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Biogénesis Bagó retoma o “Circuito Expo Interexpress” e promete deixar um rastro de produtividade na pecuária do Rio Grande do Sul

De agosto a outubro, a carreta do maior projeto itinerante da pecuária do Brasil levará capacitação, negócios e aperfeiçoamento técnico para a pecuária gaúcha.

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Fotos: Divulgação

Seguindo com o seu compromisso com a extensão tecnológica rural, a Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes na América Latina na produção de soluções para a saúde animal, promove pelo segundo ano consecutivo o “Circuito Expo Interexpress”, que tem como objetivo levar conhecimento, fomentar negócios e oferecer capacitações para profissionais do setor pecuário da região Sul do Brasil. Este ano serão percorridos 26 municípios do estado, entre os dias 23 de agosto e 04 de outubro.

A exemplo da edição de 2020, que alcançou mais de oito mil pecuaristas e técnicos, além de mais de 180 vendedores das revendas parcerias, em 22 cidades, a carreta do maior projeto itinerante da pecuária começará o seu percurso em Camaquã e será finalizado em São Francisco de Paula, numa rota que passará dos 2 mil quilômetros.

O “Circuito Expo Interexpress” é realizado com o apoio das revendas veterinárias locais parceiras da Biogénesis Bagó e esse ano contará também com o apoio de outro elo importante da cadeia que são as empresas e os técnicos da nutrição animal. Serão oferecidos treinamentos e palestras online e presenciais para pecuaristas, capatazes, médicos-veterinários, técnicos e vendedores, além de condições comerciais diferenciadas.

“Estamos mais uma vez indo até o pecuarista junto com as revendas e cooperativas parceiras, levando conosco conhecimento, tecnologia e negócios exclusivos para todos os produtores, pequenos, médios, grandes, de corte ou de leite. Nosso objetivo é deixar um rastro de produtividade porque acreditamos que só assim conseguiremos que a pecuária cresça em qualidade e quantidade”, salienta o gerente nacional de Marketing da Biogénesis Bagó, Carlos Godoy.

Fonte: Assessoria
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Produtor de soja comemora o bom desempenho da plantadeira Meridia 200, da Jacto.

Plantadeira contribui para a redução da janela de plantio em 20% e amplia rentabilidade

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Foto: Divulgação- Jacto

Aumentar a eficiência e adequar a sua janela de plantio para ampliar a margem de lucro do negócio. Esse foi o objetivo de Laércio Valentin Giampani, produtor de soja na cidade de Alterosa, MG, quando decidiu investir em uma plantadora de alta performance. “O plantio é uma etapa importante e precisamos planejar bem as duas safras para reduzir a janela de plantio e maximizar o uso da terra. Com a plantadora de alto rendimento e sementes de qualidade, nós conseguimos fazer essa maximização e garantir uma alta produtividade”, explica o produtor.

O modelo escolhido foi a Meridia 200, da Jacto, que garante robustez e precisão no plantio, suporta 225 kg de fertilizante por linha e 75 kg de sementes por linha, totalizando 300 kg de insumos/linha. A máquina foi adquirida através da Coopercitrus de Alfenas, MG.

Após a primeira safra, o produtor testou e aprovou o equipamento. “Enquanto usuário, estou satisfeito porque a plantabilidade é perfeita, garante um melhor rendimento do plantio. Comprei esse equipamento no começo de 2021 ano e já plantamos 350 hectares de soja, reduzimos em 20% o tempo do plantio”, comemora.

A plantadeira possui três corpos articulados entre si e ângulos de 25 graus, que asseguram bom desempenho em relevos ondulados. O equipamento vem com a tecnologia Precision Planting, com dosador de sementes, que resulta em um plantio na quantidade e no espaçamento correto, além de sistema que controla a força da linha de sementes no solo, que permite uma melhor uniformidade na profundidade das sementes no solo, independente dos relevos e trepidações.

