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Biomin apresenta solução em dose tripla no combate às micotoxinas no SBSA 2016

O lançamento nacional do Mycofix 5.0 representa a proteção cientificamente mais avançada disponível para o completo gerenciamento do risco das micotoxinas.

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Diretor de Marketing para América do Sul, o médico veterinário Guilherme Borchardt Neto destaca “A Biomin, como uma empresa focada em ciência e soluções, não poderia deixar de se fazer presente no SBSA. Por ser um evento de cunho muito técnico e focado nas necessidades atuais da indústria avícola e que sempre há uma participação ativa das empresas do ramo, a Biomin elegeu SBSA para apresentar ao mercado a nova geração da conhecida e já avalizada linha Mycofix com o lançamento nacional do Mycofix 5.0”.

Guilherme explica que a geração 5.0 já está disponível para o completo gerenciamento das micotoxinas “Resultado de décadas de pesquisa e experimentação a nova linha incorpora diversas tecnologias patenteadas e registradas na UE, cada uma adequada para um grupo distinto de micotoxinas com Mycofix Plus 5.0 e Mycofix Select 5.0. Benchmark em produto para o controle do risco de micotoxinas”.

Nova geração

Mycofix 5.0 representa a proteção cientificamente mais avançada disponível para o completo gerenciamento do risco das micotoxinas. Guilherme explica que as micotoxinas representam uma das mais graves ameaças à produção animal. Provocam distúrbios digestivos, problemas reprodutivos, debilitam as funções imunológicas e, por consequência, elevam os custos de produção e provocam uma menor rentabilidade para produtores e agroindústria. Produzidas por fungos, estas substancias tóxicas estão presentes em mais de 90% de todas as amostras de commodities agrícolas analisadas, de acordo com pesquisa global de Micotoxinas conduzida pela Biomin recentemente.

Diante deste enorme desafio, a Biomin apresenta ao mercado o Mycofix 5.0 para o completo gerenciamento do risco das micotoxinas. Conforme o Diretor Regional de Marketing da Biomin, Guilherme Borchardt Neto, o Mycofix 5.0 representa a última geração da linha Mycofix. “É resultado de décadas de pesquisas cientificas, que geraram diversas publicações, patentes e aprovação da União Europeia”, explica. A nova linha de produtos incorpora três módulos distintos de tecnologia. “O resultado é a prevenção e o controle dos problemas oriundos da intoxicação por múltiplas micotoxinas”.

Prevenção e controle em dose tripla

Com tecnologia patenteada, o produto une três estratégias para o combate às micotoxinas na nutrição de aves, suínos e bovinos:

Adsorção – Um blend sinergético de minerais adsorventes se ligam seletivamente às micotoxinas adsorvíeis como aflatoxinas, alcalóides de Ergot e endotoxinas “Trata-se de um módulo de adsorção diferenciado, uma metodologia muito eficaz para controle de Aflatoxinas e Ocratoxinas”, destaca Guilherme.

Biotransformação – Mycofix 5.0 é composto por uma combinação única de enzimas específicas, microrganismos especialmente selecionados e componentes biológicos que convertem as micotoxinas em metabolitos não tóxicos no trato digestório dos animais. “Possui tecnologia enzimática contra Fumonisimas – Fumzyme, e tecnologia biológica de degradação de micotoxinas, representada pela tecnologia BBSH e MTV, destinados a Biotransformacao das toxinas T2 /Don e Zearalenona, respetivamente”, explica Guilherme. FUMzyme é a primeira enzima purificada no mundo, capaz de degradar as fumonisinas de forma específica e irreversível em metabolitos não-tóxicos.

Bioproteção – O produto contém ainda um blend inovador de ingredientes naturais que dão suporte ao sistema imune e ao combate os efeitos nocivos das micotoxinas. Previnem, desta forma, seu possíveis efeitos tóxicos. “Trata-se de uma combinação de compostos fitogênicos e algas com a função de aumentar a resiliência do epitélio intestinal e do fígado” aos desafios impostos pelas micotoxinas, detalha Guilherme.

Tecnologia avançada e múltiplos benefícios

Agindo a partir da adsorção, biotransformação e bioproteção, Mycofix 5.0 é um aditivo para alimentação animal no combate a um amplo espectro de micotoxinas. Uma solução completa para o gerenciamento de riscos das micotoxinas, o produto chega ao Brasil com benefícios comprovados.

Administrado via ração, proporciona controle dos problemas de fertilidade relacionados à zearalenona. Reduz ainda problemas hepáticos e auxilia na modulação do sistema imune. Através do fortalecimento das junções intestinais, evita os efeitos negativos das micotoxinas. “Sem dúvidas, a Biomin traz ao Brasil um produto Benchmark neste segmento”, afirma o diretor.

Há mais de três décadas a Biomin realiza pesquisas científicas buscando caminhos para proteger os animais das micotoxinas. Conta com 100 cientistas e pesquisadores, suportados por oito Centros de Nutrição Animal Aplicada e uma rede de mais de 200 instituições acadêmicas e de pesquisa por todo o mundo. A partir desta rede, os especialistas técnicos oferecem soluções sob medida aos clientes em mais de 100 países, entre eles o Brasil.

Fonte: Ass. de Imprensa Biomin

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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