrigo na estrutura societária da Montagner é motivo de muito entusiasmo, pois acreditamos que as tecnologias desenvolvidas pela empresa possuem alto potencial de entregar novas soluções para o agronegócio brasileiro”, declarou Ottoni.
Ottoni ressaltou que integram a composição societária da Montagner outros empresários e que a Biotrigo vai atuar principalmente como sócio investidor, ajudando a abrir portas e divulgando o potencial dos maquinários para aumentar a produtividade, tanto do trigo como das outras culturas.
José Vilmar Maccarini, sócio da Montagner, destacou que a sociedade representa uma demonstração de confiança mútua entre empresas representativas do agronegócio brasileiro, permitindo viabilizar seus programas de ampliação e de modernização da oferta no mercado. “Convidamos a Biotrigo pela credibilidade da empresa e pelo seu grande potencial, onde atua nos principais mercados que queremos inserir nossas máquinas, para somar esforços na ampliação dos negócios. Além disso, a Biotrigo tem à sua frente profissionais considerados referência de gestão altamente profissionalizada. Temos certeza que esta união vem a somar muito para o crescimento da Montagner”, afirmou. O executivo destaca ainda que a meta, com o aporte financeiro à sociedade, é ampliar o portfólio de produtos, ofertar novas tecnologias da empresa no mercado e disseminar seus conceitos para os produtores.
Soluções inovadoras
André Cunha Rosa, sócio-diretor da Biotrigo Genética, destacou que as perspectivas para o negócio são muito positivas. “A Montagner nasce já com uma bagagem de quase quatro décadas na produção de máquinas para semeadura e traz agora tecnologias novas e diferentes que especialmente atendem a uma demanda que Biotrigo vem defendendo há anos para a cultura do trigo, porém através de um método mais rápido e direto que fará a diferença para o produtor”, disse o executivo.
O primeiro produto no mercado é uma grande inovação: a Fertillus. Esta descompactadora fertilizadora tem a capacidade de injetar calcário (ou outro fertilizante) a profundidades de até 40 cm. Este equipamento pode contribuir muito para a sustentabilidade da agricultura no Brasil, conservando água e nutrientes no solo, reduzindo a erosão e aumentando as produtividades de trigo, soja e milho. “Descompactar e corrigir o solo em uma única operação facilitará muito o trabalho de melhorar o solo. Para o trigo, esta nova tecnologia deve refletir no aumento de produtividade e estabilidade, tanto em períodos de estiagem como em anos de alto potencial, como 2016”, explica André, engenheiro agrônomo e Ph.D. em Melhoramento Genético.
Sobre a Montagner
Criada em janeiro de 2017, a Montagner tem como projetista o Engenheiro Mecânico Paulo Roberto Montagner, que é referência nacional na criação de maquinários agrícolas. A indústria tem 24 funcionários e atualmente tem capacidade de produzir 40 máquinas por mês, podendo facilmente ampliar a produção de acordo com a demanda do mercado. Situada em Passo Fundo, a planta da montadora tem 4 mil m². Atualmente duas tecnologias estão no mercado: a fertilizadora e descompactadora, Fertillus, e a plataforma de milho, Supera.
Sobre a Biotrigo Genética
Fundada em 2008, a Biotrigo traz na bagagem um programa de melhoramento genético com mais de duas décadas e vêm incorporando as mais modernas tecnologias às cultivares Biotrigo (TBIO), com o objetivo de levar qualidade, tecnologia, segurança e maiores rendimentos ao produtor e a toda cadeia. Localizada em Passo Fundo, região Norte do Rio Grande do Sul, e com filial em Campo Mourão, no Paraná, a empresa atende a diversos estados do território brasileiro, além de exportar para países do Mercosul e América do Norte. Atualmente, é detentora de aproximadamente 70% de market share no Brasil.
Fonte: Ass. de Imprensa

Empresas Visão de longo prazo
Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