Um conjunto de soluções foi pensado para reduzir o tempo de máquina parada para abastecimento e manutenção, melhorando o desempenho no plantio. Com alta tecnologia embarcada, o monitor de plantio Jacto informa, em tempo real as condições das linhas de plantio e do equipamento em geral, para que o operador evite e corrija rapidamente falhas na operação.
Suporte técnico e tecnologia à disposição do produtor

Na Coopercitrus, o produtor rural encontra toda a linha de máquinas, implementos agrícolas e suporte técnico especializado, desde a negociação até a manutenção no campo. Conta com oficinas especializadas, estoque de peças de reposição e profissionais treinados pelos fabricantes para prestar atendimento de excelência com agilidade. “Estou muito feliz. Fui muito bem atendido desde a etapa das negociações, que foram rápidas, até a chegada do equipamento e o plantio. O suporte técnico em junto com a Jacto foi perfeito. A Coopercitrus tem uma estrutura de pessoas de grande competência e diferentes habilidades, que dá realmente todo o suporte necessário. A cooperativa permite que a gente evolua nas nossas atividades e no tempo necessário”, avalia Giampani.

Fonte: Assessoria Coopercitrus
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O que é a Pleuropneumonia Suína?

Patologia respiratória é responsável por perdas econômicas significativas na suinocultura mundial

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A Pleuropneumonia Suína (PPS) é uma das mais importantes doenças respiratórias dos suínos, responsável por perdas econômicas significativas na suinocultura mundial. Causada pela bactéria Actinobacillus pleuropneumoniae (APP), tem como característica principal a broncopneumonia fibrino-hemorrágica e necrosante, que pode evoluir para pleurite adesiva com formação de nódulos.

Dentre as pneumonias bacterianas, a Pleuropnneumonia Suína é uma das mais relevantes em todo o mundo. Com 19 sorotipos conhecidos, a enfermidade foi relatada pela primeira vez no Brasil em 1981, tendo vários surtos epidemiológicos registrados desde então, com os sorotipos 3, 5 e 7 sendo os mais prevalentes no país.

Fatores como ambiente e manejo sanitário dos animais influenciam na sua ocorrência, sendo facilitada pelo sistema de produção intensiva. A principal forma de contaminação é a introdução de animais provenientes de granjas infectadas e que não apresentam sinais clínicos evidentes ou lesões características da doença.

A transmissão do agente ocorre pelo contato direto dos animais sadios com secreções respiratórias de animais infectados e a dissipação de aerossóis a curtas distâncias, posto que a bactéria permanece capaz de infectar novos animais por alguns dias no ambiente se estiver protegida por muco ou outro material orgânico. A doença pode acometer suínos de todas as idades, mas leitões antes dos 100 dias de vida são mais vulneráveis e severamente afetados.

As consequências da pleuropneumonia suína variam de acordo com a virulência da cepa infectante, do ambiente em que os animais se encontram e susceptibilidade imunológica, podendo ser potencializada se a granja apresentar problemas de manejo ou outras infecções concomitantes. Em situações de surto da enfermidade, a morbidade pode exceder a 50% dos animais, com mortalidade variando entre 1 e 10% dos animais acometidos, com a morte dos animais acontecendo pouco tempo após a infecção.

O diagnóstico da doença é laboratorial ou anatomo-patológico, realizado a partir do isolamento e identificação da bactéria APP em lesões características, por meio de sorologias ou através de PCR.

Seu impacto econômico na suinocultura está relacionado às despesas veterinárias, à mortalidade dos animais, ao atraso no crescimento e ganho de peso dos que sobrevivem e às proibições de consumo da proteína de animais contaminados e que apresentem lesões. Estima-se que as perdas financeiras com um plantel acometido pela PPS possam chegar a 38%.

A adoção de medidas de controle e profilaxia ambiental, como limpeza e desinfecção adequados das baias, vazio sanitário, e estratégia de manejo no esquema all in- all out, auxiliam na redução da incidência da doença. Mas, por ser uma enfermidade multifatorial, seu controle ainda é problemático.

