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Biogénesis Bagó reúne mais de 150 profissionais do Brasil, México, Colômbia, Bolívia e Paraguai.

Equipe LATAM Norte se reuniu em Florianópolis (SC) para capacitação e alinhamento técnico com o objetivo de preparar o time para oferecer atendimento personalizado aos produtores dos 5 países visando que os mesmos possam produzir cada vez mais e melhor.

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A equipe da Biogénesis Bagó comemora o resultado de crescimento de 16% em 2022 em relação ao ano anterior e projeta estar entre as 20 maiores do mundo no segmento até 2026 -Fotos: Assessoria

Mais de 150 profissionais do Brasil, México, Colômbia, Paraguai e Bolívia da Biogénesis Bagó, empresa de biotecnologia especializada em saúde animal, se reuniram em Florianópolis, capital de Santa Catarina, para a Convenção LATAM 2023. Com o tema “Conectando países, pessoas e produtos”, foi a primeira vez que os times dos países pertencentes à divisão LATAM Norte, liderada pelo Country Manager Brasil e Diretor Comercial LATAM Norte,  Marcelo Bulman, se reuniram para uma convenção de vendas e marketing.

Foi a primeira vez que os times dos países pertencentes à divisão LATAM Norte da Biogénesis Bagó se reuniram para uma convenção de vendas e marketing

Comemorando o resultado de crescimento de 16% em 2022 em relação ao ano anterior – mais que a média do mercado de saúde animal para ruminantes – e projetando posicionar a companhia entre as 20 maiores do mundo no segmento até 2026, a equipe teve a oportunidade de ficar por dentro das novidades e receber treinamentos técnicos  para que os profissionais nesses países possam oferecer o mais alto padrão de atendimento as necessidades dos produtores em todas as regiões da América Latina.

“Contamos com uma equipe de alta performance comprometida com os objetivos de crescimento e liderança na região. Queremos conectar pessoas, produtos e países para juntos produzir cada vez mais e ajudar na evolução da equipe para inovar e se adaptar aos diferentes contextos e desafios da saúde animal”, destaca Marcelo Bulman.

Marcelo Bulman, Country Manager Brasil e Diretor Comercial LATAM Norte da Biogénesis Bagó

Os participantes brasileiros da convenção concluíram o treinamento TNS – Técnicas de Negociar Soluções, que vinha sendo ministrado há um ano pelo consultor Adilson Moura, que iniciou a capacitação aos profissionais dos demais países. Eles puderam colocar em prática os aprendizados em uma atividade dinâmica chamada GPS de Vendas, que fez uso de recursos de gamificação para ajudar na consolidação do conhecimento.

Uma das novidades apresentadas no evento foi o lançamento da plataforma de ensino digital BioAcademy, ferramenta por meio da qual os colaboradores podem ter acesso on demand a mais de 30 cursos, permitindo constante atualização técnica dos conteúdos.

“Ter uma equipe cada vez mais capacitada e que faça a gestão do conhecimento é fundamental para que possamos ajudar nossos clientes a produzir mais e melhor e para que nos posicionemos entre as 20 empresas de saúde animal mais importantes do mundo até 2026”, ressalta Bulman.

Gerente de Marketing Brasil e LATAM Norte, Carlos Godoy

As ferramentas trabalhadas pela Biogénesis Bagó no Brasil e na América Latina vem ao encontro das necessidades dos produtores que se veem desafiados diariamente a modelos de produção pecuária cada vez mais exigentes. Nesse sentido o Gerente de Marketing Brasil e LATAM Norte, Carlos Godoy, reafirma que a empresa sempre busca trabalhar o Marketing de Serviços e Conteúdos que possam disponibilizar de maneira personalizada e estratégica soluções para que todas as pessoas envolvidas na cadeia estejam preparadas e aptas a produzir cada vez mais e melhor. Exemplo disso é o Projeto Boi Azul no Brasil, que conecta os seis pilares da pecuária moderna – sanidade, genética, nutrição, sustentabilidade, gestão e bem-estar animal. A reunião em Florianópolis também marcou o posicionamento de comunicação nos países LATAM Norte, que é o “Produzir +”.

Godoy detalha que o objetivo é oferecer uma padronização de excelência nos serviços mesmo que personalizada a cada tipo de cliente nos países que compõem a região. “Quando um cliente for atendido na Colômbia, o outro no México e o outro no Brasil e se eles puderem conversar, poderão entender que o padrão de atendimento e solução às suas demandas será o mesmo em nível de excelência e atenção”, explica Godoy.

 

Conectando pessoas e países

Para o gerente geral da Biogénesis Bagó no México, Cristian Quinteros, a convenção foi muito importante para sua equipe estabelecer conexões com os colegas de outros países, numa rica troca de experiências. “Não há melhor forma de transmitir a cultura organizacional do que uma convenção como a que tivemos no Brasil. Certamente contribuiu muito para que possamos cumprir nossos objetivos de posicionar a Biogénesis Bagó no México entre as 10 maiores empresas em faturamento”, avalia.

“A equipe da Colômbia parte dessa convenção incrível com muita vontade e garra de conquistar mais espaço, de os profissionais serem os melhores em sua atuação, mais organizados e estratégicos e se sentindo parte de uma única empresa global”, declara o diretor geral da Biogénesis Bagó na Colômbia, Ricardo Arango.

A avaliação é compartilhada pelo Gerente Técnico & Comercial do Paraguai, Gustavo Lagioia, que está respondendo pelo país, onde a empresa passou a atuar mais recentemente e está investindo em estruturas e equipe próprias. “Estamos atuando de uma forma bem disruptiva para o mercado paraguaio, que é ter a filial de um laboratório de saúde animal e não atuar somente com distribuidores. Por isso, ter participado da convenção foi muito importante para o desafio que temos pela frente, com os investimentos que estamos realizando no país e que certamente gerarão um círculo virtuoso de crescimento”, afirma.

A equipe da Bolívia sai da convenção mais fortalecida para seguir fazendo a empresa crescer de maneira sustentável. “Vemos que o pecuarista boliviano precisa medir mais seus resultados e o ajudaremos nesse desafio, pois não vendemos somente produtos, mas soluções que o ajudem a ser mais produtivo”, salienta a gerente comercial da Biogénesis Bagó na Bolívia, Verônica Justiniano Arias.

Fonte: Assessoria

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Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs

Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

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Divulgação Jefo

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.

Os benefícios da nutrição de precisão

Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.

Jefo e a tecnologia de microencapsulação

Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.

Destaques no SIAVS 2026

Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:

• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;

• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;

• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;

• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;

• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.

“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.

No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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 Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

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Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.

O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico

O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.

Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos

Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).

No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.

Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.

Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico

Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos

Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.

As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico

Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2.  A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.

 Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!

Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.

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Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

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Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!

 

 

Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1

1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac

 

Fonte: Ass. de Imprensa Laboratoires Phodé
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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira

Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

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Divulgação Topigs Norsvin

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.

A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.

“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.

Tecnologia global direto na fonte

O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.

“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.

Distribuição estratégica pelo território nacional

A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.

“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.

Fonte: Ass. de Imprensa
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