A prevenção é a melhor forma de controle da doença, por isso a vacinação é extremamente importante e deve ser associada à outras medidas profiláticas principalmente para a inserção de novos animais no plantel.

Fonte: Assessoria
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Fazenda em Lagoa Formosa (MG) otimiza produção de leite com ajuda da tecnologia de monitoramento

Família Santana decidiu investir na otimização do seu rebanho, com o apoio do SenseHub, sistema da marca Allflex Livestock Intelligence

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Divulgação ALLFLEX

A cidade de Lago Formosa, em Minas Gerais, abriga a Fazenda Lageado, propriedade dedicada à agricultura e à pecuária leiteira. Apesar de estar em atividade há quase 50 anos, o primeiro barracão foi construído em 2017 para acomodar o rebanho. Em busca de aumentar o desempenho dos animais e a sua produtividade, a família Santana buscou diversas tecnologias que dessem suporte para crescimento do negócio. Entre as escolhas está o sistema de monitoramento SenseHub, da Allflex, marca da MSD Saúde Animal Intelligence.

Sob o comando de três irmãos, o gestor da Lageado, João Paulo Santana, detalha que a propriedade hoje conta com 550 vacas em lactação, que produzem em torno de 18 mil litros/dia de leite. “A equipe tem hoje 40 pessoas, entre leite e agricultura, e não é a nossa intenção aumentar muito o número de vacas. Chegamos num momento em que a fazenda ficou saturada em questão de estrutura física e para produção de comida, mas estamos intensificando cada vez mais em produtividade e acreditamos que a tecnologia é o caminho para chegarmos ao nosso objetivo”.

Em poucos meses de utilização do sistema de monitoramento da Allflex já foram notadas melhorias na saúde, principalmente encontrar, diagnosticar e recuperar os animais mais rapidamente. “Tanto em doenças metabólicas como cetose, acidose, intoxicação e até mesmo mastite, o sistema tem nos ajudado identificar as enfermidades mais cedo. Outro ponto é na reprodução e está se refletido na nossa taxa de serviço, que já subiu 15% depois do início do uso da tecnologia”, pontua Santana.

“Na saúde o monitoramento tem sido muito importante, pois conseguimos tratar os animais antes que o aspecto físico apareça. Ele mostra quando o problema ainda é imperceptível, assim conseguimos começar o tratamento antes de o animal apresentar um quadro pior. Acompanhamos alguns casos pelo aplicativo e realmente coincide de a ruminação de um animal diminuir e quando vamos ver ele está com febre.”, completa o estudante de Medicina Veterinária e sanitarista da fazenda, Adriano Braga.

O gerente da propriedade, Ronaldo Santana, conta que a adoção do sistema de monitoramento ajudou a rotina da fazenda. “Na parte da manhã a gente vai no centro de manejo, por onde todos os animais vão passar em algum momento do dia e pela ordenha. Verificamos os animais em cio para acompanhamento reprodutivo e quais estão no relatório de saúde”, relata.

A responsável pelos dados zootécnicos, Lorena Santana, conta que a família tem gostado muito da solução. “Lanço os dados no sistema de gestão, faço a exportação para o aplicativo e ali eu posso ver na hora o que está acontecendo com o animal. É um sistema que simplifica muito a nossa vida”, atesta.

Para a Coordenadora de Território da MSD Saúde Animal Intelligence, Anna Luiza Belli, foi muito satisfatório observar que mesmo em uma fazenda que já tinha ótimos índices zootécnicos, o sistema de monitoramento ainda conseguiu agregar bastante. “Após o início do uso do monitoramento, a Fazenda Lageado conseguiu, por exemplo, aumentar o número de inseminações por cio natural, com uma taxa de concepção acima do que vinham trabalhando, reduzindo assim o custo com protocolos”, complementa a médica-veterinária que acompanha o trabalho na propriedade.

Fonte: Ass. de imprensa
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